Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jun 06

A edição nº.4390 do semanário O DEVER, é reveladora da incapacidade e ignorância dos seus responsáveis editoriais.

A bonita fotografia de uma regata de botes baleeiros, em metade da primeira página, alusiva aos 505 anos do Município, abriga um texto laudatório da actividade camarária, aparentemente inocente, e  chama-se a atenção do leitor, abusando da sua boa fé, para desenvolvimentos na página 10. (ver 1ª pag dO DEVER em http://lajes.blogspot.com ) O que lá se encontra, pasme-se! é uma página inteira com publicidade institucional, não assinalada, como manda a lei, da responsabilidade da Câmara Municipal.

Não comento a "propaganda" camarária sobre obras em curso ou já executadas.

Critico e protesto, veementemente, contra a evidente SUBMISSÃO, FALTA DE ISENÇÃO E INDEPENDÊNCIA, IGNORÂNCIA OU SABUJICE dos actuais responsáveis pelo mais antigo jornal das ilhas do Pico, Faial e São Jorge (onde nasceu O DEVER).

Custa-me dizê-lo, mas não sois competentes para a responsabilidade que ocupais. Não revelais conhecer as mais elementares regras do jornalismo e da imprensa escrita, não dais aos leitores garantias de informardes com verdade, nem de defender a liberdade de expressão que a imprensa regional tanto se orgulha e dá provas.

Para um jornal católico, relegar para a última página a notícia desenvolvida da reabertura solene da Igreja de São João, presidida pelo Bispo dos Açores, optando, sem qualquer menção, por meia página de publicidade camarária, é uma decisão inqualificável. Atingiu-se as mais elementares normas jornalísticas e menosprezou-se a inteligência dos assinantes, leitores e dos habituais colaboradores, que dignificam o jornal como Instituição e com um passado de grande e reconhecido mérito.

Deste blog, onde se trata de questões respeitantes à nossa terra, lanço um apelo ao Bispo da Diocese para que examine, com atenção,  a necessidade urgente de colocar à frente dO DEVER, padres ou leigos que, semanalmente, construam e dignifiquem o jornal e a memória do seu fundador Pe Madruga.

Foi um grave e premeditado atropelo ao Código deontológico e à Lei da Imprensa.

Um pedido de desculpas, não apagará esta afronta ao historial do jornal em cujo cabeçalho o seu fundador deixou o lema: Por Deus,  pela Pátria.

Quem não tem competência não deve exercer tão nobres funções.

A bem dO DEVER.

publicado por sim às 22:31

DE INCOMPETENTES ESTAMOS FARTOS, É POR ISSO, QUE A NOSSA VILA, TEM ANDADO DESDE HÁ ALGUNS ANOS A ESTA PARTE, SEMPRE A REGREDIR. O JORNAL É O ESPELHO DO QUE POR CÁ SE PASSA E DAS PESSOAS QUE NOS ORIENTAM(?). NUNCA O NOSSO JORNAL - O DEVER - PASSOU POR UMA CRISE TÃO GRANDE DE LIDERANÇA. ESPERAMOS QUE QUANDO O PE. RUI, PUSER CÁ OS PÉS FAÇA OS DEVIDOS «SANEAMENTOS» QUE SE IMPÔEM, PARA BEM DA TERRA, PORQUE O JORNAL DÁ SEMPRE A IMAGEM DO LUGAR ONDE É FEITO.
OBSERVADOR a 1 de Julho de 2006 às 02:39

O Jornal continuará?
Não sei. A respomnsabilidade do estado a que chegou o jornal O Dever é da inteira responsabilidade do BISPO da Diocese. Que nunca quis impôr a sua autoridade numa instituição da Igreja. Entregou-a a incompetentes. Que ainda lá continuam, agora dirigidos pelo artesão mor da terra. O resultado aí está.
Pedir a intervenção do Bispo? Nunca. Ele é o principal culpado. Só esperando que se vá emboa ou que venha outro. Até lá O Dever vai ter muito que penar. E não sei mesmo se algum dia terá solução com "as competências femininas que lá se instalaram". Ainda a melhor solução poderá ser o seu encerramento. É bom "salvar" a história, antes que essa história fique pelas ruas da margura.
anónimo a 1 de Julho de 2006 às 07:41

O Dever já teve um director convidado que não aceitou porque queria que o jornal em vez de duas dobradoras de Jornais tivesse uma jornalista. Como não foi aceite...
ponta do pargo a 1 de Julho de 2006 às 14:39

UMA VERGONHA
Pub a 1 de Julho de 2006 às 22:51

Um touro desgovernado e solto, matou um homem da Almagreira,quando assistia, junto à fábrica da baleia, à tourada celebrativa do aniversário das Lajes. Desta tragédia, que causou ferimentos noutros espectadores, deve-se tirar ensinamentos, quanto à garantia da segurança dos espectadores e quanto ao recinto onde a corrida se realiza. Além disso deve ser assegurada a devida indemnização das vítimas do trágico acidente.
As entidades que autorizam estes espectáculos, devem levantar um inquérito ao sucedido e tomar porevidências para que situações destas nunca mais se repitam. Ou a culpa vai morrer solteira?
Esperemos que não, porque um homem morreu e a vida humana não tem preço.
lajense a 2 de Julho de 2006 às 01:39

As Touradas tem uma licença. Essa licença tem um seguro. Depois cada tourada tem um fiscal municipal ou da confiança da Câmara Municipal. Agora o que aconteceu, é uma das vertentes mais tristes das Touradas , mas sempre aconteceu. Não há culpas solteiras. Há sim o assumir cada um as suas responsabilidades. o Fiscal da Tourada primeiro e os seguros depois. É tão somente isto que terá de acontecer. Não é preciso vir-se falar em "culpas solteiras" por que o espectáculo foi devidamente licenciado.
Anónimo a 2 de Julho de 2006 às 11:47

Já agora, que dizer ao esclarecimento da redacção de "O Dever " (Manuel Gonçalves) a querer desculpar a Câmara, porque alguém teria afirmado que o evento de lançamento de um livro - diz que o jornal recebeu um convite da AMIP (Associação de Municípios da Ilha do Pico) - estaria assim publicitado. Alguém passou por lá nessa tarde. Viu o auditório aberto. Perguntou aos funcionários municipais que lá estavam o que se estava a passar lá dentro. As respostas foram dúbias e imprecisas. Tal pessoa não entrou. Querem melhor resposta à nota que esse comentador do jornal havia feito? É de sugerir ao Sr. Gonçalves que, se não sabe de jornalismo, fique-se e tão somente por administrador, tal qual como vai fazendo com a Paróquia, que ninguém sabe quanto tem... Foi muita "Areia" em tão pouco tempo... Claro que, não é o Sr. Bispo que tem a culpa. Parece que era sua intenção ter láq um leigo, mas o P. Martinho e o Gonçalves não o querem. Será assim? Será que ainda não encontraram esse leigo? E o actual pároco P. Hermínio Mendes que agora está na direcção do jornal, não terá uma palavra a dizer? Irá aconselhar-se primeiro com o P. Tomás? Por aí não vamos longe, a não ser até à Silveira...
Anónimo a 2 de Julho de 2006 às 11:40

Não será já fora de tempo a crítica que faz? Não terá havido outra ocasião no passado para o fazer? Porquê só agora? Apenas por causa da aparente troca de assuntos?
Acho que só os colaboradores habituais (Ermelindo, Rui Pedro, Cláudio, Soares, Geraldo e outros menores), que ñunca sentiram falta de respeito, nem manifestaram opiniões de ferir os responsáveis pelo jhornal, serão capazes de orientar o jornal. Só esses e mais ninguém. Os leitores? Esses ou lêem ou deitam fora, ou deixam de assinar. O jornal é da Igreja e só os padres e aqueles que mais de perto com eles trabalham é que sabem o caminho que lhes ensinaram. Aos outros, seculares leitores e indiferentes não são chamados para esta questão. Tem, se quiserem, outras alternativas. Deixem o Dever em paz. Tal como vem sendo, é um jornal sem interesse.
outro anónimo a 2 de Julho de 2006 às 18:03

Voltando ao assunto em epígrafe porque de touradas existe o jornal as "farpas".
Será que o sr. chefe de gabinete assediou a imprensa escrita cá da terra e conseguiu aquela primeira página desenhada em Évora pelos seus vassalos?
Consta-se que o marido conquista, aos poucos, o jornal O Dever com vista a promover as suas missivas. Mas isto é pouco católico. Parece mais coisa da Igreja Maná - até mete um teatro e tudo.
Vamos a ver; dois anos e meio ainda para mamar. Perdão, rezar.
Rosquilha a 2 de Julho de 2006 às 22:59

É uma vergonha que alguma dita comunicação social se preste a esses serviços para sobreviver. Mais vale um pouco de vergonha na cara e seriedade que uma vida faustuosa e depender de subsídios do Município das Lajes.
José da Ribeira a 4 de Julho de 2006 às 00:18

Novamente O Dever:
Já viram por aí as impressões de viagem do P. Martinho transformadas em Editorial?
Aquilo é mesmo assim?
Não é uma tristeza?
Alguém tem mesmo razão: é jornal para esquecer...
Pos scriptum a 5 de Julho de 2006 às 10:22

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