Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

23
Fev 06
O responsável por este blog, entendeu retirar um comentário do último texto por entender que ultrapassava todos os limites da liberdade e do bom senso, enveredando pelo ataque ao bom nome e dignidade pessoais que muito presamos e respeitamos. O seu autor deverá sentir-se envergonhado (se tiver princípios e valores humanos e cristãos) por ter escrito e atacado, nos termos em que o fez, pessoas que, como todo e qualquer homem, nos merecem o maior respeito. Com este entendimento, desde que iniciámos este blog, foi nosso propósito criticar instituições públicas e seus representantes mas numa perspectiva positiva de crítica democrática e num direito de cidadania que todos deveríamos exercer.
E sempre respeitando a dignidade e o bom nome de cada um.
A crítica é saudável - ninguém é dono da verdade toda! - e ajuda os representantes do povo e governantes, a agirem, consciente e responsavelmente. Só os ditadores, os caciques e os inaptos discordam, condenam e rejeitam opiniões diferentes ou contrárias.
Vamos prosseguir com este blog, expondo as nossas ideias e críticas, propondo e sugerindo diferentes actuações e projectos. Ninguém será excluído do direito que temos à liberdade de expressão e crítica construtiva, nem os detentores dos poderes públicos, nem os servidores do Templo e das tábuas da Lei. Todos estão ao serviço do povo, deste povo que anseia por melhores condições de vida e de "um novo céu e uma nova terra" que, todavia, começa aqui.
Nestas Lajes, que amamos (há por aí alguns mercenários que acabarão, ou por partir para outras "praças" ou por enraizar-se nestas pedras negras), há questões que dependem muito de todos nós. Temos de discuti-las, frontalmente, fazendo propostas para encontrar as melhores soluções que ditarão um futuro melhor para todos.
Mas com urbanidade, com seriedade e respeitanto o bom nome e a dignidade de cada um.
Somos cidadãos respeitadores e respeitados porque nos consideram Homens e Mulheres do Pico.
publicado por sim às 23:56

18
Fev 06
1.Então a Câmara não reservou no orçamento verbas para a Semana dos Baleeiros?
E com que verbas é que edita a revista MAGMA? E donde vem o dinheiro para o acessor da cultura e para o ex-vereador Leonildo? É tudo muito estranho!
2.O que é que a Câmara pretende fazer do antigo campo de futebol? Os lajenses têm direito de saber e de ser ouvidos sobre o seu destino, pois trata-se de espaço amplo e nobre, que ganhará muito em segurança com a conclusão da orla marítima das Lajes.
3.A Escola 2,3/S das Lajes vai ser ampliada, proximamente. Espero que a Câmara ceda espaços ou no campo de futebol ou junto ao parque de campismo para recinto desportivo ao ar livre. Se o não fizer, estará contra a escola ali instalada e contra a dinamização da Vila e contra os lajenses.
4.O Dever, que esta semana vem com outra apresentação e informação. continua a desrespeitar a lei de imprensa, que impede governantes, autarcas e vereadores a tempo inteiro de fazerem parte da redacção dos OCS. Este desrespeito pela lei é grave, pode ser denunciado e denota a ignorância convencida e atrevida da direcção e administração bi-céfalas do jornal. Aliás, não se percebe por que é que o Pe Paulo Areias ainda é sub-director e administrador (porquê acumular estas duas funções?)do jornal, propriedade da paróquia das Lajes, que tem novo pároco. Este é que deveria ocupar as funções de Director ou alguém da sua confiança e não o pároco da Madalena. O Pe Marco Martinho que vá combater o "Bom Combate" para a fronteira da sua jurisdição, que lhe ficamos agradecidos.
Há outras ilegalidades cometidas pelo semanário mais antigo do Pico que importava não continuar a cometer. O DEVER, os assinantes e as Lajes merecem muito mais.
publicado por sim às 22:12

14
Fev 06
Saíu o número um da revista Magma editado pelo Município. Não percebo porque é que a Câmara pretende suprir a falta de mecenas para a publicação de textos de poetas de cá e sobretudo de lá, quando os seus parcos recursos financeiros não dão para as manifestações culturais dos lajenses. É uma opção com que discordo e o povo, se o souber, certamente também terá a mesma opinião. Ouvi hoje que a revista será colocada na livraria Assírio & Alvim, em Lisboa, para gáudio de meia dúzia de poetas e literatos que, sem saberem que a Câmara está hipotecada à banca, não deixarão de se admirar deste feito notável e meritório, único no país.
Será que o Sr. Carlos de Évora, adjunto cultural da edil consorte vai também retirar dos armazens da Câmara todas as obras por ela editadas? Era bom, pois com o dinheiro da vendas dos livros, certamente pagaria as revistas do Município e as letras magmáticas dos dos poetas da capital!...
É preciso é ter ideias e sonhos poéticos, mais que projectos de desenvolvimento do concelho...
Se o poeta "é um fingidor", e o" sonho comanda a vida" espero que sejam eles a gerir e a programar a vida no nosso concelho. Os próximos números da Magma revelarão, certamente, os projectos do Plano e Orçamento camarários, recentemente aprovados. Em prosa poética, em poesia livre ou soneto clássico, para respeitar os canones literários, será deste modo ultrapassado o deserto de ideias de alguns actores, eleitos localmente.

Despacho: distribua-se, gratuitamente, "A MAGMA",para que o povo coma sopa com letras.


publicado por sim às 00:31

11
Fev 06
Uma vez que o comentário seguinte foi feito a propósito de um texto já antigo, tomo a liberdade de um transformar em texto da página.

"Comentários: Os jogos da nossa infância
Aqui ficará talvez uma sugestão para quem este ano programar os festejos da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico. A realização dum torneio entre diversas equipes, onde a caça à baleia, o jogo do pião, o jogo da cabacinha, o jogo do bilro, o da cabra cega, o do queimado, ou o da barra, seriam um recordar saudável na memória das gentes idosas que ainda por cá habitam e dariam também a sua participação, que seria aberto a idosos e jóvens e seria uma maneira de inculcar no espírito dos rapazes de agora que o desporto não se pratica só no campo de futebol ou no ginásio duma qualquer escola secundária. O alvitre para a nova Vereadora do pelouro da Cultura, vai ser mais uma achega para a elaboração do programa. Aceita a sugestão Dra. Vanda? Enviado por escritor em janeiro 13, 2006 12:20 AM ".
A quem de direito, para ser tomado na devida consideração.
publicado por sim às 14:13

09
Fev 06
Esta é uma pergunta que tem andado na boca dos leitores do blog Lajes do Pico. O autor,não interessa, digo eu, porque os objectivos que me movem são a nossa Vila, o nosso concelho, o nosso Pico. Só esses e nenhuns outros. Não há projectos ou intenções políticas de mando, nem carreiras pessoais em vista.
Somos suficientemente lúcidos para avaliar o processo de desenvolvimento e as decisões que os poderes regional e local tem tomado nesta parte da Ilha. Uns e outros têm culpas no cartório. Uns - Governo Regional - porque durante dezenas de anos programou aconselhado por elementos do seu partido e não soube perspectivar e promover as nossas evidentes potencialidades. Resultado: concentrou-se na Madalena serviços antigos e novos e no Cais, instalou-se o porto comercial com as autoridades próprias. O Sul, com a "ajuda" da construção do porto de pesca das Ribeiras, perdeu importância e as Lajes deixou de ser o centro comercial da Ilha como foi no tempo de Edmundo M.Avila & Filhos.
Com o actual governo, houve um outro olhar para o sul: a construção da fábrica de lacticínios, do novo matadouro, da orla-marítima, a melhoria das estradas, a programada ampliação da escola das Lajes... o futuro hotel, a aposta no whale watching, o novo hiper. Há um novo ar que se respira. É preciso também que a Câmara acelere o seu passo e, após ter deitado à água milhões, se volte para o ordenamento do território, abrindo novas perspectivas urbanas na zona leste da Vila, em terrenos que podem ser desanexados da reserva agrícola das Lajes. Continuar a construir na Silveira e transversal, é um erro, porque os espaços não são amplos e os terrenos são muito acidentados.
O autor deste blog, espera, porém, que outros venham a terreiro defender as suas ideias, manifestar as suas opiniões, apresentar as suas propostas, para que todo o concelho se sinta envolvido no processo de desenvolvimento.
Onde estão os professores da Escola, gente formada, licenciada, com estudos e perspectivas diferentes? Por que não se pronunciam aqui, ou no DEVER, ou na Rádio Montanha? (A propósito quem disse que uma rádio era um toca CD,S e um MCS sem alma e sem espírito crítico? Mas ficará para outra altura uma abordagem a este assunto)
Todos não somos demais para desenvolver a nossa terra. É preciso é agir e quanto antes pois o tempo urge!
publicado por sim às 19:52

06
Fev 06
Acabei de ler o semanário português "Voice" de Toronto, cujo endereço é http://www.voicenews.ca e na página 6, encontro uma crónica picoense com vasta e ilustrada informação sobre o que se passa na nossa terra. Por que é que O DEVER, não aproveita a informação do sr Paulo Avila e a publica nas suas edições, cuja deficiente informação é de bradar aos céus e é por demais criticada pelos leitores?
O que há por detrás das orientações editoriais daquele periódico que não consegue perceber que, sem informação local, qualquer jornal não o é?

Que os leitores se pronunciem junto da direcção do jornal e exijam uma mudança a bem do jornal e da terra.
O DEVER merece que respeitem a sua história, e a terra e a paróquia das Lajes (onde está o Pe Hermínio e que pensa ele da orientação do seu jornal?) devem tomar o semanário nas suas próprias mãos.
publicado por sim às 22:34

05
Fev 06
Há alguns meses descobri o site do município das Lajes, cuja apresentação mereceu os mais rasgados elogios. Mas como não basta ter um site na net, é necessária uma constante actualização, aqui vai o meu reparo, que é também um protesto.

1. Não é admissível que ainda não esteja na página o plano e orçamento para o corrente ano, recentemente aprovado.

2. Não é admissível que a Câmara não vá dando informação sobre o desenrolar dos projectos em curso, que constituem as obras mais emblemáticas do município. Os cidadãos e os lajenses residentes ou não têm o direito de ver o desenrolar das obras do campo de futebol, da fábrica da baleia, do forte de Sta Catarina. Sabem porquê? Porque isso provoca a auto-estima e o orgulho na sua terra.

3. Mas não basta apenas ter um site, cuja primeira página constitui um cartaz dos filmes a exibir (aliás parece que a Câmara virou agora em "magano",- com o devido respeito pelo Sr. Manuel Simas, já falecido, que proporcionou a tantos picoenses o gosto pelo cinema- pois não tem mais nada a dizer no seu site e na pág. autárquica de O DEVER, se não anunciar a próxima fita...

4. Não basta ter um sítio na net. É preciso carregá-lo, assiduamente. com informações.
A Câmara não paga bem a um senhor e respectiva empresa de Évora para efectuar essa tarefa? Então? É só promover os poetas e literatos de fora? Pudera! Quando não há raízes que liguem as pessoas a uma determinada terra, quando não há uma matriz cultural que liga o cordão umbilical ao Pico, quando as ligações são meramente interesseiras ou comerciais, é isto que acontece. Por isso é que não gosto de "estrangeirados". Temos gente aqui que sabe fazer tão bem como os de fora. E com uma vantagem. Estão sempre aqui e sentem a terra como sua. Não são mercenários.

P.S. Recomendo a quem pretender seguir a vida nas Lajes, que se ligue ao espaço thalassa e veja ao menos o movimento na pesqueira.
publicado por sim às 23:21

01
Fev 06
Fevereiro chega com um novo plano e orçamento camarários. Não se espera muitos projectos e realizações, mas que ao menos os que estão previstos sejam cumpridos e sem grandes gastos para não avolumar a dívida.
publicado por sim às 13:57

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