Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

30
Out 06

O repto lançado aos lajenses para se sugerir à Câmara projectos a executar nas Lajes no próximo ano, teve uma grande aceitação junto dos bloguistas.

Mas agora, a pergunta que se impõe é esta: Que fazer e como firão chegar as sugestões ao Executivo camarário, sabendo, embora, que ele tem conhecimento do que aqui fica escrito?

A minha sugestão é esta: Os deputados da Assembleia Municipal, quer os da oposição quer os do PSD, não podem esquecer estas propostas, sob pena de estarem a negar o "feed-back" deste meio de comunicação.

Mas venham daí outras sugestões.

 

publicado por sim às 18:11

22
Out 06

O Município lajense está a preparar o próximo plano e orçamento para 2007.

Vamos dar um contributo aos autarcas deste concelho para, no exercício do direito de cidadania, apontarmos o que julgamos deverá ser executado no próximo ano com as verbas oriundas da União Europeia, do Orçamento do Estado e das taxas dos munícipes.

Venham daí as sugestões ( e não se diga que só falamos mal do concelho), sabendo-se, entretanto, que alguns projectos previstos para 2006 não serão concretizados, por motivos vários.

Quais as necessidades das Lajes que compete às autarquias - Junta e Câmara - e Governo  realizar?

E que contributo deve dar a iniciativa empresarial privada no desenvolvimento da Vila e do Concelho? E em que áreas?

publicado por sim às 19:35

17
Out 06

 

A Câmara Municipal, através do escriba-mor da côrte,  tem-se multiplicado em prosápia laudatória na imprensa local, publicitando o dito e o feito.

Tamanha ousadia e petulância foi ao ponto de comparar a abertura do concurso de ampliação do Museu dos Baleeiros, com o arranjo do passeio em frente, com a conclusão do Forte de Santa Catarina, com a Piscina de Santa Cruz, a recuperação em curso do edifício da Fábrica da Baleia, o novo Campo de futebol das Lajes, “mais tratamento de águas, mais recolha selectiva de lixos, mais caminhos, zonas balneares, etc”, concluindo: “e nós continuamos à espera da ampliação do Museu.

 

Tamanha presunção vem de quem pretende passar a imagem de que este é um concelho-oásis, do tipo bóra-bóra, em que a qualidade de vida dos cidadãos já atingiu patamares de excelência nos domínios económico, social e cultural.

Pretender vender a ideia de que a água que consumimos é, toda ela, de excelente qualidade e desconhecer que há centenas de pessoas que vão à Silveira e ao mistério de São João encher garrafões de água para consumirem (como se fazia, antigamente, com a água da fonte da Silveira), ou lavar as suas viaturas, enquanto noutras localidades se bebe água do tanque...

Ignorar que não se executou, como prevê o Plano para 2006, a  “requalificação de arranjos urbanísticos no Bairro Fernão Álvares Evangelho”,  nem se melhorou as zonas balneares da Fonte, do Portinho e da Maré;

Que do novo parque infantil, e do novo mercado municipal nem há primeira nem segunda pedra lançadas...;

Esquecer que os caminhos municipais, tal como as anteriores obras previstas no Plano de 2006, estão degradados e afectam veículos e proprietários... com tudo isto e muito mais que  no concelho está por fazer a um trimestre do fim do ano!...deve ser confrontada a Câmara.

Não é possível que esses projectos sejam iniciados, dados os prazos legais de lançamento, exame e adjudicação das obras.

Quer isto dizer que muito do DITO e PROMETIDO, NÃO SERÁ FEITO.

Quanto à fábrica da Baleia, não faltava mais nada senão o Município, com uma veleidade parola, pretender retirar importância ao Museu dos Baleeiros – o mais visitado dos Açores. Apenas para relevar a Fábrica da Baleia, designada por centro de artes e de ciências do mar, consideranda no Plano “o ponto central da rede de equipamentos do nosso concelho.”

É uma visão míope, uma visão paroquial, que não se compagina com a abertura de espírito que esses projectos podem proporcionar, desde que os responsáveis tenham uma visão universalista e não sectária ou elitista da cultura.

 

Reconstruir a antiga Fábrica da SIBIL foi o mais fácil. Resta saber – e temo que não – se a Câmara tem a noção e sabe o quê e como instalar no seu interior o núcleo científico e museológico que tanto apregoa. Será que o reitor da universidade já respondeu afirmativamente ao pedido de apoio público mas deslocalizado, da Presidente em cerimónia oficial? Ou a intenção ainda não chegou ao departamento competente?

Estas é que são questões que os responsáveis municipais deveriam abordar e esclarecer nos bem pagos espaços autárquicos dos jornais. E deixar-se de promover fitas como se as Câmaras fossem empresárias de cinema.

Há, de facto, actores secundários, que pretendem ocupar o papel da actriz principal, mas isso só acontece porque uns e outra são tão maus, tão maus, que dão cabo do argumento e da realização do filme.

 

publicado por sim às 23:55

11
Out 06
A secretária regional do Ambiente e do Mar, Ana Paula Marques, anunciou, nas Lajes do Pico, que o Governo Regional vai avançar, de imediato, com a preparação do caderno de encargos tendo em vista a construção de um Eco-Centro na ilha do Pico. No final de uma reunião com os presidentes das três câmaras municipais da ilha, Ana Paula Marques justificou a decisão com o facto do Eco-Centro constituir, a infraestrutura que “faz mais falta” à resolução do problema dos lixos no Pico. (LUSA)
Não passa só por aqui a questão dos lixos.
Passa pela instalação de contentores e de ecopontos em número satisfatório, para que as pessoas não atirem o lixo em sacos de plástico para os serrados vizinhos ou para as bermas das estradas.
A educação para a separação, recolha e tratamento do lixo passa por uma campanha de esclarecimento bem organizada junto das escolas e junto da população, como aconteceu há anos noutros locais, pela existência de equipamentos de recolha e selecção convenientes, e, até,pela cedência de sacos plásticos aos cidadãos, como acontece em Lisboa. De que serve fazer a selecção doméstica dos lixos se os serviços juntam o lixo todo?...
Neste campo já estamos atrasados, o que demonstra a falta de sensibilidade dos autarcas para este problema.
Quando outros países já ganham dinheiro com a compostagem dos alimentos e a produção de energia, estamos nós a atirar os carros velhos para as ribanceiras, para as pastagens e mistérios, para a rocha...
É passar pelas Lajes e pelo concelho e ver quantos contentores e ecopontos existem, se bem que as populações reclamem a colocação de muitos mais!...
A mudança de mentalidade passa, sobretudo, pelos autarcas.
publicado por sim às 09:55

07
Out 06

Sara Santos na página autárquica de O DEVER vem explicar aos munícipes quais os objectivos da empresa municipal que pretende criar. Segundo ela, destina-se à “criação, implementação, desenvolvimento, instalação, gestão, participação e conservação de equipamentos turísticos, desportivos, recreativos, culturais, ambientais e habitacionais de âmbito local no Município das Lajes do Pico.”

E acrescenta a edil: "Desta forma, damos um passo importante e decisivo para o desenvolvimento do Concelho, gerindo de forma mais proveitosa e racional os bens comuns e criando capacidade acrescida de investimento público e privado.».

Pela primeira vez Sara Santos admite - o que aqui é repetido - que a Câmara não gere proveitosa e racionalmente os bens comuns, nem tem tido capacidade para criar investimentos público e privado.

A autarca passa um atestado de incompetência à Autarquia a que preside, como serviço público que é. Confessa que uma empresa gerirá a "coisa pública" com mais eficiência, nas competências que lhe são confiadas pela lei.

Com gente desta e conceitos destes, nada mais resta senão fechar a porta do Município mais antigo da Ilha.

Que dizem os eleitos locais, tão zelosos das suas competências autárquicas e do poder político que a constituição lhes confere? Aceitam a gestão de dinheiros públicos por gestores políticos, economistas ou aprendizes de empresários?

Empresa Municipal para quê? Para gastar-se mais dinheiro com o pagamento de honorários aos "gestores", pessoal de gabinetes, viaturas, deslocações e outras mordomias?

Precisamos de FAZER e não de DIZER QUE SE VAI FAZER

publicado por sim às 10:53

04
Out 06

Estão, em Lisboa, os Presidentes de Câmaras e vereadores, reunidos em congresso, para protestar contra a proposta de lei das finanças locais que visa obrigar os autarcas a gerirem os recursos financeiros do nosso país.

Foram cerca de 800 a Lisboa. De todo o país, inclusivé dos Açores, por isso as suas deslocações custaram mais ao herário público. A todos nós.

Foram, com passagens pagas, grandes ajudas de custo para hotéis e lautas refeições, subsídios de representação, tudo pago pelo orçamento do Estado - pelos nossos impostos.

Mas os autarcas municipais discordam. São gulosos. Dizem, que precisam de mais dinheiro, para o gerirem como bem entendem, sem serem responsabilizados por eventual má gestão ou incompetência, alegando que estão mais próximos das populações - o que é verdade!

O povo que os elegeu, que pague tudo: os seus fartos ordenados e os dos seus acessores e secretários particulares e espere, pacientemente, pelo melhoramento de caminhos, de saneamento básico, abastecimento de água que o dinheiro não chega para viagens, festas e recepções...

A democracia e o povo, não concordam com protestos elitistas de quem não quer perder benesses, nem mordomias e fala alto como se esses felizardos fossem os reizinhos deste país e dos concelhos.

No dia em que se celebra a Implantação da República, onde chegou o poder! 

publicado por sim às 18:52

02
Out 06

 

O Lajense começou mal a época. Tem novo treinador, o plantel mudou para pior e os resultados estão à vista. A equipa, que tantas glórias deu a esta terra, está pelas ruas da amargura e é o bombo da festa.

A falta de recinto para treinos e jogos, nas Lajes, não explica tudo. O Clube e a equipa de futebol, tem vindo a decair de ano para ano.

Quando assim é, o melhor é encontrar-se novos dirigentes, com novas ideias, que não estejam apegados "ao balcão" e às cadeiras do bar do clube. Antes que seja tarde de mais, e a situação financeira do clube (alguém sabe qual é?) se agrave irremediavelmente, como esteve prestes a acontecer o passado recente.

O Lajense é dos sócios, por isso, há que responsabilizar e pedir contas aos actuais dirigentes e dar a volta a isto!!!

publicado por sim às 11:03

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