Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

29
Set 08

O Parlamento Europeu afirmou, a semana passada, que "os blogues constituem um novo contributo importante para a liberdade de expressão e são cada vez mais utilizados por profissionais de comunicação social e por particulares". Aquela instituição parlamentar dos 27 estados membros da União Europeia, releva a importância destes meios de comunicação social e a necessidade da criação de um estatuto editorial que defenda os seus autores e os acautele da ingerências externas.

Manifestou também a importância destes novos meios de comunicação na construção da democracia e da participação cívica dos povos.

 

O mundo está a mudar! A blogosfera dá um contributo muito importante para a globalização das culturas, das linguas, do pensamento e dos direitos humanos.

 

publicado por sim às 13:07

26
Set 08

Morreu, no passado dia 24, no Hospital de Ponta Delgada, o escritor e Prof. José Dias de Melo. Tinha 83 anos.

Ainda este ano esteve entre nós, para passar o Espírito Santo e lançar alguns dos seus melhores livros: Pedras Negras, Mar Pela Prôa e Mar Rubro.

Na freguesia de São Mateus, onde viveu algum tempo da sua infância, foi-lhe prestada uma homenagem que muito o sensibilizou,  aquando do lançamento do seu último livro "A montanha cobriu-se de negro".

Dias de Melo, queria ser marinheiro e escritor. Foi talvez o maior na literatura de temática açoriana e, certamente o melhor escritor baleeiro.

Como docente leccionou na Escola 2/3 das Lajes do Pico.

Amiúde conversava com os velhos baleeiros das Lajes, na banqueta da casa da Alfândega - Mestres Manuel Garcia, Gil e outros. Considerava-os grandes baleeiros porque conheceu como eles,  os tormentos da caça à baleia.

A Ilha e todo o Concelho, que ele tão bem soube recriar nas suas narrativas, merecem perpetuar o seu nome. Dias de Melo andou por aí, como um cidadão simples, homem do povo recolhendo a cultura popular, amigo do seu amigo, defensor de quantos (não)tinham numa mísera soldada o sustento das suas famílias.

O património baleeiro não são só as canoas, as casas dos botes, o museu e as fábricas. O património baleeiro são os seus livros de temática baleeira.  

A Calheta muito lhe fica a dever, os baleeiros também. O Pico e o concelho das Lajes perderam o seu maior escritor e como tal devem encontrar formas de preservar a sua memória.

 

publicado por sim às 21:19

13
Set 08

Estas são imagens do projecto do futuro Parque Temático Jardim da Baleia. Estão patentes no local que outrora foi o campo de futebol. O lançamento do concurso foi anunciado até ao final do ano.

É um projecto interessante, mas as imagens, necessitam de mais informação para que se saiba as funções de determinados espaços. Creio que há um anfiteatro ao ar livre, um pavilhão para conferências e exposições, e espelhos de água. Será que o espaço interior da baleia é para ser utilizado? Poderia ser um espaço multimédia.  Sugiro também que se retire o parque de estacionamento, contíguo, do lado do mar.

Para quê tanto espaço reservado aos automóveis, quando as novas orientações são para retirá-los o mais possível dos circuitos urbanos? Se faltam mais espaço, há mais junto ao parque de campismo, onde estão algumas embarcações, E depois, por que não promover o uso dos velocípedes com e sem motor?

Será que está previsto um circuito pedonal onde se possa andar em piso melhor que o das ruas da vila?

 

publicado por sim às 11:18

05
Set 08

No próximo dia 6 o Presidente do Governo desloca-se às Lajes para proceder à inauguração das obras de ampliação do Museu dos Baleeiros das Lajes do Pico.

O acto inaugural terá lugar às 11h30.

Este empreendimento vai dotar aquela instituição museológica, a mais visitada dos Açores, com novos espaços para poder expôr e acautelar todo o espóleo reunido ainda antes da inauguração/abertura do Museu, em 28 de Agosto de 1988, Domingo de Lourdes, pelo Presidente do Governo em exercício, Raúl Gomes dos Santos. 

Recorde-se que o Presidente da Comissão instaladora do Museu foi Helder Dinis, Ermelindo Ávila o secretário e Francisco Joaquim Machado o tesoureiro.

Entre o ano da abertura e 1997, o Museu recebeu cerca de 160 mil visitantes, o que demonstra bem a sua importância e complementaridade na actividade do whale-watching. 

Importa que o Centro de Artes e de Ciências do Mar e o Museu dos Baleeiros se comportem como estruturas complementares. Só assim as Lajes retirarão proveito dos investimentos feitos na área da cultura quer pelo Município quer pelo Governo Regional. 

 

publicado por sim às 19:44

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