Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

08
Jan 09

Crescem as interrogações sobre o lançamento a concurso da Nova Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico.

O projecto foi, inicialmente, contestado pelo anterior Presidente da Câmara Cláudio Lopes e, posteriormente, defendido como a melhor opção; idêntica atitude tomou a sua sucessora e actual Edil; o mesmo sucedeu aos deputados socialistas picoenses que tomaram a defesa da ampliação do actual edifício e, depois, numa fuga em frente e, certamente, respondendo a forças sociais e políticas entre as quais o PS das Lajes, mudaram de opinião e apressaram-se a acautelar os terrenos para que não se construísse no Biscoito.

Mas já passaram mais de dois anos. e até agora, NADA!

Nessa altura, já os docentes e a direcção da escola reivindicavam  a necessidade urgente de melhores instalações e equipamentos escolares, como tem feito o Governo noutras escolas e concelhos.

Teme-se, todavia, que, perante a crise, o Governo desvie as verbas  destinadas à construção da Escola  para sectores económicos destinados a beneficiar a saúde(?) das empresas e a manutenção de postos de trabalho. E o ensino em que fica? Passa a parente pobre?

Esperemos para ver o novo plano e orçamento do GRA para 2009.

Uma coisa é certa:

a Escola das Lajes, remodelada ou construída de raiz, é um projecto que não pode esperar mais tempo, nem andar ao sabor de conjunturas e de interesses muito questionáveis.

OS LAJENSES: PAIS, ALUNOS, DOCENTES E A COMUNIDADE EM GERAL, CLAMAM POR JUSTIÇA, POIS TÊM TAMBÉM DIREITO A UM ENSINO MINISTRADO EM BOAS INSTALAÇÕES, PARA BENEFICIAR A POPULAÇÃO ESCOLAR, FUTURO DA NOSSA TERRA.

publicado por sim às 16:33

01
Jan 09

2009 chega carregado de espectativas, de esperanças e de velhos anseios.

Os lajenses, nos últimos anos, viram concretizados projectos antigos: Muralha de Defesa, Porto de recreio náutico, Ampliação do Museu dos Baleeiros, a cargo do Governo Regional; O novo camo de futebol, a recuperação do Castelo e da Fábrica da Baleia, por iniciativa da Câmara.

A Câmara, no Plano e Orçamento para o presente ano, - fim-de-ciclo do executivo autárquico- fez cair o contestado projecto do Teatro Municipal, devido à sua localização, mas não respondeu ao destino da Casa Maricas Tomé, exemplo negativo de má conservação urbana que outros proprietários privados poderão, impunemente, seguir. Será que o Governo Regional desinteressou-se do imóvel que é propriedade da Câmara?

Se sim, por que não dar-lhe outro destino: Novo Paços do Concelho ou até uma Unidade hoteleira integrada no casario?

2009 lança-nos o interessante desafio e aos poderes públicos sobretudo, de encontrarmos no mar, no ambiente e em actividades afins, novas iniciativas empresariais de que tanto necessitamos.

Para tal, e à semelhança do que municípios pequenos do interior continental têm feito, há que fazer estudos económicos e proporcioná-los a jovens empreendedores que, com benefícios, se queiram fixar entre nós.

Esta é a saída para a crise e para o desenvolvimento a que temos direito.

A hora é de acção. Não percamos tempo porque o futuro é de todos!

publicado por sim às 22:58

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