Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jun 08

Defendo, desde há muito, que as Lajes necessitam de ampliar a sua malha urbana para outras zonas que estão próximas da vila e são a sua expansão natural.

Os terrenos onde foram construídos armazéns e oficinas, ao cimo da Ladeira, no Ramal de Saída da Vila, são espaços adequados para a instalação de novas urbanizações, que poderiam estender-se até à estrada regional em direcção às Terras.

É verdade que são terrenos muito produtivos da reserva agrícola. No entanto, quer acima quer abaixo da estrada regional, a construção de habitações valorizaria muito aquela área e os seus proprietários, cada vez mais cansados das labutas da terra, tirariam mais-valias apreciáveis de campos de cultivo que dão poucos rendimentos.

O próprio Governo Regional, poderia dar o ponta pé de saída, instalando ali habitações sociais e em regime de custos controlados, que são uma forma de fixar os jovens e a população.

Houve até quem chegou a sugerir que a futura Escola, já que tem de sair da Vila, ao menos ficasse mais próximo dela, nos terrenos que acabámos de referir.

Como nada é estático e as circunstâncias aconselham a repensar, permanentemente, as situações e os projectos rumo ao futuro, os cidadãos e os responsáveis devem encarar este assunto com a máxima abertura.

publicado por sim às 01:10

Como se vão desanexar aqueles terrenos da zona agrícola, transformando-os em Zona Habitacional? E quanto à Escola, deixem-na estar como está e gastem o dinheiro na educação cívica dos pais dos alunos. Por aí é que deveriam começar. O Governo só faz habitações sociais a preços controlados na Ilha dos Açores-São Miguel. No Pico só faz o que não deve e nem fiscais tem à altura para as suas próprias obras. A Casa da Montanha no dia que foi inaugurada chovia-lhe dentro. Mas que é isto??????????????????
Anónimo a 26 de Junho de 2008 às 22:26

Aí está uma das acções que a "cidadania" poderia identificar como salutar... Como não estive lá, quem é o cidadão que se poderia identificar, claro que só perante o departamento legítimo - julgo que a Direcção de Serviços de Conservação da Natureza, ao Matos Souto - Piedade - que não neste espaço cibernauta...
Rui Pedro Ávila a 27 de Junho de 2008 às 17:48

Se a autarquia justificar a necessidade de construção de niovas urbanizações na área, o Governo não se oporá. Houve mesmo um secretário regional que colocado perante essa hipótese afirmou que desde que não ultrapassasse os 150 metros da faixa de rodagem da estrada, que essa autorização seria concedida.
E será que a autarquia já manifestou ao Governo a necessidade de este construir habitações a custos controlados? É que a própria autarquia também pode construir essas habitações com comparticipações do GRAçores e do Instituto Nacional de Habitação, como o fazem outros municípios açorianos.
Se o não faz é,provavelmente porque nãpo julga que o problema da falta de habitação seja premente.
José de Brum a 26 de Junho de 2008 às 23:39

Ai não que não é, por isso foram muitos casais jovens para outros sítios porque aqui nas Lajes sempre lhes dificultaram a vida, se era por causa do ambiente era por causa doutra coisa. Por isso andamos para trás. O município pensa é pela cabeça de outra pessoa e não pela autarca eleita. Não se está mesmo a ver?
Anónimo a 27 de Junho de 2008 às 16:47

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