Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

24
Jul 08

 

Estão em execução os melhoramentos, há muito aguardados, na estrada regional da entrada norte das Lajes, entre o cemitério e a ladeira de São Francisco.

A construção de passeios vem melhorar a segurança dos peões. Espera-se, porém que se tenha tomado em conta a legislação no tocante ao rebaixamento dos lancís, para que as pessoas com deficiências motoras tenham acesso mais facilitado quer à Igreja de São Francisco, quer às repartições públicas.

Cabe à Câmara Municipal, instalar ou uma escada mecânica para os deficientes motores e idosos, ou construir uma rampa de acesso que poderá ficar em frente à Igreja, de forma a servir todos.

 

Bancos escondidos...

Estão encostados, junto a uma parede ao cimo do Ramal da Vila, dois bancos do largo da matriz.

A sua falta está, por demais, a ser sentida no local para que foram adquiridos.

Solicita-se a sua reposição a quem de direito e espera-se que não tarde! 

 

 

publicado por sim às 19:17

Estou plenamente de acordo. Até que enfim que alguém levanta este problema que já vem de há muitos anos.
MA
Anónimo a 24 de Julho de 2008 às 21:05

Ja nao era sem tempo, pois adivinha-se que a festa dos baleeiros deve estar para breve, sera que vai haver alguma festa, algum concerto, programa onde andas. Pois tem que se mostrar que se fez alguma coisa, né. É a vila das obras de santa engracia.
curioso a 25 de Julho de 2008 às 02:21

Eu já me tinha lembrado disso!
Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 08:19

Porque não outros bancos, com costas, como os que estão defronte da Matriz e encostados à Casa da Dª. Inês e Junta de Freguesia, como acontecia há anos e que é onde efectivamente existe sombra durante toda a tarde? Esses ""brancos e marmorentos" no sítio onde estavam só para "decoração" que não para descanso e lazer de quem quer que seja. Vejam se alguém se senta no que ainda lá sobrou?
RUI PEDRO AVILA a 29 de Julho de 2008 às 11:28

No meu tempo de menino e moço, existiam no Cruzeiro vários bancos de madeira e com costas, onde as pessoas se sentavam à sombra das árvores. Hoje, semelhantes a esses, existem apenas dois. Como não há fome que não dê em fartura, espero, ainda, ver por lá mais alguns. Será tudo uma questão de sensibilidade...
Tem razão o Rui Pedro, quando se refere aos bancos a imitar mármore. Não servem para "coisissima" nenhuma.
artur xavier a 29 de Julho de 2008 às 22:25

Ou em alternativa plantar naquele jardim umas árvores para fazer sombra
Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 23:06

E porque não plantar umas árvores naquele jardim e aí já tinhamos sombra
Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 23:11

Porque será que não existe bom senso e sentido de estética em conjunto quanto se planeiam espaços públicos?
Ultimamente os espaços públicos parece que deixaram de ser feitos com vista ao uso pelo público, mas com a ideia de mostrar marmore ou cimento para causar impressão e ganhar votos.
Largo Ermelindo Machado Ávila, Jardim em frente do edificio dos CTT, "aquela coisa" no Ramal das Terras ou projecto para o Jardim em frente do Passal em Santa Cruz são exemplo da falta de sentido estético e do esquecimento da sua utilidade e sentido de existir, o uso diário pelos cidadãos.
Os jardins em espaço público devem existir para uso do cidadão e para o embelezamento de um espaço que é de todos e para todos.
Fazer um Jardim para mostrar cimento, mármore ou bancos que ninguém usa por não convidarem ao descanso por não serem confortáveis ou abrigarem dos elementos, não tem lógica e é desperdicio de dinheiro de todos nós com vista a mostrar obra e ganhar votos.
Está na hora dos políticos em geral darem o passo em frente e pensar nas pessoas como cidadãos e não como eleitores.
MRodrigues a 30 de Julho de 2008 às 00:47

feios como eram é mesmo bom é esconde-los...
Anónimo a 30 de Julho de 2008 às 12:56

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