Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Abr 09

Estamos na Semana Santa e o povo das Lajes acorre à sua Igreja Matriz para celebrar a morte e ressurreição de Jesus.

O edifício encontra-se, a olhos vistos, num estado bastante degradado.

Mas, ao que consta, vão ser efectuadas obras de reparação do imóvel que, com o rodar dos anos, apresenta infiltrações de água. 


Os Lajenses, daqui e da diáspora, que construiram este grandioso templo, gostariam de colaborar mais na sua recuperação.

Porém, precisam de saber o que se pretende fazer.

É preciso, pois, que de alma aberta e com espírito franco, se explique qual é o projecto que

está delineado, para que TODOS COLABOREM com quem tem, em primeira instância, a responsabilidade de zelar pelo património religioso.

Esperamos que, aproveitando as cerimónias desta semana, o nosso Pároco, que muito se tem empenhado na sua execução, se pronuncie sobre este necessário empreendimento.

Não há nada pior que o diz-se, consta e parece. Falar abertamente do que se vai fazer, para envolver e responsabilizar mais gente neste projecto, é um procedimento pastoral que pode dar muitos e bons frutos na paróquia.

Boas Festas Pascais!

publicado por sim às 13:13

OBRAS NECESSÁRIAS HÁ ANOS.VONTADE POLITICA TEM FALTADO.MAIS FACILMENTE SE PEDEM MILHÕES PARA SALÕES DE LIGAS E SOCIEDADES COM AFLUENCIA SAZONAL E NÃO SE PEDEM TOSTÕES PARA A CASA DE QUASE TODOS NÓS. NÃO RENDE VOTOS AOS FARISEUS DA ILHA. QUE AO MENOS NESTA PÁSCOA QUE DEUS LHES PERDOE.
lisboeta a 7 de Abril de 2009 às 16:47

É uma pena verificar o estado de degradação a que chegou aquele Templo. Ainda me recordo da fase final da sua construção e imagino quão grande foi o esforço que diversas gerações de Lajenses tiveram de suportar, para levar a cabo tão gigantesco empreendimento.
Aquando do sismo de 1998, porque não foram destinadas umas migalhas, do então grandioso bolo, para acudir à Igreja Matriz das Lajes do Pico?...
Se é certo que a Comunidade local não se pode alhear de tão nobre tarefa, não é menos verdade que ela - Comunidade, hoje, encontra-se bastante reduzida. Infelizmente! Apesar disso, todos terão a obrigação de fazer um último esforço - e disso não se poderá alhear, de nenhum modo, a Câmara Municipal. Porque se teve capacidade financeira para levar a cabo outras grandes obras, terá, forçosamente, a obrigação, ainda que moral, de dar o seu contributo para que não se deixe de preservar o património que os nossos antepassados, sabe Deus com que sacrifícios, tiveram a coragem e a ousadia de colocar de pé.
Uma Feliz e Santa Páscoa para todos.
artur xavier a 8 de Abril de 2009 às 00:44

Separação rima com política e relegião
Anónimo a 8 de Abril de 2009 às 09:10

Todos não deixam de ter razão.
Umas migalhas dos milhões da reconstrução, talvez o dinheiro que se gastou nos "bunkers" que se fizeram no Misterio, na Silveira, enfim, por esse Pico, sem resultados positivos, teriam dado para os beneficios da Mariz da Vila.
Mas como se diz, não dão votos, e é pena.
Não vale a pena chorar no molhado. Vale a pena é avançar com os pezinhos bem assentes no chão, esquecendo, rimas e babuzeiras.
Anónimo a 8 de Abril de 2009 às 14:15

O que se pretende fazer? Julgo que é restaurar o que está degradado. Não me parece que sejam necessárias grandes explicações... Sempre se tem falado na renovação total da fachada principal, o que, segundo diz qualquer entendido passa pela "picagem" do reboco actual e posterior novo reboco em cimento e areia além de pintura de paredes e de portas e janelas. É necessário tanto alarido? Os cristãos lajenses sabem-no bem que é isso que falta fazer. As obras das igrejas do sismo de 98, foram elencadas pela Comissão de Reconstrução das Igrejas do Pico - CRIP . Se esta lá não foi incluída não é a altura de procurar culpados, que até já nem andam por aí possivelmente. Vamos sim dar a nossa ajuda porque, segundo refere o post "vão ser efectuadas obras de reparação do imóvel", então é tempo de ajudar, os que o quiserem fazer de boa-vontade .
Rui Pedro Ávila a 9 de Abril de 2009 às 00:06

Sr. Rui Pedro: ouvi falar que querem substituir o corredor de madeira por um corredor de pedra. Ora o Sr. sabe que a igreja já é fria no inverno e fresca no Inverno, por isso não precisa de mais pedra, nem de madeira naquele corredor.
Gastar dinheiro naquilo é mais uma despesa desnecessária.
Gastem esse dinheiro e substituam as lâmpadas dos candeeiros, como faz cada um em nossas casas e gastem menos electricidade.
Gostaria que o Sr Padre é que desse as explicações, ou não lhe parece?
Os de S.Roque tem uma igreja muito profeita e estão a pagá-la. Bem bom. Ao menos eles mexem-se e juntam-se para isso. Aqui não há quem nos junte. Parece que somos ovelhas perdidas na serra.
praticante a 9 de Abril de 2009 às 19:45

Não tenho que me pronunciar sobre o que o P. Rui deve ou não fazer, parece-me que, quando já se entra pelo "corredor" ou sua substituição, o que se quer é "pegar por qualquer coisa". Por mim, já colaborei e poderei voltar a colaborar. A campanha este meses no jornal "O Dever" o jornal da Paróquia, quem quis colaborar fê-lo, quem o quiser voltar a fazer, também sabe muito bem que o pode fazer. Felizmente que muitos anónimos também o fizeram sem discutir o que se ia fazer na Igreja. Mas às vezes parece que se atear o "fogo" e não é por mais uma acha para a fogueira que as obras não irão concretizar-se e talvez mais depressa do que muitos esperavam...
Rui Pedro Ávila a 10 de Abril de 2009 às 14:11

Concordo em parte com os comentários. São muitos anos, demasiados, à espera de uma simples pintura, e a tinta já esteve bem mais cara. Não entrando por outras obras também necessárias. Mas e não podendo deixar de referir que, as grandes obras por alguém apregoadas em nome da Camara ( campo de futebol - o último concelho da ilha a tê-lo, até uma freguesia - São Mateus já um tinha; Salões Sociais - é vê-los as moscas inclusive anuncia-se o fecho do bar de um dos mais antigos. Não me venham dizer que a Câmara ao longo destes últimos mandatos não conseguiu verba, mas se pensarmos que aí vem um teatro para grupos internacionais, não esquecendo que temos cá um afamado escritor, coronista, ensaiador... a falta que esse homem não faz nesses teatros por esse país afora. É preciso não esquecer que as exibições de filmes no Auditório Municipal tem dias com quatro e cinco pessoas.
Tiquinho a 9 de Abril de 2009 às 01:03

Boa noite a todos. Sou de opinião de que a Câmara deve dar um contributo financeiro com relevo - uns 25% a 30% e ajudar para que o Governo Regional dê mais uma parte igual. Agora, com esta presidente da Câmara, não sei se tal é possível e se ela tem força para ser ouvida pelo Carlos César e seus mutchachos, é uma dúvida que me assiste há imenso tempo e por isso, confesso, que esse e outros motivos me têm levado a repensar no voto que dei há quatro anos e agora ir votar PS pela primeira vez.
Zé da Ribeira a 10 de Abril de 2009 às 21:14

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