Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jun 10

Há dias fartei-me de rir com um artigo publicado nO DEVER sobre tudo e sobre nada.

Aceito, plenamente, a opinião dos outros, desde que não digam asneiras, nem emitam juizos de valor sem nexo e sem o mínimo de razoabilidade. Mas não. Esse era demais. Pretendia ser uma reflexão sobre um assunto sério e não apresentava seriedade nos argumentos.

Há dias fartei-me de rir sobre um artigo publicado nO DEVER.  O pior é que isto está a acontecer com uma certa frequência, com opiniões publicadas em jornais, nomeadamente, sobre a alegada e gravíssima crise, seus contornos e origens.

Será que as pessoas não lêem, antes de publicarem, o que escreveram?

Já dizia um escritor: rasga o que escreves quantas vezes forem necessárias, até que da tua pena saia o que realmente deve ser publicado.

Seria bom que quem pretende fazer doutrina, firmasse primeiro a sua argumentação em juizos correctos, rectos e verdadeiros. Caso contrário, soa a falso e a brincadeira. A anedota, pois a farsa, mesmo para fazer doutrina é um género literário que nem todos os homens de letras sabem usar.

publicado por sim às 22:56

Também li esse escrito, da pena do director , o que é muito grave. Como pode um Bispo aceitar que um dos seus enviados entre a falar de tudo sem saber nada do que fala?
Tenho a impressão de que a instituição onde milita este responsável, aqui neste Pico, não passa duma mentira.
A culpa é de quem manda
Anónimo a 16 de Junho de 2010 às 07:55

Se é sobre o texto completamente tolo de um tal Paulo Silva, estou completamente de acordo consigo. Se não é, não sei a que texto se refere. Vou-me pôr a adivinhar...
Anónimo a 16 de Junho de 2010 às 12:56

Boa tarde,

Como não tenho o seu email, e desculpa por ser desta maneira, eu publiquei um artigo no meu blogue sobre o futebol Lajense e gostaria imenso que o colocasse no seu espaço.

Futebol lajense, que futuro…

Entendi que devia escrever sobre o futuro do futebol lajense. Porque, apesar de se dizer - e nalgumas situações até se pode constatar, que no contexto da ilha do Pico, estamos atrasados em relação a outros concelhos, digo-vos que, quer pelo nosso passado colectivo, quer pelas excelentes condições que possuímos, deveríamos ter uma equipa de futebol a disputar a Série Açores.
Mas, sabemos bem, qualquer modalidade desportiva deve ser sustentada por uma boa formação, já que esta contribui de forma essencial para a qualidade e sobrevivência, quer da modalidade em particular, quer do desporto em geral. Porque, se assim não for, o projecto não terá futuro pois as dificuldades serão imensas e complexas e, inevitavelmente, ficaremos nas mesmas condições em que se encontram outros clubes repletos de problemas financeiros e com seu futuro hipotecado.
Creio que há um assunto que deve merecer a nossa reflexão: será que na nossa ilha do Pico existem condições para se manter o número de equipas actualmente existente, com diversas modalidades? Será benéfico continuarmos a encher nossas equipas com jogadores de fora da ilha que, com honrosas excepções, pouca mais valia trazem ao nosso desenvolvimento desportivo?
Temos que ter referências da nossa terra, apetrechar nossas equipas com jogadores que pelo seu carisma tragam pessoas às instituições e, muito importante, sejam exemplo para os mais novos.
Os clubes do Pico, incluindo, naturalmente o meu Lajense, precisam de pessoas que para além de suas qualidades humanas, sejam muito rigorosos na forma de gerir, apresentem projectos credíveis e ambiciosos e sejam capazes de motivarem as pessoas a viverem e sentirem mais o seu clube, trazendo-as para dentro dele com vontade de o fazer ainda maior.
O Lajense precisa de uma direcção forte, dinâmica, capaz de criar condições para se fazer um trabalho de qualidade e, naturalmente, isso só se consegue com pessoas qualificadas e identificadas com o clube.
É bem sabido que os movimentos associativos nas Lajes sentem muitas dificuldades pois nem sempre as pessoas se mostram disponíveis para darem seu contributo. Mas… há que mudar de atitude e de mentalidade, a fim de conseguirmos fazer crescer o nosso clube.
Vale a pena, acreditem!
Claro que o sucesso dum projecto desta dimensão só se consegue com uma grande conjugação de esforços, envolvendo as forças vivas do nosso concelho e, naturalmente, com apoio camarário.
Basta olhar o projecto do Ribeirense .
Os princípios são os mesmos, contribuem para a valorização do nosso concelho, não me venham dizer que é diferente.
Sim, é possível engrandecer o nosso grande clube.
Estou seguro que muitos concordam comigo:
O Lajense tem que ser pensado no seu todo;
O Lajense é o expoente máximo do futebol no nosso concelho;
O Lajense merece estar num nível superior;
O Lajense precisa de todas as pessoas que gostam dele.
O futuro do futebol lajense pertence a quem, realmente, gosta deste grande clube.

Medina
jmmedina@eda.pt a 22 de Junho de 2010 às 16:49

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