Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

08
Out 11

A visita do Governo ao Pico constituíu, para o nosso concelho, uma evidência de que as obras daqui para lá vão ser pensadas e repensadas. Outras, prosseguirão para se cumprir o anunciado pois como diz Rui Veloso "o prometido é divido", mesmo que não seja o mais correto.

 No que concerne às Lajes, nada foi dito sobre a construção da nova escola Básica e Secundária, o que pressupõe que C.César não irá construí-la, nas atuais circunstâncias. É a posição correta. Só faltou foi dizê-lo e explicá-lo.

Todos sabemos que as promessas eleitorais são assim e, quando não cumpridas, deixam mal os atores políticos - os deputados que tanto se afanaram em comprar terrenos e fazer projetos. Esqueceram-se de que os tempos correm e as circunstâncias alteram-se e agora, terão de engolir mais uns sapos...

Faltou nesta visita do Governo uma abertura ao estudo do projeto do porto de recreio das Lajes, por fora do Caneiro.

E faltaram também outros projetos para fixação das novas gerações, nomeadamente, apoios à agricultura ecológica que ressuscite os nossos pomares, cuja fruta deliciosa era enviada para a Terceira e São Miguel, bem como uma campanha de incentivo aos jovens para que regressem à terra e a cultivem de modo mais rentável.

Faltou isto, embora o presidente dos Jovens Agricultoires picoenses tenha assumido uma nova postura neste setor que prenuncia que os jovens estão conscientes de que ser agricultor hoje, vale a pena.

Neste sentido, importa também que o Município repense todos os seus projetos e os adeque ao desenvolvimento da atividade económica.

O tempo dos jardins e dos teatros, deve dar lugar a investimentos mais reprodutivos. Desde Já, para que não se perca o combóio da mudança que aí vem.

Esta semana realizou-se um encontro de grande importância para o desenvolvimento do turismo e das potencialidades marítimas em todo o arquipélago.

Não vale a pena repetir que temos vantagens comparativas nesses domínios.

Importa que canalizemos para aí os recursos disponíveis.

E como está na hora de elaborar propostas de orçamentos e planos, convém que esta seja a bitola das opções dos eleitos locais.

Foi para isso que foram eleitos. Não só para responderem às necessidades básicas das populações, mas para efetuarem análises prospetivas do desenvolvimento deste concelho e realizarem as iniciativas mais convenientes.

É por aí que devemos ir. Não por projetos ultrapassados e não-reprodutivos.

publicado por sim às 15:52

e oito anos depois a recuperação da casa dos botes volta a aparecer num comunicado do conselho do governo!
anonimo a 9 de Outubro de 2011 às 22:23

Acreditem... esta terra nem com autarquia da mesma cor politica ou diferente poucomou nda vai se fazer... apenas umas pequena obra aqui e ali para calar a boca a um ou outro... todo é pensadon repensado e adiado, enquanto noutras paragens promete se projecta se e faz-se...
Carlos Silva a 11 de Outubro de 2011 às 22:21

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