Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

05
Dez 11

2011 está a terminar.

Este é o mês de todos os balanços e de ganhar coragem para tomar novas iniciativas.

Algumas delas, consideradas importantes para o crescimento das Lajes, deverão, ao que tudo o indica, iniciar-se em 2012.

Oxalá essas metas sejam conseguidas, para que não fiquemos para trás.

Algumas das novidades sobre o nosso concelho, delas tomei conhecimento através do jornais: Ilha Maior e Jornal do Pico.

O mais antigo semanário açoriano e o mais antigo jornal do Pico, O DEVER, pouco ou nada informa do que por aqui se passa. Custa-me dizê-lo.

O Jornal do Pico, numa das últimas edições, fazia eco dos projectos municipais para o concelho. Agora é o ILHA MAIOR a fezê-lo. Ambos porque têm a noção de que há notícias para dar aos assinantes das Lajes, e não só, cuja relevância destacam nas suas páginas. Tudo feito por jornalistas, profissionais da imprensa, que dão à sua profissão e aos assinantes do Pico, o melhor do seu esforço.

Ao contrário, as duas últimas ediçõesde O DEVER deram maior destaque de capa à Casa de Manuel de Arriaga, na Horta, e ao FADO-património da Humanidade. E embora o diretor do jornal, escreva sobre "o valor do que é nosso", não chega na capa do jornal, fazer duas referências a Fernando Goulart por ter editado o segundo CD ( num mesmo destaque referia-se a entrevista e o lançamento do CD) e relevava-se também outros assuntos, que os há, (o elevado custo da água no concelho, por exemplo, referido na Pág. Autárquica,  justificava uma explicação municipal para o jornal desenvolver...

E quantas notícias não existem neste concelho!...

Helder Fernandes, fala, com grande acerto e pertinência, sobre a possível extinção da Freguesia da Ribeirinha. Mas não se fala também que a Calheta de Nesquim e São João terão o mesmo fim? Por que não ouvir o que pensam as populações e os seus representantes autárquicos? Dá trabalho? Mas não é possível enviar-lhes perguntas escritas que eles responderão, certamente? Não é este um assunto de interesse para o concelho e para os leitores?

O DEVER é um jornal, propriedade da paróquia, mas é sobretudo um jornal do PICO e dos Açores.

1.300 assinantes são motivo suficiente para uma informação e paginação de melhor qualidade, para já não falar da plataforma digital (leia-se site na Internet) que tarda, por ser um precioso meio de divulgar o jornal no seu 95º ano de vida. (Não são estas as orientações superiores dos responsáveis eclesiais?)

A quem faz o jornal, diariamente,importa ter a consciência de que, semanalmente, à chegada do correio, há uma espetativa do leitor em saber novidades da sua terra. Não ter a noção disto, é tratar um jornal, simplesmente, como uma folha de papel.

É que este não foi, certamente, o sonho do seu fundador, Pe João XAVIER MADRUGA.

 

PS: para não ocupar espaço da edição do jornal O DEVER, utilizo este meio para fazer chegar a minha opinião construtiva aos responsáveis do Jornal.

publicado por sim às 19:26

Concordo totalmente com este post.
Para quem esta longe ler O Dever é estar ligado a sua terra... ou pelo menos devia ser!
No entanto as noticias são telegráficas e anónimas. Em 20 anos alguém que leia o jornal para procurar informação sobre o passado fica a saber pouco ou nada sobre a vivencia dos Lajenses e Picoenses de hoje... Triste!
Percebo pouco de jornalismo mas penso que um jornal semanário local deveria ter uma secção de noticias locais, uma secção de comentários por comentadores semanais, uma secção autárquica, uma secção de publicidade, uma secção de nascimentos e óbitos , uma secção de curiosidades, passatempos com artigos e noticias de edições passadas, uma secção desportiva, uma secção para anúncios e certidões narrativas, uma secção para os politicos e "politiquices", um editorial e está claro uma secção dedicada a Igreja e a religião e moral.
Neste momento o jornal é no mínimo confuso.
Um semanário local como O Dever tem como função não só informar mas principalmente documentar para futuras gerações as vivencias dos Lajenses e Picoenses de hoje.
Marcia Rodrigues a 9 de Dezembro de 2011 às 04:31

Claro, preciso e conciso, Marcia.E não é por ser da igreja.A Rádio Renascença também.
O que falta?Parece óbvio.
E tem outra vantagem, no jornal tem muito menos daqueles sem coluna vertebral, vulgarmente conhecidos por "anónimos".
Herberto
Anónimo a 10 de Dezembro de 2011 às 01:57

A resposta no jornal foi sincera. A carta ao director terá de ser ao Bispo.
Anónimo a 14 de Dezembro de 2011 às 14:08

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