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  <title>LAJES DO PICO</title>
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  <description>LAJES DO PICO - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 22:58:12 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sun, 12 Feb 2012 22:27:35 GMT</pubDate>
  <title>Neo-conservadorisnmo clerical</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/96805.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Antes de mais um ano bom aos leitores que diariamente clicam este blogue, sem que haja uma mensagem nova, de esperança, de alegria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Penitencio-me disso. As novas plataformas digitais, tem-nos disperso por outros caminhos. Os blogues ficam para trás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;No entanto há sinais de esperança muito promissores em vários setores da sociedade. Na igreja também. Digo isto com orgulho e com muita alegria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Esta semana, o Pe Paulo Silva, Diretor do semanário O DEVER, que agora tem uma jornalista estagiária a tempo inteiro, natural das Lajes, a começar carreira,(oxalá que ela fique na terra, que bem precisa!), O Pe Paulo Silva, na sua coluna&lt;strong&gt; O que penso&lt;/strong&gt;, tem uma reflexão sobre o clero que considero muito lúcida e corajosa, sobre trajes antigos que algum clero pretende recuperar &quot;&lt;em&gt;não aceitando as normas conciliares.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Cito o articulista&lt;em&gt;: Ao super valorizar o traje pode-se esquecer o serviço e a doação, será viver em função dos bens, da carreira e do poder. Assim o traje deixou de ser um sinal de comunhão para ser um sinal de autoridade na superioridade. O traje deixou de ser um modo de dignificação para se transformar numa farda que coloca o seu utilizador acima e por cima de alguém, em estar por cima de tudo e de todos&lt;/em&gt;&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt; O melhor será ler o artigo na íntegra pois o autor considera a postura acima descrita como &quot;&lt;em&gt;um neo-conservadorismo clerical, fruto de uma interpretação errada e descontextualizada do sacramento da ordem no contexto atual&lt;/em&gt;&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Uma pedrada no charco, numa igreja que parece amorfa e indiferente ao curso da humanidade. O certo é que &quot;&lt;em&gt;não é ir buscar as receitas do passado que as coisas vão melhorar, novos tempos requerem novas soluções&lt;/em&gt;&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Perante estas atitudes passadistas, Pe Paulo Silva, não tem de penitenciar-se de ser intolerante. Antes pelo contrário!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Outras reflexões sobre este e outros temas, aguardo, como leitor assíduo de O DEVER.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 26 Dec 2011 14:43:56 GMT</pubDate>
  <title>A propósito de um comentário</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/96532.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Um comentário de um leitor, a propósito do post intitulado: Um projeto com pés para andar, incentivou-nos a voltar aos assuntos ali expressos, explicitando algumas das ideias que perfilhamos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não se trata de não concordar com o Hotel no Matadouro. O que sucede é que as Lajes, segundo dizem os entendidos, não necessita de um hotel de grandes dimensões, uma vez que tem edifícios de média dimensão - como a casa da Maricas Tomé, capazes de ali se construir um hotel de charme, de qualidade, de pequenas dimensões, tipo familiar, integrado no espaço urbano, como acontece noutros locais. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Um hotel no antigo matadouro é, para já, uma asneira. Só terá ocupação na época alta que se limita aos meses de Maio a Agosto. Não justifica o investimento. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quando à escola, não me vou repetir. Concorde-se ou não, as minhas ideias foram explicadas no post.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto à ampliação da zona industrial da Vila para a zona do Castelete, já o temos dito várias vezes, é uma má solução!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porque fica mais próximo da Vila, alguns daqueles terrenos deveriam ser desanexados da área agrícola para a ampliação da área urbana e nunca para ampliar a zona industrial. Essa foi já desviada para o Mistério da Silveira/S.João, com a construção do Matadouro Industrial e da Fábrica de Lacticínios. Não se pode continuar a dispersar novos espaços industriais, porque saem caro em infraestruturas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais cedo ou mais tarde, os responsáveis municipais e empresários do setor hoteleiro, vão optar por construir uma nova área habitacional com instalações hoteleiras, na zona sainte das Lajes para o lado das Terras. Aí também se tem uma vista lindíssima das Lajes, da Montanha, da Ilha virada a sul, até à ponta de São Mateus, sobre a baía, área por excelência do whale-watching.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De resto, nesse espaço que vai até às Terras, é possível efectuar uma urbanização dos espaços e a abertura de novas vias, de forma a ali projetar a nova expansão da Vila. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Veja-se o que aconteceu com a construção de novas habitações na Almagreira e na Silveira: foram abertas novas e largas vias? Não. Projectou-se a instalação de serviços comerciais e outros? Não. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novas casas foram construídas, mas sem a preocupação com equipamentos que hoje se tornam necessários ao saneamento básico e à segurança das pessoas, etc. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nenhum plano de pormenor e de boa ocupação do espaço foi efectuado. Mais cedo ou mais tarde isso terá custos muito elevados para a autarquia na concessão de serviços de saneamento. Há erros que se pagam caro e estes, estou convencido, vão custar muito!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seria interessante que outros viessem à liça, com novas ideias e outros subsídios. Todos lucrariam com a discussão.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:24:56 GMT</pubDate>
  <title>Festas Boas!</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/96413.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=yFUmk3q20Hs&quot;&gt;Boas Festas&lt;/a&gt;!!!(ouça a música clicando aqui enquanto lê este extraordinário poema de António Gedeão:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Dia de Natal &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje é dia de ser bom.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de falar e de ouvir com mavioso tom,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comove tanta fraternidade universal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;como se de anjos fosse,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;numa toada doce,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de violas e banjos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entoa gravemente um hino ao Criador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E mal se extinguem os clamores plangentes,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a voz do locutor&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;anuncia o melhor dos detergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e as vozes crescem num fervor patético.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a maior felicidade é a da gente pequena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquela véspera santa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a sua comoção é tanta, tanta, tanta,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que nem dorme serena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada menino&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;abre um olhinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;na noite incerta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;para ver se a aurora&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;já está desperta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De manhãzinha,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;salta da cama,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;corre à cozinha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mesmo em pijama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah!!!!!!!!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na branda macieza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;da matutina luz&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;aguarda-o a surpresa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;do Menino Jesus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jesus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o doce Jesus,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o mesmo que nasceu na manjedoura,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;veio pôr no sapatinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;do Pedrinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;uma metralhadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que alegria&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;reinou naquela casa em todo o santo dia!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fuzilava tudo com devastadoras rajadas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e obrigava as criadas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a caírem no chão como se fossem mortas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já está!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E fazia-as erguer para de novo matá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E até mesmo a mamã e o sisudo papá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fingiam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que caíam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;crivados de balas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dia de Confraternização Universal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de Sonhos e Venturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É dia de Natal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Glória a Deus nas Alturas.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 15:52:03 GMT</pubDate>
  <title>Grupo Coral das Lajes lança mais um CD</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/96029.html</link>
  <description>&lt;p&gt;O Grupo Coral das Lajes do Pico, instituição que muito prestigia os Açores, acaba de lançar mais um CD com temas do Natal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda não as ouvi, mas atrevo-me a recomendá-lo aos meus leitores, sobretudo como prenda de Natal pela qualidade que sempre colocam nos seus trabalhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O seu Maestro e compositor Emílio Porto, um dos expoentes máximos da música coral açoriana - digo-o sem qualquer receio -, no seu blog &lt;a href=&quot;http://altodoscedros.blogspot.com/2011/12/cd-natal-agora-editado.html&quot;&gt;Alto dos Cedros&lt;/a&gt;, faz um resumo das composições interpretadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um voto de Boas Festas ao Grupo Coral, ao comendador Emílio Porto e a todos os intérpretes daquela instituição musical a quem desejamos longa vida, a bem da música, da cultura e da Ilha do Pico.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 20 Dec 2011 17:39:32 GMT</pubDate>
  <title>Um projeto com pés para andar</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/95872.html</link>
  <description>&lt;p&gt;O projeto de requalificação da frente marítima das Lajes, apresentado esta semana à discussão pública, tem pés para andar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em primeiro lugar, porque com a construção do campo de jogos em Santa Catarina, o espaço antigo ficou devoluto, à espera de ser reconvertido num espaço urbano agradável e útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em segundo lugar porque este elenco camarário, tem de cumprir o seu programa eleitoral, se pretender voltar a candidatar-se a mais um mandato. Caso contrário os eleitores não perdoaríam à equipa de Roberto Silva, tamanha inoperância, pese embora a situação difícil de tesouraria que receberam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se se faz ou não um edifício novo para posto de turismo, naquele local ou noutro - em nossa opinião não há necessidade de um posto de turismo quando vários agentes comerciais e o Museu dão essas informações - é um aspeto menor. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desenvolvimento do projeto ditará se se justificam ou não mudanças e supressões de equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O importante é começar-se, desde já, a construir o acesso à maré e as estruturas conexas, e depois avançar com a estrada junto ao muro do campo, onde ficará anexo o jardim da baleia. Por fases, porque o mundo dá cada volta!...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz também todo o sentido avançar de imediato com a reconversão das casas dos botes da lagoa de cima - clube naval - para estabelecer outro ponto de contato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa de cada vez, à medida das nossas possibilidades, e enquadradas todas elas, no mesmo espaço urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já agora e porque não foi dito na sessão pública, o que se vai ou pensa fazer no espaço da Casa da Maricas Tomé? Está pensada que utilização para aquele espaço nobre da Vila, caso a Misericórdia não avance para a sua aquisição?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É que se falou na construção de um hotel no antigo matadouro -ideia de que discordo. A vila não pode ver o seu centro histórico perder dinamismo e população, como disse o arquiteto, e bem!, referindo-se à Escola. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, meus senhores, pensem bem porque o turismo como atividade económica, e os visitantes não procuram desertos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao resto, avançem que já não é sem tempo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 17 Dec 2011 00:25:16 GMT</pubDate>
  <title>Morreu Mestre Portugal</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/95617.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Mestre Portugal, de seu nome Manuel Macedo Portugal de Brum, o oficial da canoa que matou, nos mares dos Açores, a última baleia, em 1987, faleceu em Ponta Delgada, onde se encontrava de visita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Homem bom, de convicções religiosas profundas, respeitador e respeitado e de trato alegre e delicado, Mestre Portugal foi um dos mais destacados baleeiros picoenses. Durante largos anos, dedicou-se à pesca artesanal e industrial, tendo sido mestre de várias traineiras de pesca ao atum, entre as quais o Ribeira do Meio. A sua proximidade com o mar fez dele também um trabalhador portuário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mestre Portugal foi um dos últimos baleeiros lajenses cujas vidas constituirão marcos assinaláveis na história das Lajes e do Pico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que Nossa Senhora de Lourdes lhe dê o eterno descanso!  &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:26:13 GMT</pubDate>
  <title>Carta ao Diretor</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/95475.html</link>
  <description>&lt;p&gt;2011 está a terminar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é o mês de todos os balanços e de ganhar coragem para tomar novas iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas delas, consideradas importantes para o crescimento das Lajes, deverão, ao que tudo o indica, iniciar-se em 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oxalá essas metas sejam conseguidas, para que não fiquemos para trás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas das novidades sobre o nosso concelho, delas tomei conhecimento através do jornais: Ilha Maior e Jornal do Pico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais antigo semanário açoriano e o mais antigo jornal do Pico, O DEVER, pouco ou nada informa do que por aqui se passa. Custa-me dizê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Jornal do Pico, numa das últimas edições, fazia eco dos projectos municipais para o concelho. Agora é o ILHA MAIOR a fezê-lo. Ambos porque têm a noção de que há notícias para dar aos assinantes das Lajes, e não só, cuja relevância destacam nas suas páginas. Tudo feito por jornalistas, profissionais da imprensa, que dão à sua profissão e aos assinantes do Pico, o melhor do seu esforço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário, as duas últimas ediçõesde O DEVER deram maior destaque de capa à Casa de Manuel de Arriaga, na Horta, e ao FADO-património da Humanidade. E embora o diretor do jornal, escreva sobre &quot;o valor do que é nosso&quot;, não chega na capa do jornal, fazer duas referências a Fernando Goulart por ter editado o segundo CD ( num mesmo destaque referia-se a entrevista e o lançamento do CD) e relevava-se também outros assuntos, que os há, (o elevado custo da água no concelho, por exemplo, referido na Pág. Autárquica,  justificava uma explicação municipal para o jornal desenvolver...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quantas notícias não existem neste concelho!...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Helder Fernandes, fala, com grande acerto e pertinência, sobre a possível extinção da Freguesia da Ribeirinha. Mas não se fala também que a Calheta de Nesquim e São João terão o mesmo fim? Por que não ouvir o que pensam as populações e os seus representantes autárquicos? Dá trabalho? Mas não é possível enviar-lhes perguntas escritas que eles responderão, certamente? Não é este um assunto de interesse para o concelho e para os leitores?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O DEVER é um jornal, propriedade da paróquia, mas é sobretudo um jornal do PICO e dos Açores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1.300 assinantes são motivo suficiente para uma informação e paginação de melhor qualidade, para já não falar da plataforma digital (leia-se site na Internet) que tarda, por ser um precioso meio de divulgar o jornal no seu 95º ano de vida. (Não são estas as orientações superiores dos responsáveis eclesiais?)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quem faz o jornal, diariamente,importa ter a consciência de que, semanalmente, à chegada do correio, há uma espetativa do leitor em saber novidades da sua terra. Não ter a noção disto, é tratar um jornal, simplesmente, como uma folha de papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É que este não foi, certamente, o sonho do seu fundador, Pe João XAVIER MADRUGA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS: para não ocupar espaço da edição do jornal O DEVER, utilizo este meio para fazer chegar a minha opinião construtiva aos responsáveis do Jornal.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 05 Nov 2011 13:58:23 GMT</pubDate>
  <title>Casa da Maricas Tomé já tem destino!</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/95206.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A Casa da Maricas Tomé, propriedade da Câmara Municipal das Lajes, deverá ter um destino social, diferente do que o anterior executivo camarário previra, ou seja serviços da Segurança Social e nas traseiras, Teatro Municipal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vão fácéis os tempos para esses investimentos, por isso temos defendido que nesse local fosse construída uma unidade hoteleira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, segundo apurámos, parece que o município cedeu os terrenos à Santa casa da MNisericórdia dasa Lajes do Pico. A troco de quanto, não sabemos e esperamos que a Câmara, caso se confirme esta transação, informe os munícipes sobre este &quot;negócio&quot;.&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=FiYkl5zph0F8NazzzBln&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B62073e65/9387098_b2zPj.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer modo, julgamos que o espaço tem de ter uma utilização social: seja para um lar, seja para uma unidade hoteleira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso de ali ser instalado um novo lar e uma vez que o actual já não responde às necessidades, importa dotá-lo de outras valências compatíveis com o internamento de idosos locais e com a oferta de instalações a idosos estrangeiros que, por períodos curtos de tempo, ali se pretendam instalar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é uma nova vertente do turismo - o turismo de saúde e da terceira idade - que as futuras instalações da Misericórdia local terão de contemplar, como forma de rentabilizar o pessoal e as estruturas existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vale a pena dizer que os lares de terceira idade não visam esses objectivos. Não visam agora, mas terão de ter esta perspectiva num futuro próximo, de modo a responder às solicitações de organismos congéneros internacionais, com quem estabelecerão parcerias e rentabilizarão os investimentos públicos. Para além do mais, importa que o espaço da Casa da Maricas Tomé, seja dotado de instalações adequadas às novas técnicas de reabilitação de que o concelho está tão carenciado. Não são um luxo, antes um meio de proporcionar aos residentes uma melhor qualidade de vida e a reabilitação dos seus achaques. Uma pequena piscina de água quente e equipamentos de fisioterapia para todas as idades, podem depois ser concessionados a entidades privadas que, certamente as saberão aproveitar a bem de todos, criando postos de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Saúde é um novo sector económico que temos de aproveitar, desde que tenhamos médicos e técnicos de reconhecida competência. Não se pense que isto é utopia. Pois se outros estão com os olhos postos neste tipo de mercado, por que não aproveitarmos nós, nomeadamente os jovens formados nestas áreas, para aqui se fixarem com proveito?&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 04 Nov 2011 07:56:36 GMT</pubDate>
  <title>A montanha coberta de branco</title>
  <author>sim</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=6AVJPR05flWTlWLJYw8g&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1607ae8d/9381782_qz3Hw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;382&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Amanheceu assim a nossa Montanha Mágica, após se ter escondido ontem com nuvens brancas que se desfizeram no grande monte de basalto.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O outono chegou cobrindo de beleza este farol atlântico no qual se orientam os marinheiros. Tanta beleza escondida dos grandes centros urbanos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se fosse noutras latitudes, certo, certo, seria hoje haver excursões e mais excursões para admirar o Belo e o indiscritível desta paisagem insular.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como estamos muito longe, reservamos para nós estes momentos em que o belo transcende as dificuldades da vida e o isolamento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao menos somos privilegiados com a natureza que Deus nos Deus e os homens tardam em descobrir.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Graças ao Climaat, podemos distribuir pela net, estas imagens de hoje de manhã, ao amanhacer do dia.&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 19:33:40 GMT</pubDate>
  <title>Finalmente! Eis uma boa notícia!</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/94616.html</link>
  <description>&lt;h2&gt;Contrução do Passeio Marítimo das Lajes do Pico custa ao município 1,6 ME a pagar em 20 anos&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=E8H04kfLtfBCbrNOyfp4&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9207d39a/9362446_A9DMe.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;readTemaData&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div id=&quot;readLead&quot;&gt;A empresa municipal CulturPico, cujo capital é detido a 100 por cento pela Câmara das Lajes do Pico, vai investir 1,6 milhões de euros na construção de um passeio marítimo, que será pago nos próximos 20 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;readCorpo&quot;&gt;
&lt;p&gt;A obra, cujo concurso foi hoje publicado no Diário da República, é considerada estruturante para o concelho e prevê, além da construção de um passeio junto à orla marítima da vila das Lajes, a criação do Jardim da Baleia, no local onde antes existia o campo de futebol municipal, e a beneficiação das casas dos botes baleeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o plano de atividades da CulturPico, esta obra permitirá requalificar &quot;toda a frente marítima&quot; da vila das Lajes, abrangendo uma área onde se inclui o Museu dos Baleeiros, que é o mais visitado dos Açores, um porto de recreio e de pesca, três zonas balneares, as casas dos botes baleeiros, o Forte de Santa Catarina e a antiga Fábrica da Baleia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A construção do passeio marítimo não se resume, no entanto, à oferta de equipamentos com funções didáticas, lúdicas e de descanso, já que também pretende &quot;potenciar a construção de um novo hotel&quot; nas Lajes do Pico, aumentando a competitividade do sector turístico do concelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para financiar esta obra, que envolve um investimento total de 2,1 milhões de euros, dos quais 600 mil serão financiados através do Instituto do Turismo de Portugal, a CulturPico recorreu a um empréstimo bancário no valor de 1,54 milhões de euros, &quot;cujo serviço da dívida&quot; será assegurado &quot;por um contrato firmado por 20 anos&quot; entre o município das Lajes do Pico e a empresa municipal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelamente a esta obra, a autarquia pretende definir um plano de reabilitação urbana da vila das Lajes, que poderá incluir benefícios fiscais aos privados detentores de edifícios situados na zona histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criada para executar projetos de desenvolvimento do concelho e gerir equipamentos públicos, a CulturPico é responsável pela gestão do Forte de Santa Catarina, do Centro de Artes e Ciências (antiga fábrica da baleia), do Campo Municipal de Jogos e ainda da Biblioteca Dias de Melo e do Auditório Municipal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;RF.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;readAutor&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/220149&quot;&gt;LUSA/AOnline&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 15:47:56 GMT</pubDate>
  <title>(Re) organização autárquica. E a religiosa?</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/94415.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Tenho lido opiniões várias sobre a necessidade de reformulação do poder autárquico no Pico, isto é, da supressão e fusão de Juntas de Freguesia e da extinção de concelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada que seja novo e que não gere alguma controvérsia, sobretudo porque há razões históricas e culturais ancestrais que importa não esquecer e considerar. Se, por exemplo, ninguém ousaria propôr a integração da Holanda e da Dinamarca num estado federado, ou de Portugal e da Espanha, na federação ibérica, também não é fácil, de repente, integrar ou extinguir serviços municipais numa determinada vila, sem pensar nas acessibilidades dos utentes e na disponibilidade dos serviços em tempo útil. Pois se hoje já assistimos aos efeitos maléficos do distânciamento nas áreas da saúde, das obras públicas e das comunicações. Não se pode esquecer que para tratar de um problema da PT, os utentes da Ponta da ilha, das Ljes e de São Roque, têm de deslocar-se à Madalena, e que o Faial tem uma pesada herança de serviços que não pretende deslocalizar, para mal de todos nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é pois fácil. Pois se a própria igreja católica continua a manter as paróquias e delas não abdica, ela que é a instituição mais antiga, cuja experiência todos reconhecem?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já agora, gostaria de saber qual a forma de organização pastoral que o clero picoense propõe para responder melhor à evangelização, ou como melhor organizar as paróquias para dinamizar as comunidades cristãs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria importante que essa reflexão também fosse feita e publicada para todos sabermos o que os responsáveis eclesiais pensam. (Ou a pastoral e organização das comunidades não necessita de uma reflexão séria e não carece destes responsáveis o mesmo empenho que emprestam, como cidadãos, à organização autárquica?)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltaremos ao assunto, mas apelamos à opinião dos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>comunidades cristâs</category>
  <category>lajes</category>
  <category>autarquias</category>
  <category>madalena</category>
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  <pubDate>Sat, 08 Oct 2011 14:52:23 GMT</pubDate>
  <title>Repensar projetos para um desenvolvimento sustentado</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/94024.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A visita do Governo ao Pico constituíu, para o nosso concelho, uma evidência de que as obras daqui para lá vão ser pensadas e repensadas. Outras, prosseguirão para se cumprir o anunciado pois como diz Rui Veloso &quot;o prometido é divido&quot;, mesmo que não seja o mais correto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; No que concerne às Lajes, nada foi dito sobre a construção da nova escola Básica e Secundária, o que pressupõe que C.César não irá construí-la, nas atuais circunstâncias. É a posição correta. Só faltou foi dizê-lo e explicá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos sabemos que as promessas eleitorais são assim e, quando não cumpridas, deixam mal os atores políticos - os deputados que tanto se afanaram em comprar terrenos e fazer projetos. Esqueceram-se de que os tempos correm e as circunstâncias alteram-se e agora, terão de engolir mais uns sapos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faltou nesta visita do Governo uma abertura ao estudo do projeto do porto de recreio das Lajes, por fora do Caneiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E faltaram também outros projetos para fixação das novas gerações, nomeadamente, apoios à agricultura ecológica que ressuscite os nossos pomares, cuja fruta deliciosa era enviada para a Terceira e São Miguel, bem como uma campanha de incentivo aos jovens para que regressem à terra e a cultivem de modo mais rentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faltou isto, embora o presidente dos Jovens Agricultoires picoenses tenha assumido uma nova postura neste setor que prenuncia que os jovens estão conscientes de que ser agricultor hoje, vale a pena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, importa também que o Município repense todos os seus projetos e os adeque ao desenvolvimento da atividade económica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo dos jardins e dos teatros, deve dar lugar a investimentos mais reprodutivos. Desde Já, para que não se perca o combóio da mudança que aí vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta semana realizou-se um encontro de grande importância para o desenvolvimento do turismo e das potencialidades marítimas em todo o arquipélago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vale a pena repetir que temos vantagens comparativas nesses domínios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa que canalizemos para aí os recursos disponíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como está na hora de elaborar propostas de orçamentos e planos, convém que esta seja a bitola das opções dos eleitos locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi para isso que foram eleitos. Não só para responderem às necessidades básicas das populações, mas para efetuarem análises prospetivas do desenvolvimento deste concelho e realizarem as iniciativas mais convenientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É por aí que devemos ir. Não por projetos ultrapassados e não-reprodutivos.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 09 Sep 2011 16:32:16 GMT</pubDate>
  <title>Vamos renovar a Semana dos Baleeiros</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/93941.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Foi-se a festa, Setembro chegou e as escolas estão prestes a abrir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, ainda há muito movimento por aí, os veraneantes continuam e, mais tartde partirão para os seus locais de residência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As Lajes viveu este ano, com uma intensidade diferente, as Festas Maiores, sobre as quais se deve refletir para que no próximo ano, se tire partido da quadra festiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu entender, as festas tiveram um programa demasiado intenso o que fez com que alguns eventos se sobrepusessem a outros não menos interessantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com menos espetáculos musicais que atiram para altas horas os últimos do dia, mais gente usufrui deles. Não nos esqueçamos que muita gente trabalha e tem de se levantar cedo para as labutas diárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Festival do queijo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, o Festival do Queijo é um evento que vale por si só. Basta que seja programado para entre meados e fins de julho e que se lhe associe, por exemplo uma componente gastronómica de restauração e uma componente educativa (ciclo de conferências, work-shops ou seminário em que participem outras regiões com queijo típico, com denominação de origem, seja do continente ou dos Açores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas Lajes, claro, onde o queijo do Pico recebe o melhor leite da ilha e por isso tem maios fama. Nas Lajes, claro, onde existem as maiores pastagens e os maiores produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas Lajes, claro, e só aqui, onde existe alguma experiência nestes eventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Semana dos baleeiros, para ser apelativa, não necessita de outros atrativos que não sejam os que dizem respeito à história, à cultura e à memória da baleação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E neste aspeto, há muito a fazer. Temos de ser ainda mais criativos e inventivos, não fazendo o que os outros fazem, mas programando eventos que despertam, sempre grande interesse junto dos residentes e visitantes, como por exemplo a representação ao vivo de uma arriada à baleia. associada ao viver dos anos 50 e 60; repartir as regatas de botes pela semana, só para as embarcações lajenses, promovendo, para o efeito, uma competição para os vencedores locais: melhores remadores (m/f) melhores oficiais (M/F); recuperar jogos tradicionais alusivos à caça à baleia e outros (Ex. bilros); promover um concurso de pintura e desenho mural sobre a história da baleação, divulgando a iniciativa através da net e junto dos iatistas que escalam as Lajes; reformular o cortejo etnográfico atribuindo a cada freguesia um prémio pecuniário que lhe permita, com vários carros e figurantes, desenvolver um tema sobre a baleação....etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras ideias são benvindas, nos comentários, para renovar a Semana dos baleeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para tudo isto, cabe à Escola das Lajes um contributo muito importante que pode ser desenvolvido durante o ano letivo pois professores e alunos são um manancial de criatividade e empreendedorismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É por isso que lançamos agora este tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venham daí mais sugestões.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/93941.html</comments>
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  <pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:52:47 GMT</pubDate>
  <title>Festas Boas!</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/93587.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;Há por aí um movimento desusado na Vila. A festa mexe com a vida deste pequeno burgo, acolhendo filhos e forasteiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;Se não voltassem a casa os que fora andam, a Vila não estaria em festa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;O que faz a festa é o reencontro, o convívio, o estar em família.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;Quem não aceita que este tempo de festa, proporciona a diversidade de opiniões, de sugestões, de críticas e de comentários pouco laudatórios sobre situações que se arrastam no tempo, atitudes pouco respeitadoras de opiniões diferentes e divergentes, quem não aceita a diferença, não aceita quem vem, quem está e quem se identifica com a terra onde nasceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;A Semana da Festa dos Baleeiros, não pode ser apenas um fait-divers, um tempo para provar uns peticos e tomar uns copos e para cumprir promessas de crenças antigas e pouco fundamentadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;A Festa é um tempo de convívio onde se revive o passado, se pensa o presente e o se projeta o futuro. O que identifica os verdadeiros lajenses é quererem o melhor para a sua terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;Neste sentido, a Festa vale a pena porque é um tempo de catarse e de construção do futuro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;Viva a Festa!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 20 Aug 2011 16:17:28 GMT</pubDate>
  <title>Aquilo em que acredito!</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/93398.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;A Vila das Lajes, a primeira povoação da ilha, vive os seus dias maiores, neste ano de 2011, com a festa de Nossa Senhora de Lourdes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;De há longos anos a esta parte, esta é a Festa Maior das Lajes, se bem que o orago da Paróquia seja a Santíssima Trindade, que ao longo dos séculos, nunca teve uma destacada celebração litúrgica e festiva.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Talvez porque esse dia é também celebrado noutras paróquias.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Talvez porque a representação figurativa da Trindade é muito difícil, o mesmo não acontecendo com o Jesus histórico, a Virgem Maria, um Santo ou venerável.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Talvez porque o Mistério da Trindade é de difícil entendimento, a não ser aos olhos da fé, como explicou a criança que brincava na areia a Santo Agostinho quando este tentava um raciocínio lógico sobre a identidade das três Pessoas iguais e distintas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;O certo é que a Matriz das Lajes, cuja invocação é a Santíssima Trindade, não possui um único simbolo do seu Patrono que também é de algumas paróquias açorianas. As Lajes podia tê-lo feito, integrando-o no retábulo da capela-mor.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Que simbolo? Certamente um simbolo que decorresse da interpretação evangélica de um ou vários artistas plásticos, arquitetos e outros artistas, convidados para esse efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Pode ripostar-se que é difícil materializar a Trindade, mas não foi isso que a Igreja fez, ao longo de dois mil anos, socorrendo-se de imagens para evangelizar os povos?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;No princípio, a comunidade cristã não tinha necessidade dessa simbologia, tão próxima estava dos testemunhos dos apóstolos e discípulos. Com o passar dos anos, a igreja foi-se conformando com o poder de então e, a partir da era constantiniana, a magnificência e manifestação do poder religioso impôs-se aos fiéis, obrigados que foram a professar a fé cristã, sob pena de serem penalizados.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Não vale a pena condenar a história. Importa dela retirarmos os ensinamentos que expurguem das práticas religiosas tudo quanto possa ofuscar o essencial. E o Essencial é Deus- uno e trino- que se revelou em Jesus Cristo, nascido de Maria.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Foi isto que João XXIII pretendeu com a convocação do Concílio Ecuménico Vaticano II. Abrir portas e janelas, para que o Espírito Santo, com o seu sopro vivificador, varresse toda a espécie de bulor, de exageros e de mundanícies que encobriam a verdadeira face da Igreja, povo de Deus, Povo sacerdotal e Comunidade dos crentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Esta é que é a Matriz da Igreja fundada por Cristo – ser Serva e Pobre. Não uma igreja portentado, que afirma a sua glória mundana em gastos supérfluos e transitórios e se impõe por discursos inflamados, barrocos e vazios que muitas vezes não anunciam o Evangelho de Jesus.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;O que se esperava que fosse feito na Matriz das Ljes, edifício iniciado no século 19 e recomeçado nos anos 50 do século passado, era que a renovação litúrgica conciliar se traduzisse na simplicidade dos adereços e equipamentos indispensáveis à celebração do culto religioso, valorizando os retábulos barrocos existentes e de grande qualidade e introduzindo elementos artísticos atuais, se esses fossem considerados indispensáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;O exemplo da Sé de Angra reconstruída deveria ter sido paradigma a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Construir retábulos segundo modelos e estilos de há dois e três séculos não se compagina com as considerações que atrás expressei.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Por outro lado, os retábulos sumptuosos e magníficos que antigas igrejas possuem e preservam, significam um distanciamento de Deus, Altíssimo, Forte e Admirável que uma boa parte do Antigo Testamento transmite, mas já não condiz com o Senhor Jesus próximo, irmão e amigo do homem, que o Novo Testamento revela.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Não é apenas uma questão de estilos artísticos mais ou menos belos, é também uma ultrapassada concepção do cristianismo que, talvez inadvertidamente, se pretende manter.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Esta reflexão levar-nos-ía muito longe pois afeta também a praxis pastoral de distanciamento ou de proximidade, de participação eclesial ou de imposição inflexível sobre preceitos não evangélicos, de reflexão aberta ao Evangelho e à vida, ou da rejeição de opiniões diferentes, no pressuposto de que a autoridade na igreja é uma pirâmide, cujo topo é mais « iluminado » que a base...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Estas considerações não são crítica a ninguém.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;São uma opinião de quem gostaria que a Igreja fosse uma comunidade serva e pobre, atenta aos sinais deste mundo em crise, abalado por um sistema económico que afeta os mais fracos e engorda os mais poderosos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;Que bom seria que a Igreja denunciasse esses atropelos, propusesse caminhos novos, segundo a sua doutrina social, e todo o povo de Deus fossem exemplo do seu Senhor que deu a vida por todos e rejeitou as honras, o poder, a magnificência, o fausto, a riqueza e recusou, violentamente, a idolatria e fez uma opção pelos mais pobres!...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 11 Aug 2011 17:31:11 GMT</pubDate>
  <title>A propósito da Festa</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/92932.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Falta cerca de uma semana para iniciar-se o Novenário em honra de Nossa Senhora de Lourdes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Hoje, já é possível apreciar &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;o retábulo do novo altar do lado da terra, onde a imagem, habitualmente, é colocada. Dispensamo-nos de qualquer apreciação, se bem que tenhamos a nossa opinião mas ela não nos foi pedida, nem à comunidade. Quem tinha poder de decisão autorizou o retábulo e aí ficará, pelos anos fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;Por outro lado, prosseguem também as obras de recuperação do edifício da Matriz das Lajes do Pico. O teto está a receber melhorias e, como tudo leva tempo, às vezes muito tempo, o edifício não ficará concluído para a festa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Lamenta-se, uma vez mais, não se ter envolvido a comunidade das Lajes, nestas iniciativas, para que pudesse também colaborar. Quando se acabarem os mecenas, talvez se recorra à boa vontade dos fiéis, como sucedeu, quando a Matriz foi reiniciada nos anos 50. Oxalá ainda se vá a tempo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Quanto à preparação da Festa que compete aos párocos responsáveis e a todo o povo cristão, espera-se que todos sejam chamados a pronunciar-se. É uma prática muito recomendada pelos responsáveis eclesiais e uma forma de envolver mais gente no processo pastoral. Ou não será?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Pela vila, já são visíveis trabalhos de ornamentação e colocação de equipamentos para a festa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Talvez não fosse má ideia, começar-se a promover já a festa junto dos OCS regionais e nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=zkWwFBmVrcjCzcKCMbrP&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3407d142/8930754_kuZrL.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;312&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=qVGBNQYCee7twNZA8oG4&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf607b3c1/8930738_RJ42b.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;375&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=pnCYj75uqndgUvCTR84E&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf9071308/8930728_aN4f6.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 16:59:15 GMT</pubDate>
  <title>Pensar é saudável e necessário </title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/92849.html</link>
  <description>Dizem os entendidos, e nós constatamos, que os municípios picoenses não efetuam quaisquer investimentos.Está tudo parado!
Não entendo bem estes procedimentos, pois se há orçamentos aprovados e montantes destinados a isto e àquilo, por que não avançam os concursos?
Mas com bom senso e critério!...Há anos, pretendeu-se construir nas Lajes um Teatro Municipal, nas traseiras da inditosa casa da Maricas Tomé.
O projeto abortou por influência da opinião pública que não achou bem a execução da ideia camarária.
Mais tarde, apostou-se no Polivalente da Piedade, com aval Municipal. O edifício está concluído, mas falta pagar ao emproteiro que, sem dinheiro, não entrega a chave.
Penso que é hora de construir o necessário economicamente rentável pois sem gente não há investimentos que cheguem.
Há tempos prometeu-se um polivalente ddesportivo para Santa Cruz, para uma modalidade em que os atletas são, quase  todos de fora. (Não aprendemos nada com a ruinosa época do Lajense na terceira divisão, nem com o Madalena no hóquei e no futebol).
Vivemos do imediato, do que dá votos, do efémero e os que vierem que fechem a porta.
Talvez por isso é que os investimentos não se destinam a criar riqueza. Pretendemos o foguetório, enquanto os visitantes cada vez mais optam pelas Lajes e os daqui optam pelo exterior.
Contrastes que fazem pensar, sobretudo a quem viveu mais anos e já viu este teatro num qualquer palco da praça pública...
E ainda querem uma escola nova nas Lajes?...Para quem? Para ficar vazia após o construtor a terminar?
É necessário repensar as opções políticas JÁ, ou estaremos a des. éreo ar  a galinha dos ovos de ouro...</description>
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  <pubDate>Tue, 26 Jul 2011 22:50:49 GMT</pubDate>
  <title>Como o tempo passa...</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/92660.html</link>
  <description>&lt;p&gt;E Julho já quase lá vai...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, andam muitos visitantes &quot;por outeiros e canadas&quot; passeando pela Ilha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No horizonte, iates e veleiros, atuneiros e botes baleeiros, rasgam o mar chão do verão, acompanhados de baleias e de golfinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o Pico ficasse mais próximo da &quot;porta de entrada dos Açores&quot; não seria difícil desviar os passageiros desembarcados e levá-los a remos para o Alto da Montanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem julga que os estrangeiros vêm ao arquipélago conhecer cidades, engana-se. Eles vêm aqui conhecer GENTE diferente, CULTURAS diferentes, VIDA diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É por isso que ainda apreciam muito as nossas diferenças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais as valorizarmos, mais elas atrairão os visitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É simples não é?&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 Jun 2011 23:50:19 GMT</pubDate>
  <title>Pico entre as 5 melhores ilhas secretas do mundo</title>
  <author>sim</author>
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  <description>&lt;table class=&quot;contentpaneopen&quot; style=&quot;width: 897px; height: 24px;&quot;&gt;
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&lt;tr&gt;
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&lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Versão para impressão&quot; href=&quot;http://www.diariodosacores.pt/index.php?view=article&amp;amp;catid=44%3Aambiente&amp;amp;id=10213%3Apico-entre-as-5-melhores-ilhas-secretas-do-mundo&amp;amp;tmpl=component&amp;amp;print=1&amp;amp;layout=default&amp;amp;page=&amp;amp;option=com_content&amp;amp;Itemid=46&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.diariodosacores.pt/images/M_images/printButton.png&quot; alt=&quot;Versão para impressão&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;/table&gt;
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&lt;td class=&quot;createdate&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;Sexta, 17 Junho 2011 10:30&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td valign=&quot;top&quot;&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: right;&quot; src=&quot;http://www.diariodosacores.pt/images/stories/geral/pico-secreto.jpg&quot; alt=&quot;pico-secreto&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;305&quot; /&gt;A ilha do Pico, nos Açores, está entre as cinco melhores ilhas secretas do mundo, classificação atribuída recentemente pela BBC. A notícia avançada pelo sítio online “Boas Notícias”, que se refere à classificação atribuída precisamente na passada sexta-feira, revela que o património classificado pela UNESCO e a paisagem da cultura da vinha da ilha do Pico (cultivada em chão de lava) são algumas das características que, segundo a BBC, tornam a ilha especial.&lt;br /&gt;Christine Ciarmelloo, jornalista da BBC, sublinha que a ilha “permanece virtualmente desconhecida” e enaltece a beleza da ilha, que fez parte de uma das expedições de Colombo, destacando a paisagem predominante assente em chão de lava.&lt;br /&gt;A Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, uma área com 987 hectares, foi classificada património da UNESCO em  2004. A zona inclui uma paisagem de muros lineares paralelos e perpendiculares à linha de costa rochosa, onde as vinhas são cultivadas em chão de lava negra.&lt;br /&gt;A BBC destaca ainda um dos locais da ilha que permaneceu inalterado com a passagem dos tempos, a Baía do Pocinho, uma zona balnear, no lugar do Monte, do concelho da Madalena do Pico.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;As melhores ilhas secretas do mundo classificadas pela BBC são sempre cinco, sendo o critério de classificação a manutenção do estado natural destes territórios. Além do Pico, este ano a BBC enumera ainda as seguintes ilhas: Scrub ( nas ilhas virgens britânicas), Con Dao (Vietnam), Sandön (Suécia) e Gili Trawangan (Indonésia).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Texto e foto do jornal &lt;a href=&quot;http://www.diariodosacores.pt&quot;&gt;Diário dos Açores&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Jun 2011 08:23:14 GMT</pubDate>
  <title>Bons exemplos</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/91988.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A Assembleia Legislativa Regional decidiu atribuir insígnias regionais a dois lajenses, cujo mérito convém relevar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro é o Sr. Ermelindo Ávila, figura por demais conhecida pelo seu amor à terra, traduzido na investigação histórica e na contínua defesa dos interesses dos lajenses em particular e dos picoenses em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos 95 anos, Ermelindo Ávila é digno do reconhecimento que agora o principal órgão da autonomia regional lhe presta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O outro lajense, infelizmente já desaparecido, é o Sr. Calvino Fonseca Santos, comerciante lajense. A homenagem, a título póstumo, pretende sublinhar o reconhecimento público pelas doações a instituições sociais que, a sua viúva, certamente com o consentimento dele, tem feito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São mais dois bons exemplos, entre muitos, felizmente, que esta Vila assinala na sua longa história. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cerimónia de entrega tem lugar nas celebrações do Dia dos Açores que este ano se realiza na cidade terceirense da Praia da Vitória.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 12 Jun 2011 12:48:39 GMT</pubDate>
  <title>Viv&apos;ó Sr. Esp&apos;rito Santo</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/91738.html</link>
  <description>&lt;p&gt;É a festa grande, a maior de todas, porque é o povo que é o mordomo, o programador, e o organizador da Coroação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À volta da ilha, não há terra que não esteja em festa. Aqui nas Lajes, o Império da Ribeira do Meio, é o mais tradicional e importante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centenas de pessoas neste dias convivem na fartura das sopas e da carne, na alegria do encontro. É uma Festa! A festa!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viv&apos;ó Sr. Esp&apos;rito Santo.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 09:52:37 GMT</pubDate>
  <title>PSD ganha com abstenção</title>
  <author>sim</author>
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  <description>&lt;div id=&quot;main-title&quot; class=&quot;main-title&quot;&gt;
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&lt;div id=&quot;pre-scope&quot; class=&quot;pre-scope&quot;&gt;Concelho:&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;scope&quot; class=&quot;scope&quot;&gt;Lajes do Pico&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;votes-counting-status&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;status-line&quot;&gt;&lt;span id=&quot;parishes-status&quot; style=&quot;display: inline;&quot;&gt;6 freguesias&lt;/span&gt; apuradas.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;chart-head&quot; class=&quot;IE6-chart-head-expanded&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;chart-views&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul id=&quot;tab-submenu-chart&quot;&gt;
&lt;li id=&quot;comparationSwitch&quot;&gt;&lt;a class=&quot;expand&quot; tabindex=&quot;20&quot; href=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/territorio-nacional.html#none&quot;&gt;Ver resultados de 2009&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;caption-spacer&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-caption-AR&quot; class=&quot;chart-title&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-percentageVoters-AR&quot; class=&quot;percentage-voters&quot;&gt;Votantes&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;pct&quot;&gt;45,86&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;B.E.&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Bloco de Esquerda&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/b.e.-micro.png&quot; alt=&quot;Bloco de Esquerda&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
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&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;11&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;1,84&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;38 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PCP-PEV&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;CDU-Coligação Democrática Unitária&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/pcp-pev-micro.png&quot; alt=&quot;CDU-Coligação Democrática Unitária&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
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&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;7&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;1,21&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;25 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PAN&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido pelos Animais e pela Natureza&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/pan-micro.png&quot; alt=&quot;Partido pelos Animais e pela Natureza&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;4&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,73&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;15 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PCTP/MRPP&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/pctp-mrpp-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;2&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,48&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;10 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PNR&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Nacional Renovador&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/pnr-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Nacional Renovador&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,19&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;4 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;MPT&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Da Terra&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/mpt-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Da Terra&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,19&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;4 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PPM&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Popular Monárquico&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/ppm-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Popular Monárquico&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,15&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;3 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;MEP&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Movimento Esperança Portugal&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/mep-micro.png&quot; alt=&quot;Movimento Esperança Portugal&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,15&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;3 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PDA&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Democrático do Atlântico&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/pda-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Democrático do Atlântico&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,10&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;2 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;PTP&lt;/div&gt;
&lt;img id=&quot;acronym-image&quot; class=&quot;cronym-img&quot; title=&quot;Partido Trabalhista Português&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/candidates/ptp-micro.png&quot; alt=&quot;Partido Trabalhista Português&quot; width=&quot;22&quot; height=&quot;22&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,05&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;1 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;separator&quot; colspan=&quot;4&quot;&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;EM BRANCO&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;26&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;4,40&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;91 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;acronym&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text-img&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;acronym-text&quot;&gt;NULOS&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;results&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;current-chart-line-AR&quot; class=&quot;chart-line&quot;&gt;&lt;img class=&quot;chart-bar-pattern&quot; title=&quot;&quot; src=&quot;http://www.legislativas2011.mj.pt/images/current-barchart-bar-pattern.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;2&quot; height=&quot;20&quot; /&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-percentage&quot;&gt;0,48&lt;span class=&quot;percentage-symbol&quot;&gt;%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;chart-bar-votes&quot;&gt;10 votos&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;separator&quot; colspan=&quot;4&quot;&gt; Fonte: CNE.pt&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 01 Jun 2011 14:07:28 GMT</pubDate>
  <title>Qualidade de Ouro para a Zona balnear das Lajes</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/91187.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A Quercus, associação ambientalista, divulgou hoje a lista das &lt;a href=&quot;http://www.quercus.pt/xFiles/scContentDeployer_pt/docs/articleFile396.pdf&quot;&gt;286 praias com qualidade de ouro.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre elas, umas mais famosas que outras, está a Zona balnear das Lajes, uma das duas a quem foi atribuído esse galardão na Ilha do Pico.(A outra é a Zona Balnear da Madalena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta classificação tem um histórico que aquela associação não descura: entre 2006-2009 com a zona balnear em causa, qualidade de água boa, qualidade excelente em 2010 e sempre análises excelentes em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=sAPCfhKTIySDL1JFKoaW&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb40684df/8577819_l5DNw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Não foi pelos nossos lindos olhos que a qualidade de ouro cá chegou, nem pela falta de investimentos prometidos há muito e ainda não concretizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto significa que não são as piscinas e infraestruturas anexas que dão qualidade a uma zona balnear. No concelho e por essa ilha fora, há outros locais com equipamentos construídos com o dinheiro de todos nós, cuja qualidade da água não é boa. E quanto custaram?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante isto, importa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1.Tirar partido desta classificação, dando dela conta aos visitantes e residentes, através de sinalética adequada;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Ter o maior cuidado na protecção da Zona, dotando-a dos equipamentos sanitários suficientes para proteger esta qualificação;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. E se algum projeto futuro existi,r que não descaracterize a Zona Balnear actual. Construir tanques de cimento e muros de suporte ou solários e balneários caros e sumptuosos, é fácil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Manter o rústico e o tradicional, como a natureza arquitetou, melhorando os acessos e integrando na paisagem costeira tudo quanto contribua para a segurança e bem-estar dos banhistas, é o mais difícil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se é para fazer ali asneiras como as que foram feitas há uns anos, o melhor é deixar como está.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao menos vai-nos valendo o OURO todos os anos. E esse é cada vez um tesouro mais precioso.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 18 May 2011 16:32:55 GMT</pubDate>
  <title>Parabéns ao Rui Vasco</title>
  <author>sim</author>
  <link>http://lajesdopico.blogs.sapo.pt/91124.html</link>
  <description>&lt;h1&gt;&lt;a href=&quot;http://tv2.rtp.pt/icmblogs/rtp/comunidades/?k=Rui-Ponte-recebe--Seed-of-Science-2011-na-area-das-Ciencias-da-Terra-do-Mar-e-da-Atmosfera.rtp&amp;amp;post=28789&quot;&gt;Rui Ponte recebe «Seed of Science 2011» na área das Ciências da Terra, do Mar e da Atmosfera &lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://tv2.rtp.pt/icmblogs/rtp/comunidades/?k=Rui-Ponte-recebe--Seed-of-Science-2011-na-area-das-Ciencias-da-Terra-do-Mar-e-da-Atmosfera.rtp&amp;amp;post=28789&quot;&gt;&lt;strong&gt; Rui Ponte recebe a 21 de Maio no Casino da Figueira da Foz durante a IV Gala da Ciência, o prémio «Seed of Science 2011» na área das Ciências da Terra, do Mar e da Atmosfera &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns Rui! &lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://tv2.rtp.pt/icmblogs/rtp/comunidades/?k=Rui-Ponte-recebe--Seed-of-Science-2011-na-area-das-Ciencias-da-Terra-do-Mar-e-da-Atmosfera.rtp&amp;amp;post=28789&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;a href=&quot;http://tv2.rtp.pt/icmblogs/rtp/comunidades/?k=Rui-Ponte-recebe--Seed-of-Science-2011-na-area-das-Ciencias-da-Terra-do-Mar-e-da-Atmosfera.rtp&amp;amp;post=28789&quot;&gt;&lt;br /&gt;     &lt;img src=&quot;http://img.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/images/84/84c5f0a5a330a022f90f8ce95916dc1d&amp;amp;w=420&amp;amp;sx=0&amp;amp;sy=0&amp;amp;sw=400&amp;amp;sh=230&amp;amp;q=75&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rui Ponte é «Seed of Science 2011» na área das Ciências da Terra, do Mar e da Atmosfera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi para os Estados Unidos que decidiu ir estudar e por lá ficou. Rui M. Ponte, nascido na Lajes do Pico, Açores, em data pouco comum, 29 de Fevereiro, 1960, investigador principal no departamento de Atmosfera e Oceanos, na companhia Atmospheric and Environmental Research, Lexington, Massachusetts (EUA) é o premiado de Seeds of Science 2011 na categoria &lt;strong&gt;«Ciências da Terra, do Mar e da Atmosfera»&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou por estudar o fenómeno El Niño quando a expressão não era ainda utilizada. Doutorado em Oceanografia Física em 1988 pelo MIT, recebeu a notícia do prémio com surpresa: &lt;strong&gt;&quot;Os prémios fazem-nos sentir diferentes mas, ao fim e ao cabo, não deixam de ser um reconhecimento do colectivo, da massa anónima, a quem se dá uma cara e um nome para tornar tudo mais &apos;palpável&apos;&quot;&lt;/strong&gt;, diz, acrescentando que aceita o prémio &lt;strong&gt;&quot;em nome da comunidade de investigadores portugueses&quot;&lt;/strong&gt; nesta área.&lt;br /&gt;Com um percurso científico de quase 30 anos, é um dos poucos portugueses a trabalhar na área da investigação oceanográfica nos Estados Unidos. Envolveu-se no projecto da Agência Espacial Americana (NASA) Earth Observing System e é membro da equipa científica das missões TOPEX/Poseidon e Jason-1 da NASA e da CNES (Agência Espacial Francesa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros tópicos estuda a circulação geral dos oceanos e da atmosfera através da abordagem do momento angular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como este «Seed of Science», Ciência Hoje procura valorizar o percurso do investigador desde os tempos do «El Niño» na que é também uma óptima oportunidade para mostrar a Portugal a valia do seu trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi já galardoado com os prémios William T. Pecora (NASA/US Department of Interior), em 1998, e o EU Descartes de Investigação (2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De referir que em quatro anos de &lt;strong&gt;«Seeds of Science»&lt;/strong&gt;, Rui M. Ponte é o quarto açoriano distinguido. Os outros foram: Mónica Bettencourt Dias (2008), Ricardo Serrão Santos (2009) e Onésimo Teotónio de Almeida (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jornal de Ciência, Tecnologia e  Empreendorismo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 09 May 2011 17:41:20 GMT</pubDate>
  <title>Grupo Coral - novo CD</title>
  <author>sim</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/engrade/fotos/?uid=ySQAE1KkohBOSW6BqHNi&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2306df58/8457207_H7vrv.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Grupo coral das Lajes do Pico efectuou a semana passada, na igreja Matriz, a gravação de várias interpretações corais, dedicadas ao popular culto ao Divino Espírito Santo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas dessas interpretações foram já apresentadas no Concerto de Páscoa na Filarmónica, onde actuou também, e com apreciada qualidade, a &quot;Liberdade Lajense&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As gravações foram efectuadas pelo competente técnico de som, Raúl Resendes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Emílio Porto, competente e dedicado Director do Coral desde a sua fundação, em Agosto de 1983, mais uma vez provou os seus dotes de músico, compositor e ensaiador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Merece, por isso, o aplauso e o reconhecimento de todos nós, apreciadores de talentos e da música coral profana e religiosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este CD será mais um repositório musical importante da qualidade do folclore picoense e açoriano que graças a Emílio Porto, ganha uma dimensão universal. É um tesouro a não perder!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem haja aos elementos do Coro e seus dirigentes pela dedicação e sacrifício que estas actividades sempre representam,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e ficamos à espera do produto final - O CD do Grupo Coral das Lajes do Pico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(foto: Concerto de Páscoa- Abril 2010)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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