Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

13
Out 11

Tenho lido opiniões várias sobre a necessidade de reformulação do poder autárquico no Pico, isto é, da supressão e fusão de Juntas de Freguesia e da extinção de concelhos.

Nada que seja novo e que não gere alguma controvérsia, sobretudo porque há razões históricas e culturais ancestrais que importa não esquecer e considerar. Se, por exemplo, ninguém ousaria propôr a integração da Holanda e da Dinamarca num estado federado, ou de Portugal e da Espanha, na federação ibérica, também não é fácil, de repente, integrar ou extinguir serviços municipais numa determinada vila, sem pensar nas acessibilidades dos utentes e na disponibilidade dos serviços em tempo útil. Pois se hoje já assistimos aos efeitos maléficos do distânciamento nas áreas da saúde, das obras públicas e das comunicações. Não se pode esquecer que para tratar de um problema da PT, os utentes da Ponta da ilha, das Ljes e de São Roque, têm de deslocar-se à Madalena, e que o Faial tem uma pesada herança de serviços que não pretende deslocalizar, para mal de todos nós.

Não é pois fácil. Pois se a própria igreja católica continua a manter as paróquias e delas não abdica, ela que é a instituição mais antiga, cuja experiência todos reconhecem?

Já agora, gostaria de saber qual a forma de organização pastoral que o clero picoense propõe para responder melhor à evangelização, ou como melhor organizar as paróquias para dinamizar as comunidades cristãs.

 

Seria importante que essa reflexão também fosse feita e publicada para todos sabermos o que os responsáveis eclesiais pensam. (Ou a pastoral e organização das comunidades não necessita de uma reflexão séria e não carece destes responsáveis o mesmo empenho que emprestam, como cidadãos, à organização autárquica?)

 

Voltaremos ao assunto, mas apelamos à opinião dos leitores.

 

publicado por sim às 16:47

13
Dez 09

Está por dias, a abertura da média superfície comercial das Lajes.

O Lajeshopping, que por motivos de todos conhecidos atrasou mais de um ano, a abertura ao público, fica situado junto ao Quartel de Bombeiros e ao Estádio Municipal, em Santa Catarina - Ribeira do Meio.

Segundo publicidade inserida nos jornais, estão disponíveis para arrendamento, 6 lojas comerciais com áreas desde 11 m2 a 38 m2.

Este empreendimento privado, denota o espírito de inciativa e de empreendedorismo de empresários da nossa terra. A outros, ou novos empresários abre-se-lhes também a porta para outros e novos tipos de negócios.

O Lajeshopping, vai proporcionar a criação de novos postos de trabalho, o que num meio pequeno como o nosso é sempre de aplaudir e de salientar.

A qualidade do serviço e dos produtos, aliados ao preço acessível deverá ser uma prática constante para poder copncorrer com as outras médias superfícies da Madalena e a única forma de salvaguarda do empreendimento. Só assim ficarão a ganhar os consumidores de toda a ilha, nomeadamente os do concelho das Lajes.

Se esta fôr a prática, o empreendimento será uma aposta ganha!

Esperemos que sim!

 

publicado por sim às 19:23

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