Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

20
Abr 06

Há muito que a Vila necessita de uma nova postura de trânsito.

Está a chegar o Verão. O aumento de visitantes e o movimento de viaturas exige que o trânsito e o estacionamento nas Lajes sejam ordenados e convenientemente sinalizados. A rua direita deve permitir a entrada na Vila, juntamente com a entrada pela Pesqueira, para que não se ande sempre às voltas. O parque de estacionamento, junto à cooperativa deve ser arranjado(parece um serrado cheio de regos!) e a Câmara deve desviar para o espaço interior ao lado da casa da Maricas Tomé os veículos que ali estacionam desalinhados, gerando-se situações de insegurança por falta de sinalização...

Como está, denota desmazelo, ausência de autoridade sobre o trânsito e desinteresse de quem de direito por um espaço (ali já foi o centro da Vila) cujo património construído é fotografado e apreciado, atentamente, pelos visitantes.

O ordenamento do trânsito é uma competência municipal hoje de grande relevância pois interfere, principalmente, na segurança e qualidade de vida dos munícipes.

http://lajes.blogspot.com

 

publicado por sim às 23:50

Tens toda a razão. O transito nas Lajes do Pico é caótico! Mas, sabes, a CML tem outras prioridades...

anónimo a 21 de Abril de 2006 às 14:25

Uma solução seria limitar a circulação dentro da Vila aos moradores e cargas/descargas (a exemplo do que se passa nos dias da Semana dos Baleeiros), para isso é necessário ordenar e arranjar os "parques de estacionamento" existentes de modo a se poder estacionar viaturas ligeiras e autocarros, tanto de carreiras normais como de turismo. Disponibilizar (a pagar) transportes alternativos para os turistas como carroças ou carros de bois para dar uma volta à vila, levá-los ao museu (que é apenas o mais visitado nos Açores), etc..... Acho que é necessário rentabilizar um pouco mais a passagem dos turistas pela nossa Vila.
Fica lançada a proposta ao Picaroto para publicar um post relativo às mais valias turísticas do nosso concelho e mais especificamente da Vila das Lajes.
Cumprimentos.
Vássecualepra a 21 de Abril de 2006 às 18:27

Aceito o repto, mas venham mais contributos sobre este tema à praça pública.
picaroto a 21 de Abril de 2006 às 21:23

Carros de bois? Não. Carros de cavalos, sim. Como o que costuma vir da Piedade pelas festas. Durante os meses de verão seria uma boa forma de atrair gente às Lajes, loá isso seria. Por não uma atracção desta natureza? Afinal, os madeirenses tem os seus carros de vimes...
Puxa e foge a 21 de Abril de 2006 às 21:14

Sugestão:

1- Um sinal de velicidade miníma de 140Km/h só para pesados, colocado à entrada da vila, junto ao Convento.

2- Em frente ao Montepio Geral, dez litros de óleo no pavimento.

3- Mesmo em cima do Hospital, um sinal de obrigação de preservar a cruz em pedra do Largo e um outro de obrigação de destruír a miséria daqueles muros em volta do Cruzeiro...

4- Proibido buzinar...
Sinais do Tempo a 21 de Abril de 2006 às 22:15

A entrada como diz bem deve ser de frente e não pelas costas, isto em relação à descida da Rua de São Francisco e continuando sempre até à Matriz, quem quizer também pode derivar para a Pesqueira, não pode é voltar a subir a Rua Dr. Machado Serpa, mas pode subir a P. Manuel José Lopes e voltar a descer pela Dr. Machado Serpa. Está bem?

Sábado, Abril 22, 2006 11:19:34 PM

anónimo a 23 de Abril de 2006 às 20:11

Ainda bem que este blog, trata das necessidades mais prementes da nossa avoenga vila baleeira. É pena muitas vezes alguns «comentaristas de meia tigela», entrarem em despiques nada edificantes. No entanto estou plenamente de acordo com a sugestão do carro de cavalos e já agora do carro de bois, porque com o empedrado colocado devido à invocação megalomana de «património», poderão circular também os carros de bois, no entanto e segundo o conhecimento que temos da Ilha na Ilha, será «quase» impossível hoje, encontrarmos alguém que ainda saiba fazer os rodados e colocar as protecções nos mesmos, mas seria um voltar ao passado, que em nada desprestigiaria, até daria um cunho mais turístico às nossas Lajes. Antes de mais é necessário que estas ideias sejam assimiladas por quem «de fora», manda e comanda na sombra os destinos da autarquia, porque a Presidente D. Sara Maria Alves da Rosa Santos, apesar de ser a detentora do mando, não terá a «autorização» para o fazer!
Escritor a 24 de Abril de 2006 às 17:18

Carros de cavalos? Com circuitos dentro de horas estabelecidas? Pelo menos durasnte os meses de Verão?
Acho bem...
Como resolver o problemas das "castanhas" dos cavalos deixadas no empedrado? Limpezaq constante? Ou pivete?
anonimo a 25 de Abril de 2006 às 08:14

Comentem o 25 de Abril no Frontal
JAJ a 25 de Abril de 2006 às 11:00

Há muito esse problema foi resolvido, colocando-se uma bolsa no traseiro dos cavalos para que eles façam as necessidades e não sujem o caminho...
castelete a 25 de Abril de 2006 às 11:30

Só espero que a Câmara entenda que o povo está descontente com o desinteresse da autarquia pelo trânsito da Vila. Afinal é tão fácil. Basta perguntar às pessoas e a resposta é unânime: Entra-se na vila pela rua de São Francisco e opta-se ou pela Rua Direita ou pela Pesqueira, descendo pela direita da matriz em direcção ao Largo de S.Pedro. Quem desce o ramal, ou vila pela direita ou passa pelo antigo campo de futebol, pesqueira e contorna o Cruzeiro ou para entrar de novo na rua direita ou para sair pela de S.Francisco.
É preciso é fazer alguma coisa: colocar sinais, antes que cheguem os visitantes e recomece o movimento estival da vila. Quem receia ordenar o trânsito na Vila e tomar decisões?
do Lagoa a 25 de Abril de 2006 às 21:32

É melhor criarem um condomínio Fechado. Acabam - se os Problenas.
O Prior do Convento a 26 de Abril de 2006 às 12:35

O que se pretende é abrir a Vila de par-em-par, abri-la ao progresso. Mas isso faz com ordem (não com a "ordem de antigamente!) mas ordenando o transito e o movimento das pessoas e seus bens.
Só se pretende que os mandantes do Convento olhem para a Vila e vejam o estado a que chegou! E se não sabem ou não querem dar-lhe uma feição nova, dêem lugar a outros. Pacivos como são, não merecem a nossa confiança. Vão-se embora que no Convento só há lugar para os devotos do concelho mais antigo da Ilha do Pico. Não para mercenários e corsários....
Mouraria a 26 de Abril de 2006 às 19:54

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