Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

18
Jun 06

As torres negras da igreja Matriz estão a precisar de tinta. Desde que um operário caíu da torre do lado do mar - já lá vão uns bons anos! - nunca mais aquelas paredes viram a côr branca e sentiram o cheiro da tinta.

Fica tão mal! Os responsáveis paroquiais não vêem? O único edifício que sobressai do casario da Vila, tem as paredes negras,  que muito têm resistido à chuva e aos ventos.

Não fizeram obras na capela-mor? Então por que não lavaram a cara da nossa Matriz?

Metam mãos à obra que os paroquianos saberão colaborar.

Ver imagem em: http://lajes.blogspot.com

 

 

publicado por sim às 20:49

Veja o http://lepra-tecoma.blogspot.com
lepratecoma a 18 de Junho de 2006 às 22:27

Tem razão sim senhor só que eu ainda vou mais longe toda a igreja precisa rapidamente de obras: reforço da estrutura das paredes,novos rebocos nas paredes laterais e interiores,novo piso pois o tacos de madeira já passaram o prazo á muito,pinturas de janelas laterais e traseiras emfim uma boa renovação.
Agora que todas as igrejas do Pico devido á reconstrucção foram renovadas entrando já este mês a de S.João e em Julho a de S. Mateus apenas a das Lajes fica com aspecto degradante e é pena pois é aquela que mais olhares chama devido á sua localização e á sua imponençia.Deveria ter entrado no rol das reconstrucção aproveitando as regalias mas nunca é tarde.
carlos a 18 de Junho de 2006 às 23:30

Qual foi a diligência dos responsáveis pela conservação da Matriz nos anos de 2005, 2004 e 2003, etc.? e por aí atrás?
Que andaram a fazer?
anónimo a 19 de Junho de 2006 às 12:36

Realmente é uma pena, o que se vê quando nos aproximamos do Largo General Lacerda Machado (Largo do Meio da Vila, ou do lampião) e se depara com a imponência do templo inaugurado no dia 28 de Maio de 1967. A mim parece-me, não tenho a certeza, que as torres da Matriz, há mais de 40 anos não são pintadas. Esta lacuna imperdoável é devida à incúria e à passagem meteórica de vários sacerdotes por esta paróquia, lembro-me de pelo menos de cinco. Uns não tiveram pachorra e outros apenas estavam lá para receberem o ordenado de professores de Religião e Moral da Escola Básica e Secundária, General Lacerda Machado. A actual administração apenas teve dinheiro (?), para mandar fazer dois quartos, para e segundo dizem, albergar as crianças da catequese e outras actividades da paróquia, uma vez que a Igreja da Senhora da Conceição, (Igreja do Convento), as instalações anexas, foram transformadas uma, em morgue e a outra, na oficina de fabricação do jornal O Dever, semanário católico, propriedade da paróquia que anda enrolado no meio de dois terramotos. Urge meter mãos à obra e envidar esforços para que o Governo a exemplo do que aconteceu com outras igrejas no Pico, faça a sua parte e os paroquianos também a sua. Esperamos para ver, mas alguém tem de ir à frente para levar a cruz e transportá-la até ao fim. Esta é infelizmente, mais uma imagem degradante e o cartão de visita que podemos oferecer aos que nos visitam, porque os que cá estão já se habituaram a este tipo de desleixo e de tão triste que estão, nem protestam.
Evaristo a 20 de Junho de 2006 às 00:41

1 - A Escola ainda não tem nome. O antigo Externato é que se designava por "Externato Lacerda Machado";
2 - O número dois da Fábrica da Igreja foi sempre o mesmo. Nunca mudou;
3 - O Jornal "enrolado no meio de dois terramotos" é que não dá para entender. Quais foram, ou quais são esses terramotos? Um terramoto destroi, mas depois vem a reconstrução. Ainda se está à espera?...
anónimo a 20 de Junho de 2006 às 09:27

Uma pintura em tinta invisível seria a melhor solução; a Matriz foi o maior erro urbanistico do séc. XX dentro da vila. E o tetro municipal será, seguramente, o erro do séc. precedente.
CIN a 20 de Junho de 2006 às 10:06

Oh Sr. CIN : De facto num texto de 3 linhas é difícil encontrar tanta tolice: A matriz teve início no séc. XIX; Teatro e não "tetro"; E caro sr(a) o séc. precedente do séc. XX é o XIX... deveria querer dizer subsequente... Pessoalmente gosto muito de ouvir e ler a opinião das pessoas, demonstra interesse, contudo.. há que preservar a língua de Camões senão perde-se o significado do comentário..
Ups a 21 de Junho de 2006 às 11:01

Enganou -se no nome CIN ", devia - se chamar SINA - Sintoma de Intelegência Não Adquirido.......
O Prior do Convento a 28 de Junho de 2006 às 23:58

Para os que não sabem, mas não são ignorantes, a actual Igreja Matriz das Lajes do Pico, cujo orago é a Santíssima Trindade, foi iniciada no século XIX, mais precisamente no 7 de Julho de 1895 e foi desenhada pelo pároco, Francisco Xavier de Azevedo e Castro. A antiga igreja foi demolida e tinha a frente virada para o mar.
Observador a 21 de Junho de 2006 às 00:33

Porque é que a Vila tem que ser diferente das freguesias? Que eu saiba em todas as restantes paróquias deste concelho (igrejas paroquiais, ermidas e capelas) existe uma comissão que aproveita as festas do seu lugar, e por vezes até inventam outras, para fazer "tasquinhas", "restaurantes", sorteios, quermesses e outros tipos de angariação de fundos para a manutenção destes templos. Se assim acontece em pequenas freguesias e povoados, porque é diferente nas Lajes? Nunca vi comissão nenhuma nas Lajes organizar este tipo de acções. Ficam sempre à espera da Junta, da Câmara e agora até do Governo. Gente das Lajes organizem-se e façam alguma coisa. É por atitudes de passividade como esta, que quase todos os que são de fora da sede do concelho, não tem o mínimo respeito pela "gente da vila".
Márcia a 21 de Junho de 2006 às 01:04

Concordo com a Márcia. Apenas se pensa e fala na Matriz, aquando da Festa de N. S. de Lurdes, depois ela fica "às moscas" salvo as honrosas e reduzidas excepções de alguns velhos e crianças, "obrigadas" a ir à missa... Não se sabe se a Comissão tem dinheiro. Nunca teve a transparência de o dizer na Igreja. Pelo menos é o que comentam os que lá vão... Mas, pior que isso, é não verem que necessita de obras. A última foi feita pelo P. Garcia - reforço da cobertura do tecto com tela, por de baixo das telhas - mas teimam em lá continuar. Fizeram obras em S. Francisco, em S. Pedro, não deram "cavaco a ninguém" sobre o que lá gastaram e foi muito o que receberam do Governo e também da Câmara, mas não eram os melhores aqui há anos? Não são os qus apoiaram e teimaram com o Sr. Bispo para que o anterior pároco de lá não saísse? Está na altura de deixarem de falar de cor e actuarem no sítio próprio que é a assembleia dee leigos. Com este novo pároco, porque não o sensibilizam para debaterem todos estes problemas? Falar no anonimato é pouco...
Anónimo a 21 de Junho de 2006 às 14:40

Sr. UpS,

Agradeço as suas correcções; V. Exma. é, de facto, um perfeccionista. Apesar das gralhas e dos meus arranhões à língua de Raul Brandão (porquê sempre o Camões; gostou assim tanto daquela lírica?) julgo que a minha mensagem foi muito explicita: a Igreja não tem desenho erudito nem está devidamente à altura da riqueza arquitectónica da Vila das Lajes. Resumindo, é um verdadeiro aborto neo-neo-gótico. Em todo o caso, grato pela sua coloquial e educada intervenção. Viva a nossa Vila!
Cin a 22 de Junho de 2006 às 03:07

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