Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Fev 06
Esta é uma pergunta que tem andado na boca dos leitores do blog Lajes do Pico. O autor,não interessa, digo eu, porque os objectivos que me movem são a nossa Vila, o nosso concelho, o nosso Pico. Só esses e nenhuns outros. Não há projectos ou intenções políticas de mando, nem carreiras pessoais em vista.
Somos suficientemente lúcidos para avaliar o processo de desenvolvimento e as decisões que os poderes regional e local tem tomado nesta parte da Ilha. Uns e outros têm culpas no cartório. Uns - Governo Regional - porque durante dezenas de anos programou aconselhado por elementos do seu partido e não soube perspectivar e promover as nossas evidentes potencialidades. Resultado: concentrou-se na Madalena serviços antigos e novos e no Cais, instalou-se o porto comercial com as autoridades próprias. O Sul, com a "ajuda" da construção do porto de pesca das Ribeiras, perdeu importância e as Lajes deixou de ser o centro comercial da Ilha como foi no tempo de Edmundo M.Avila & Filhos.
Com o actual governo, houve um outro olhar para o sul: a construção da fábrica de lacticínios, do novo matadouro, da orla-marítima, a melhoria das estradas, a programada ampliação da escola das Lajes... o futuro hotel, a aposta no whale watching, o novo hiper. Há um novo ar que se respira. É preciso também que a Câmara acelere o seu passo e, após ter deitado à água milhões, se volte para o ordenamento do território, abrindo novas perspectivas urbanas na zona leste da Vila, em terrenos que podem ser desanexados da reserva agrícola das Lajes. Continuar a construir na Silveira e transversal, é um erro, porque os espaços não são amplos e os terrenos são muito acidentados.
O autor deste blog, espera, porém, que outros venham a terreiro defender as suas ideias, manifestar as suas opiniões, apresentar as suas propostas, para que todo o concelho se sinta envolvido no processo de desenvolvimento.
Onde estão os professores da Escola, gente formada, licenciada, com estudos e perspectivas diferentes? Por que não se pronunciam aqui, ou no DEVER, ou na Rádio Montanha? (A propósito quem disse que uma rádio era um toca CD,S e um MCS sem alma e sem espírito crítico? Mas ficará para outra altura uma abordagem a este assunto)
Todos não somos demais para desenvolver a nossa terra. É preciso é agir e quanto antes pois o tempo urge!
publicado por sim às 19:52

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