Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

30
Dez 10

Já lá vai o Natal, com os eventos a que já nos habituaram algumas instituições e está prestes a surgir o novo ano.

 

A Câmara viu aprovado o seu plano e orçamento, com a abstenção maioritária da oposição.

Segundo foi referido, não serão de esperar grandes obras. Ficarão para os próximos anos ou para outra legislatura e isso compreende-se, dada a situação especial que afecta as finanças públicas.

Há, no entanto, perspectivas de mudança no concelho, com vista a um progresso que se pretende aberto a todos e dinamoizador das nossas potencialidades.

As Lajes necessitam de uma lufada de ar fresco, de um abanão de criatividade e inovação. E isso, quer se goste quer não, está a acontecer, nas iniciativas do município e não só.

Há projectos ambiciosos de que se ouve falar, mas parece estarem escondidos nas secretárias do poder.

Um deles é o Centro de interpretação da actividade baleeira a instalar nas Casas dos Botes da Lagoa de Cima.

Fui descobrir imagens desse projecto, (será o difinitivo e aprovado?), na página do face-book do Arquitecto Miguel Machado e não resisti em torná-las públicas, (com a devida vénia!) por revelarem a grande capacidade criativa deste destacado lajense.

Aí ficam para quem as quiser apreciar, com o intuito de estimular a auto-estima dos lajenses daqui e d'além, sempre interessados no futuro da nossa terra.

Com elas, podemos perspectivar o que será aquele espaço de tantas estórias e memórias quando o projecto estiver concluído. Esperamnos que não demore muito, pois as Lajes precisam de modernizar-se e inovar-se para atrair forasteiros e fixar os mais jovens.

É o que desejamos aconteça no próximo ano, prestes a iniciar-se. Daí os nossos votos de muita paz e felicidade a todos os nossos leitores.

publicado por sim às 21:03

14
Dez 10

A neve da Montanha traz-nos temperaturas baixas e temos de nos agasalhar, mais do que prevíamos.

Mesmo assim, ninguém diz nada. A comunicação social, talvez porque demasiado próxima desta imagem anual, não liga, nem noticia o que, pelo continente seria motivo de atracção turística. E é pena, porque há tanta gente que, tocada pela Maravilha da Montanha,poderia cá vir.

Nós somos assim. Indiferentes. Não ligamos à beleza que temos.

Mas não pode ser assim. O turismo é feito do anuncio da normalidade como novidade e as TV,s também vivem da mudança e da notícia da mudança.

Ou estamos demasiado longe e estamos desimportados da maravilhosa diferença que temos?

publicado por sim às 09:45

Dezembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
pesquisar
 
blogs SAPO