Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

22
Abr 11

Frio, chuva, vento e, de vez em quando umas manhãs primaverís, é que vai fazendo por aqui e no Pico em geral.

A Páscoa aproxima-se e a Vila começa a ser visitada por turistas estrangeiros que não dispensam a observação de baleias e de golfinhos.

É esse o nosso maior trunfo, presentemente, embora tenhamos muito mais para oferecer.

 

A Montanha, por exemplo, que vista daqui, não tem paralelo.

Mas também o mar, a baía, virada a um sul sempre acolhedor e tranquilo, por onde, nos últimos dias têm passado vários navios de cruzeiro.

Como seria bom que parassem na baía e visitassem esta Vila Baleeira e os seus equipamentos museológicos...

 

Na Matriz, começa a ver-se já os efeitos das obras de recuperação. Primeiro no lado da terra e, depois, virá o resto. Com tempo. Na filarmónica o edifício está em obras de transformação, no rés-do-chão.

 

Nas ruas da Vila, prosseguem os trabalhos de abertura de valas para a colocação subterrânea da cabelagem elétrica.

E assim vamos nós, cada vez mais próximos da quadra estival.

Páscoa Feliz para todos os nossos leitores.

publicado por sim às 13:26

17
Abr 11

 

Quem passa na estrada sobranceira às Lajes, depara-se com uma série de derrocadas que fazem perigar o trânsito e os peões.

Junto a um depósito municipal de água, a rocha ameaça continuar cair e um grande pedregulho aguarda sobre um pequeno muro de suporte resvalar para a estrada.

Será que isto não preocupa os responsáveis que têm de zelar e velar pela segurança das populações?

 

Mais adiante, em direção aos Paços do Concelho, nova derrocada. Não é grande, é verdade, mas quem sabe se atrás desta não virá outra maior?

 

Não percebo como os particulares constroem muros de suporte nas suas propriedades e as entidades públicas não.

 

Junto à entrada para as Lajes, os terrenos continuam a dar de si. São altos, de boa terra lavradia e não há quem os contenha, quando acoçados pelas chuvas. Estão assim desde que se procedeu ao alargamento da via.

Não seria de toda a conveniência olhar para esta situação com outros olhos, pensando que ninguém está livre de apanhar com uma derrocada em cima?

Construiram-se pequenos muros de suporte entre a Ribeira do Meio e a Ribeira do Cabo, e bem!

Mas estas situações não deveriam merecer das autoridades maior atenção, dentro do mesmo critério de segurança?

 

 

Porque não se faz muros de suporte, ou se coloca redes que sustentem as derrocadas?

O caso não é para brincadeiras.

A natureza quando não é tratada como merece, age a seu belo prazer.

E lá diz o ditado: Homem prevenido vale por dois.

 

Depois não venham chorar sobre o caldo derramado porque a incúria e o desleixo merecem reparo e condenação.

 

Que Deus nos livre de uma tragédia!!!

 

publicado por sim às 23:18

10
Abr 11

Vencedoras da Taça de Portugal de Voleibol!

As meninas do Ribeirense venceram por 3-0 as atletas do Trofense, em Baião.

Foi uma vitória muito dignificante para as atletas do Ribeirense que orgulha todos os ribeirenses, os lajenses, os picoenses e os açorianos.

Parabéns também aos dirigentes, pelo esforço que desenvolveram para conseguir esta brilhante vitória.

Continuem!

publicado por sim às 18:27

02
Abr 11

Após alguns dias de vento e de chuva, o suficiente para o aeroporto fechar e arredar esta Ilha do arquipélago e do mundo, voltou o bom tempo.

São assim estas ilhas. Mesmo assim, há cada vez mais revistas especializadas a considerar o arquipélago como um destino com grandes potencialidades, beleza e uma natureza limpa.

Por aqui, esperamos que este ano tenhamos mais visitantes.

 

Esperamos... mas será que temos feito o que devemos para atrair mais visitantes?

Ou aguardamos que os turistas venham até nós, sensibilizados apenas pelos prospetos das agencias de viagens e pelas revistas da especialidade?

Esta ilha e o nosso concelho merecem uma promoção cuidada, inteligente e eficaz.

No turismo, como indústria de lazer, a carolice e a boa vontade já não chegam para convencer os potenciais visitantes.

O mercado tem as suas regras e rege-se por critérios publicitários bem conhecidos e caros que surtem efeito quando utilizados em campanhas.

Exige-se de todas as entidades envolvidas: operadores, empresários, organismos públicos e privados e até dos lajenses que apostem, decididamente, nesta actividade, inovando, criando e promovendo actividades relacionadas com a actividade do whale-watching que deve ser muito mais do que uma simples ida ao mar para observar baleias e golfinhos. Só isto é pouco. Muito pouco.

O investimento na recuperação de botes e de lanchas baleeiras não pode nem deve destinar-se APENAS a regatas a remos e à vela ou a campeonatos regionais, inconsequentes.

Os botes e as lanchas podem e devem ser utilizados para passeios com os visitantes, acompanhados de animadores que recordem a história e as estórias da baleação.

O Museu só não chega quando há botes e baleeiros ainda vivos.

Com franqueza! Parece que temos medo de dizer que no Sul do Pico e nesta terra foram arpoadas centenas de baleias, transformadas em óleo e que a caça era feita em botes e lanchas que ainda navegam. Não somos menos ecologistas ou ambientalistas, por isto.

Não tenhamos medo de um passado que nos orgulha e que devemos dar a conhecer, o melhor que saibamos, a quem nos visita. É essa partilha de vivências que pretende quem nos visita e que torna esta Ilha singular na exploração dos mamíferos marinhos.

publicado por sim às 18:29

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