Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

01
Ago 06

Está mais animada a nossa terra com o regresso, embora temporário, de muitos que aqui nasceram e que, por motivos vários, tiveram de partir ou emigrar.

Sejam benvindos!

Precisamos da sua participação cívica, das suas ideias, da sua crítica, do seu contributo para desenvolvermos as Lajes e colocá-la no patamar que já conheceu há algumas dezenas de anos.

Precisamos dos lajenses que nos visitam pois, com eles, reconstituimos parte importante do nosso passado, da nossa memória colectiva, das nossas vivências e sonhamos com melhores dias.

Não tenhamos medo das suas sugestões, porque fazem-nas por amor à terra. Não recusemos as suas propostas, pois transportam uma mundividência adquirida noutros países, noutras cidades, noutros meios mais evoluídos que o nosso.

Recebamos os filhos desta terra com a alegria de termos reencontrado amigos, parentes e antigos colegas de escola que, quando partiram, levaram no coração imagens inapagáveis da terra onde nasceram e que nunca mais se esquece, sobretudo quando se está ausente.

Eles têm tanto direito como nós a decidir o nosso futuro.

Quem sabe se alguns deles, mais dia menos dia regressam a casa, como o fizeram tantos outros? 

publicado por sim às 22:08

Que sejam bem-vindos, que nos dêem sugestões, mas que não queiram "vir mandar".
anacoreta a 1 de Agosto de 2006 às 22:44

Concordo,

Nada de vir para cá falar do que não sabem. Têm a mania que vêm das cidades grandes e de ilhas maiores e que isto lhes dá o direito de opinar sobre tudo e criticar tudo. Pensam que os que ficaram têm menos capacidades, é?
Não pensem que por passarem cá um mês podem mandar e desmandar
Concordo a 2 de Agosto de 2006 às 15:56

Já estávamos admirados de o assunto não ter ainda mudado. Finalmente chegou o dia e o assunto foi muito bem escolhido: os cumprimentos de boas vindas a todos os nossos residentes no estrangeiro. Realmente eles são parte integrante do nosso viver e sentir por esta terra e eles como nós, que aqui passamos os dias e os anos nesta mui nobre e sempre leal, sentem o abandono que esta Vila foi votada. Dando um passeio matinal até ao Bairro dos Biscoitos, deparou-se-me um espectáculo deveras degradante. Uma casa queimada, que parece estar assombrada, um reduto que não tem dono em frente às moradias e uma estrada que de nome só tem o lugar por onde passa. Mas indo ao caminho velho das Terras, ver uns terrenos que ali ainda tenho, verifiquei que aquela via municipal, foi mais uma, votada ao abandono propositado. Afinal esta é uma terra, em que ninguém sabe quem manda, porque todos «sacodem a água do capote» e as promessas continuam na boca dos mentirosos que nos governam. Não será tempo da população tomar a iniciativa e começar a limpar os seus passeios, limpar as suas testadas e os habitantes do Bairro e os proprietários que tem terrenos no Caminho Velho, unirem forças e reivindicarem os seus direitos? Porque isto de Presidente da Câmara é um fiasco e a vereação, que também anda de mãos atadas, nem pode abrir a boca. E já agora...ficou muito feio, os dois últimos concertos realizados por associações musicais do Continente no Largo do Cruzeiro, não ter havido no mínimo a entrega do cartaz da Semana dos Baleeiros àqueles que se dispuseram a vir visitar-nos e como recordação das suas terras, entregaram à representante camarária algumas prendas. Tive dó da cara da Vereadora Dra. Vanda, que só não se sumiu pelo chão abaixo, porque aquele recinto foi calcetado (mal), há pouco tempo. Já agora aqui deixo o alvitre, para se fazer um peditório para a compra de bancos para o Largo amarmoreado do Cruzeiro. Aquela banqueta que delimita o mesmo, não serve de assento, serve sim para suporte da «calçada património», que ali foi colocada.
Escritor a 2 de Agosto de 2006 às 12:36

Concordo plenamente. Mas porque razão é que a maioria dos Lajenses não escutam a voz daqueles que não sendo daqui, fizeram das Lajes a sua casa? Aqueles que de verão ou inverno participam activamente na vida da Vila, procuram dinamizá-la e dar o seu contributo social, cívico ou religioso. Porque razão é que os afastam e teimam em não aceitar as pessoas que por opção de vida elegeram as Lajes como o seu caminho ou "destino". Disseram-me uma vez algo que me marcou e que deixo à vossa consideração: "Nós não somos do sítio onde nascemos, mas sim daquele que escolhemos para viver". Eu escolhi as Lajes e desejo-lhe que consiga progredir e mostrar todo o potencial que tem, quem me conhece sabe que me tenho empenhado para que esta Vila saia do marasmo em que está. Temos tanto de belo é só saber aproveitá-lo e crescer, porque comparados com os outros Concelhos estamos a ficar na cauda e os Lajenses não merecem isso.
Teresa a 2 de Agosto de 2006 às 14:38

Quem passa pela Vila à noite parece que chega a uma qualquer freguesia rural.
Longe vão os tempos em que a Vila oferecia vida e animação a quem nos visitava.
Foram obras a mais, executadas por tempo demasiado longo, muitas das quais ainda nem acabadas estão e de uma qualidade por demais medíocre.
Mas aqueles que nos governam nem sabem disso. As suas preocupações restringem-se a revistas e teatros. Já leram a "MAGMA"?
O que é aquilo? Lieteratura de quem? E para quem?
No que o poder da Câmara Municipal se transformou... é triste!
Deixem-se de propagandas caras e olhem para aquilo que preocupa os Lajenses.
E já agora um recado directo a Sara Santos: no próximo editorial do Boletim Municipal inove nos queixomes, já ninguém a pode ver lamentar-se! Chega de tentar limitar a voz do povo, não vê que isso não pega?
Anónimo a 4 de Agosto de 2006 às 16:48

Já agora que me concedem a possibilidade de me pronunciar sobre as Lajes aqui vão algumas críticas e sugestões:
-Primeiro para quem teme que os visitantes-lajenses dêem sugestões ou apresentem propostas. Não pretendemos mandar nas Lajes, mas como os que cá vivem também pagamos imposto municipal e IRS,IRC,IVA e todos estes revertem pambém para o Muncicípio das Lajes através do orçamento de Estado.
-Quando se anuncia a edição do segundo número da MAGMA pergunto: que investimentos deixaram de ser feitos para que escritores "de fora" publicassem os seus trabalhos, alegadamente com muita qualidade?
-Quem vê O DEVER desta semana- pág. autárquica- já não encontra as anunciadas explicações da presidente. Já não há assunto, ou temas para explicar aos munícipes?
-Ao ler a revista do Município é informado de que este verão vai ser possível utilizar a piscina de Santa Cruz. Quando se pede desculpa à população pelo atraso da obra? Os eleitores merecem respeito!
-Quando se muda a iluminação da Festa de Lurdes que remonta ao estilo dos anos 60 (do tempo em que o Fauto de Angra, instalou os primeiros arcos?)
-Será que os eleitos não t~em a noção de que o povo está descontente com o que estão a fazer e já não chegam as obras que a camara está a fazer para salvar a face?
-Vejam o Ilha maior desta semana e as fotos das lajes que lá se publica. Não há vergonha da Câmara? Quem sabe se falta mais um acessor para apontar a fileira de casos publicos que a nossa vista alcança?
-Já é tempo de começar a preparar o próximo elenco camarário que este não vai lá. Se fôr preciso, que venha alguém de fora dar uma volta a isto e quanto mais depressa melhor!!!!!!!!!!
Mouraria a 5 de Agosto de 2006 às 16:12

O chefe foi visto com os seus admiráveis calções (naquelas pernas longas) sobre um escadote a enroscar casquilhos para a semana de Lurdes. Desta vez sem comissões e sem adjudicações à pressão para os seus amigos de Évora. Apesar deste ser agnóstico, parece que se arrependeu do fel que tem cuspido sobre os Lajenses e decidiu pagar uma promessa à Senhora que inclui a colocação de 2000 lâmpadas para iluminar a nossa Vila.

Só esperamos que fique agarrado num casquilho qualquer.
Paulo a 5 de Agosto de 2006 às 19:54

Ele continua a chamar-nos apelidos. Vejam o seu blog (já tem o seu blog) e vejam que somos popularuchos (povos de baixa condição, reles...)
anónimo a 8 de Agosto de 2006 às 17:44

O chefe tem um novo blog? O antigo era uma pasmaceira, "pró tentativa falhada de intelectualidade sofisticada de esquerda burguesa ", mas se este fala de nós, alguém me pode dizer o endereço? Gostaria tanto de ver os seus elogios a esta gente honesta que lhe paga o ordenado?
Anónimo a 8 de Agosto de 2006 às 21:25

Todos podem dar o seu contributo. A D. Teresa já é mais Lajense do que muitos que cá nasceram. Optou por cá viver. Ainda bem ela e seu marido. A iluminação da Electro-Fausto era, só por si, excelente e nada tem a ver com a "pobre cópia" que o Leonildo quis impingir à Câmara. Era uma variedade de cores e o Largo do Cruzeiro era espectacular. Procurem os postais da época, com a esplanada do Restaurante 1º de Maio, no fim dos anos 60. Nunca mais houve nada igual. Poderão procurar passar tudo para as tascas inestéticas da marginal, mas nada se comparará com a excelente iluminação, alegria e convívio da Rua Direita nos anos sessenta e setenta.
Anónimo a 9 de Agosto de 2006 às 12:46

ESSA DA ILUMINAÇÃO ESTÁ CORRECTA. MAS SABEM QUE MUDOU A FESTA? LEMBRAM-SE? ENTÃO A ELE APONTEM O DEDO. E JÁ AGORA, PARA ONDE FOI A PEDRA DA EIRA? AQUELE LUGAR EM FRENTE AO MUSEU DOS BALEEIROS NÃO PODE TER OUTRO ARRANJO URBANÍSTICO!? OU PRECISAMOS DE COLOCAR O PROJECTO A CONCURSO E AGUARDAR POR UM RISCO DO, POR EXEMPLO, ARQUITECTO QUE FEZ O MAMARRACHO DO CANEIRO!? É QUE HÁ ESTÔMAGOS PARA TUDO...
PONTADOPARGO a 16 de Outubro de 2006 às 18:58

Agosto 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

14
15
16
17
18
19

21
22
23
24
25
26

27
28
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

pesquisar
 
blogs SAPO