Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Ago 06

1.Pede-se a quem de direito que corrija o piso da calçada junto à pera da saída/entrada da Vila. Anda-se para ali aos saltos e não há viaturas que resistam.

2.Pede-se a quem de direito que melhore o piso do miradouro sobranceiro à vila. Já lá vão os restos da areia do muro de suporte, agora, dignifique-se o local.

3.Pede-se a quem de direito que recupere a canada do Manuel Velho. Há gente que entra na Vila por lá, para o parque de campismo, e tem de fazer montanhismo.

4.Pede-se a quem de direito que melhore o piso da esplanada da baleia.  O local está cheio de bagaço e de poeira e isso incomoda os utentes.

5.Pede-se a quem de direito que coloque um sinal do lado sul do Cruzeiro obrigando a contornar o Largo. Como está, nada obriga a que se suba pela esquerda.

6.Pede-se a quem de direito que "perca" uma hora do seu horário de político-local, para ordenar, sinalizando, o trânsito da Vila. Há,agora, mais visitantes/condutores a passarem por aqui que ficam PASMADOS com a falta de sinalização da nossa Vila.

7.Não pedimos o impossível, mas esperamos que os responsáveis, exerçam o mínimo das suas competências e obrigações.

publicado por sim às 16:41

Parece que o grande buraco é mesmo o CHEFE!
E por este andar vai dar buraco...
Anónimo a 20 de Agosto de 2006 às 18:09

o chefinho resolveu agora também criar um blog apoiado pelo regime de sara santos.
não lhe bastava já insultar através de pseudónimos muitos lajenses num jornal do Pico, agora dirige-se directamente a cidadãos das Lajes.
este chefe está quase podre. não vale mesmo nada. o que lhe falta para perceber isso?
Anónimo a 21 de Agosto de 2006 às 04:15

Foi com desprezo e nojo que me falaram da última obra do chefe: um blog.
Quis dar uma olhadela e, na verdade, confirmou-se. Uma miserável escrita, de pendor arroaceiro, atingindo frontalmente a vida pessoal de cidadãos da nossa terra.
Embora pensasse que mais baixo não desceria, depois dos rabiscos semanais no jornal do Pico, admito que esse ser despresível não conhece limites.
Lamentável. É que nem o cargo institucional que por enquanto ocupa lhe serve de travão. É fazer meio dos recursos dos contribuintes para semear a vergonha que nos merece.
blog do chefe e da sarita a 21 de Agosto de 2006 às 21:03

Compreendo a tristeza de alguns Lajenses. E confesso que levo muitos no meu coração para Évora.

Passei bons momentos nesta Vila das Baleias, muitos deles na companhia da Mara Prantos.

Agora chega. Não aguento mais. Existem pessoas nesta terra que fazem demasiadas perguntas e que até escrevem nos jornais e em blogs. Nunca imaginei. Afinal sou ou não O ESCRITOR.

Eu que tanto me sacrifiquei. Tanto fim-de-semana passado no convento de são francisco, tanta viagem de avião, quantas vezes tive de atravessar o canal... é que nem um aeroporto em condições existe nesta terra.

Mas ninguém viu isso. Só sabiam dizer que eu era marido desta e daquela, que eu nunca estava nas Lajes... tudo infâmias vindas de uma maldicência monstruosa.

Vocês lajenses: não tinham nada. Nem cinema, nem teatro! Eu fui o pai de todos e ainda me criticam. Parece impossvel. E logo eu, uma figura de proa da cultura nacional, quase nobel, quase director nacional da cultura. Um mestre em Teatro. O chefe que esta terra precisava há décadas...

Vou partir. Não ainda. Talvez dentro de 3 anos, se até lá a Mara Prantos não for promovida, quem sabe, a Ministra, e aí, aí eu teria todo um país na minha mão... é que este concelho das Lajes começa a ser pequeno.
Carlos Adalberto Achado a 21 de Agosto de 2006 às 03:59

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