Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Out 06
A secretária regional do Ambiente e do Mar, Ana Paula Marques, anunciou, nas Lajes do Pico, que o Governo Regional vai avançar, de imediato, com a preparação do caderno de encargos tendo em vista a construção de um Eco-Centro na ilha do Pico. No final de uma reunião com os presidentes das três câmaras municipais da ilha, Ana Paula Marques justificou a decisão com o facto do Eco-Centro constituir, a infraestrutura que “faz mais falta” à resolução do problema dos lixos no Pico. (LUSA)
Não passa só por aqui a questão dos lixos.
Passa pela instalação de contentores e de ecopontos em número satisfatório, para que as pessoas não atirem o lixo em sacos de plástico para os serrados vizinhos ou para as bermas das estradas.
A educação para a separação, recolha e tratamento do lixo passa por uma campanha de esclarecimento bem organizada junto das escolas e junto da população, como aconteceu há anos noutros locais, pela existência de equipamentos de recolha e selecção convenientes, e, até,pela cedência de sacos plásticos aos cidadãos, como acontece em Lisboa. De que serve fazer a selecção doméstica dos lixos se os serviços juntam o lixo todo?...
Neste campo já estamos atrasados, o que demonstra a falta de sensibilidade dos autarcas para este problema.
Quando outros países já ganham dinheiro com a compostagem dos alimentos e a produção de energia, estamos nós a atirar os carros velhos para as ribanceiras, para as pastagens e mistérios, para a rocha...
É passar pelas Lajes e pelo concelho e ver quantos contentores e ecopontos existem, se bem que as populações reclamem a colocação de muitos mais!...
A mudança de mentalidade passa, sobretudo, pelos autarcas.
publicado por sim às 09:55

Uma pequena história apenas. Andava eu por lugares da Ilha mostrando esta nossa maravilha a pessoas que nos visitam durante o verão e passou uma carrinha de caixa aberta quando estávamos parados no Alto do Arrife e um dos ocupantes da caixa atirou uma garrafa de cerveja, borda fora em direcção ao abismo. Por acaso reconhecemos o figurão que fez a tal acção. Sabem quem era? Era um emigrante canadiano em gozo de férias no Pico. Quando lhe chamei posteriormente a atenção para o acto que tinha realizado, de primeiro não se lembrava, mas depois recordou-se e respondeu: «Não há contentores de lixo no meu lugar e antes que a garrafa se partisse dentro da caixa, foi partir-se para onde não vai ninguém». Mas atalhei: Se fosse no Canadá e se tal tivesses feito essa mesma acção irias pagar uma grande multa!? Disse: Realmente isso que dizes é verdade, mas aqui ninguém faz nada!» Agora pergunto: quem vai promover a compra e a selecção dos lugares para a colocação dos contentores? A entidade que tutela o ambiente, ou a autarquia? Se for esta última, como não tem dinheiro, vai declinar o convite e apontar baterias para a tutela e mais um folhetim, Câmara/Governo conhecerá novos capítulos. Mas reconheço que a mudança de mentalidades é essencial, a começar pelo Governo e Autarquia.
Terradaforca a 11 de Outubro de 2006 às 18:14

Será que os carros a apodrecer à entrada do Ramal da Calheta, também são para ir para o Museu do Automóvel ? Não haverá maneira de desaparecerem os carros, apesar de em propriedade privada, na oficina ao cimo do Ramal da Calheta e que dão uma má imagem da freguesia, que é uma das mais desconhecidas do Pico? A quem pertence chamar a atenção para este degradante cartão de visita da freguesia cuja sua Igreja este ano comemorou os seus 150 anos? Será à Junta, às Obras Públicas ou à Câmara? A limpeza urge se queremos trazer algo de positivo para o Pico e todos sabemos que uma das atracções é o turismo e a vivência das nossas gentes. Como achega e para quem nos ler, é obrigatória no Terreiro da Calheta uma visita ao Museu do Almerindo, é só subir um pouco o Ramal para a Feteira, que a casa é a primeira à esquerda e a amabilidade de um dos arpoadores de cachalotes dos Açores, - que teve já inclusivamente honras de ocupar as páginas da Revista da Nacional Geographic Magasine -, aguarda simpaticamente a sua visita. Mas entretanto a remoção daquelas e doutras viaturas automóveis que ao longo da Ilha estão abandonadas necessitam de uma intervenção urgente por parte das entidades responsáveis, sejam elas públicas ou privadas.
TRANCADOR a 12 de Outubro de 2006 às 20:00

Nunca fui ao Pico nem aos Açores. Mesmo com esta distância, estou chocada com uma Câmara que financia uma revista produzida pelo marido da Presidente. E que tal, a propósito de lixos, a população local entregar a dita publicação no ecoponto? Recicle-se Sra. Presidente...

Estamos fartos de corrupção!!!
Continental a 14 de Outubro de 2006 às 22:54

Se nunca esteve no Pico deixe a podridão acabar para nos visitar.

Os açorianos, os picarotos e os Lajenses sempre souberam acarinhar aqueles que passam por cá, bem como aqueles que não sendo ilhéus por nascimento decidiram eleger esta terra para viver.

Agora o que não admitimos, é que certas pessoas, onde não tenho dúvidas em incluir o actual chefe de gabinete da Câmara Municipal das Lajes, que não sendo de cá, não vivendo cá e não tendo qualquer relação com estas gentes, que mais não seja que uma recente relação pessoal com a titular do órgão que o NOMEOU, semeiem a discórdia e o atrito social através de deploráveis escritos de jornais e de blogues.

Este tipo de pessoas não interessa a ninguém! E se não nos TIVESSEM SIDO IMPOSTOS um dia, ninguém deles se lembraria para ocupar qualquer cargo público nas Lajes do Pico. Mas felizmente a história deles nunca rezará.

Estou certo que a revista "MAGMA" é só a ponta do iceberg. A ver vamos o pé em que vai ficar a empresa municipal a criar...
Lajense a 17 de Outubro de 2006 às 00:51

Custa a crer que nem conta do lixo a Câmara consiga dar, quando um dos vereadores é "especialista" nessa área...

Nessa qualidade de autarca, exigia-se ao Senhor Vereador que pautasse a respectiva actuação por critérios de maior competência e conhecimento específico, numa visão integrada e moderna dos valores ambientais e de um desenvolvimento sustentável, destacados do nível geral da governação de Sara Santos, mas nada.

Nesta como em grande parte dos domínios de actuação pública, esta equipa camarária é fraquíssima!!!!
Zé da Rua Nova a 15 de Outubro de 2006 às 14:54

Desta vez, no Blog do chefe, critica-se a pouca oferta gastronómica durante a semana dos baleeiros.

Pede-se mais peixe grelhado; caldo de peixe e caldeiradas.

Para além de mamar, o chefe, também quer comer.
E não percebe que caldos de peixe só no Inverno. E que o nosso peixe, ao contrário do Continente (com águas mais frias) não serve para grelhar mas sim para fritar com farinha de milho.
Coma fava guizada e ouça chamarrita. Ou então, coma batata doce...

Oh chefe, se fosses mais discreto...Mamavas e deixava-te de blogs e de opinares do que não sabes.
Anónimo a 15 de Outubro de 2006 às 23:27

O chefe continua em grande:

Mama, abusa e ainda tem a lata de gerir um blog onde se inscrevem comentários contra o governo e opinar sobre a actividade local. Sim, o pequenote do chefe mamão, ainda tem coragem de postar (cagar) postas de pescada acerca da comunidade local e de se envolver em matérias políticas regionais.

Chefe, um dia destes terás um bilhete de ida - mas pago pela mil ideias
Anónimo a 16 de Outubro de 2006 às 22:31

O chefe leva na cabeça a torto e a direito
Amalia a 16 de Outubro de 2006 às 22:44

Só há uma razão para que o CEHFE leve "na cabeça a torto e a direito": ele personifica o que de pior aconteceu e passou pelas Lajes do Pico nas últimas décadas.
Lajense a 18 de Outubro de 2006 às 01:55

Amália, não tenhas pena do Chefe! Ele leva muito mais no bolso do que na cabeça....
Anonimus a 18 de Outubro de 2006 às 00:07

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