Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

22
Out 06

O Município lajense está a preparar o próximo plano e orçamento para 2007.

Vamos dar um contributo aos autarcas deste concelho para, no exercício do direito de cidadania, apontarmos o que julgamos deverá ser executado no próximo ano com as verbas oriundas da União Europeia, do Orçamento do Estado e das taxas dos munícipes.

Venham daí as sugestões ( e não se diga que só falamos mal do concelho), sabendo-se, entretanto, que alguns projectos previstos para 2006 não serão concretizados, por motivos vários.

Quais as necessidades das Lajes que compete às autarquias - Junta e Câmara - e Governo  realizar?

E que contributo deve dar a iniciativa empresarial privada no desenvolvimento da Vila e do Concelho? E em que áreas?

publicado por sim às 19:35

Um dos projectos para 2007 deveria ser a remodelação e asfaltagem do parque de estacionamento da Rua Direita.
Lagoa a 23 de Outubro de 2006 às 10:02

Na sequência do comentário anterior a câmara deve proceder ao ordenamento do trânsito, com entrada na vila pela rua direita no sentido norte/sul, com novos sinais verticais e horizontais e placas indicativas dos sítios e edifícios mais visitados, como é uso ver-se em outras Vilas.
maré a 23 de Outubro de 2006 às 10:08

SERIA DE TODA A CONVENIÊNCIA QUE A DONA CÂMARA DAS LAJES JÁ QUE NÃO TEM PROJECTOS NEM GENTE PENSANTE PARA OS IDEALIZAR E UMA VEZ QUE O CASTELO, A FÁBRICA DA BALEIA E O ESTÁDIO ESTÃO, UM INAUGURADO E OS OUTROS EM VIAS DE ACABAMENTO, SE SE VOLTASSE PARA O MOMENTOSO PROBLEMA DO TRÂNSITO DA NOSSA VILA E PROCEDESSE DE IMEDIATO À SUGESTÃO PRECONIZADA PELO CIDADÃO QUE ESCREVEU O COMENTÁRIO ANTERIOR, MAS ACRESCENTARIA MAIS: QUE FOSSE DE IMEDIATO RECONSTRUÍDA A CASA DA MARICAS TOMÉ E OBRIGADOS OS PROPRIETÁRIOS , SE É QUE OS AINDA HÁ, DAS ANTIGAS CASAS DAS CLAUDIANAS E DE FRANCISCO ÁVILA, OU A EFECTUAREM O SEU RESTAURO OU AS CEDEREM À AUTARQUIA, PARA FAZER COM AQUELAS DUAS HABITAÇÕES AQUILO QUE MELHOR A VILA NECESSITASSE . ASSIM NÃO! QUANTO À CASA DA MARICAS TOMÉ E ESPAÇOS LIMÍTROFES E AFINS, SERIA DE TODO EM TODO O SEU APROVEITAMENTO PARA A INSTALAÇÃO DE REPARTIÇÕES PÚBLICAS E O ESPAÇO JUNTO AOS CORREIOS APROVEITADO PARA AÍ SER CONSTRUÍDO UM EDIFÍCIO PARA COLOCAR UMA SALA DE LEITURA, UM CIBER ESPAÇO, NUNCA UM SALÃO DE CINEMA, MAS UM ESPAÇO PARA UMA SALA DE REUNIÕES ESPAÇOSA E O GABINETE PARA APOIO AO CIDADÃO, PARA ALÉM DAS INDISPENSÁVEIS INSTALAÇÕES SANITÁRIAS. ALI NUM ÁPICE PODER-SE-IA, ARRANJAR 5 POSTOS DE TRABALHO E FIXAR NADA MAIS NADA MENOS DO QUE MAIS CINCO FAMÍLIAS. NO QUE TOCA AO PROBLEMA HABITACIONAL DO CONCELHO E DA VILA O MESMO SERIA EM PARTE RESOLVIDO, COM A CONSTRUÇÃO DE TRINTA FOGOS PARA HABITAÇÃO, OU MAIS, NO ESPAÇO ENTRE A ESTRADA REGIONAL E O RAMAL DE SAÍDA DA VILA, MESMO JUNTO À CASA DO JOÃO CAPITÃO, HOJE PROPRIEDADE DO NETO, EM REGIME DE ARRENDAMENTO A CASAIS JOVENS, FIXANDO-OS NO BURGO E AUMENTANDO ASSIM A SUA POPULAÇÃO. AQUELE ESPAÇO ASSIM COMO ESTÁ E O PARQUE DE CAMPISMO ALI COLOCADO SÃO A PROVA PROVADA DA INÉRCIA DE QUEM NOS GOVERNA. UM PARQUE DE CAMPISMO NUNCA ESTÁ SITUADO DENTRO DUM ESPAÇO CITADINO, COMO É O CASO E ESPAÇOS PARA PARQUES DE CAMPISMO, NÃO FALTAM DESDE O SOLDÃO ATÉ ÀS TERRAS. OS ARQUITECTOS E ENGENHEIROS CAMARÁRIOS AQUI TEM UMA SUGESTÃO MELHOR PARA DAR.
OUTRO GOLPE DE MISERICÓRDIA QUE A CÂMARA DEVERIA DAR ERA A OBRIGAÇÃO DA CONSTRUÇÃO DUM NOVO CENTRO DE SAÚDE COM ALGUMAS VALÊNCIAS, ENTRE AS LAJES E A SILVEIRA, POR EXEMPLO NA ZONA DOS BISCOITOS, PROPORCIONANDO MELHORES E MAIS MODERNAS INSTALAÇÕES E BENEFICIANDO ASSIM TODOS AQUELES QUE NECESSITAM DE SÉRIOS E COMPETENTES CUIDADOS DE SAÚDE. PROCEDER AO ACABAMENTO DO ARRANJO NO CANEIRO, MELHORAR O ACESSO À POÇA DO PANO E EFECTUAR O ARRANJO DA SUA PISCINA NATURAL JÁ HÁ MUITOS ANOS INICIADO E FACILITAR AOS UTENTES DAQUELA ZONA BALNEAR MELHORES ACESSOS TANTO À POÇA DA BALEIA, COMO À MARÉ. REBAIXAR TODOS OS PASSEIOS DE TODAS AS ESQUINAS DAS RUAS E AS PASSADEIRAS, DE MODO A QUE TANTO OS MAIS IDOSOS, COMO AQUELES CUJA DESLOCAÇÃO SE TORNA MAIS DIFÍCIL, BEM COMO PARA OS CARRINHOS DE BÉBÉ , NÃO SE SUJEITEM A CAIDELAS OU A OUTROS TRANSTORNOS NA LOCOMOÇÃO, PORQUE HOJE OS HABITANTES DA VILA, A SUA MAIORIA JÁ ULTRAPASSOU A JUVENTUDE HÁ MUITO. O ESPAÇO QUE FOI OCUPADO PELO CAMPO DE FUTEBOL, HOJE ESTALEIRO DAS OBRAS DA ORLA COSTEIRA, FICARÁ PARA OUTRA OCASIÃO MAIS CONVENIENTE, TALVEZ PARA O PLANO E ORÇAMENTO PARA 2008. POR ÚLTIMO LEMBRAR QUE HÁ AINDA MUITOS CAMINHOS QUE NECESSITAM DE CORRECÇÃO E ASFALTAGEM NO NOSSO CONCELHO E HOJE, ISSO JÁ NÃO DE ADMITE.
O ESCRITOR a 23 de Outubro de 2006 às 17:37

Felicito o autor da ideia de envio de sugestões sobre o que fazer com o Orçamento de 2007, quer a nível da Autarquia quer do Governo.
Dir-se-á que isto compete aos partidos políticos. E em parte é verdade. Mas mal vai o Poder que, arrecadados os votos, não mais escuta a "voz do povo", a qual é, amiúde, autêntico barómetro do que vai bem ou menos bem. E mal também vai a Oposição quando, esquecendo o essencial, se perde em tricas que a nada conduzem.
Por isso, parabéns ao autor da ideia.
Estou numa situação particular para opinar, porque moro em Lisboa e só resido nas Lajes um mês por ano (o das férias). Mesmo assim, e tendo sempre esse factor em conta, considero-me um espectador atento do que se vai passando.
O primeiro ponto que lanço é o das comunicações rodoviárias. vamos muito bem pela estrada velha até à Piedade, e no sentido oposto, até à Madalena. A volta à Ilha, junto ao mar, não tem problema. Mas que dizer das estradas ditas secundárias? Quem quiser visitar o pico da Urze, por exemplo, que se cuide!
E a Transversal? E a Longitudinal?
Estradas assim servem mal as populações. E numa região que tem o turismo como alvo potencial de desenvolvimento, há que construir os alicerces básicos para que isso seja possível.
É o primeiro tema que lanço.
José Augusto Soares a 23 de Outubro de 2006 às 19:23

Quando cá voltar amigo Juca, no próximo verão, o piso da Transversal estará muito diferente, para melhor
Anónimo a 1 de Novembro de 2006 às 17:21

Acompanhando aos sugestões anteriores e que visam em particular a Vila, gostava que de uma vez por todas:

- a Câmara centrasse a sua actuação naquela que é a cara e a sede política, social e cultural do concelho das Lajes;
- impõe-se um pensamento global e não o estilo tapa buracos que vem sendo feito;
- é que o espaço geográfico é demasiado pequeno para merecer o péssimo tratamento que lhe tem sido dado nos últimos anos, desde ruas inacabadas (pavilhão), passeios irregulares, casas em ruínas, estaleiro de obras...
- convém também evitar seguir-se uma política tipo "tasca" e de permanente improviso, principalmente durante o verão, onde crescem esplanadas sem quaisquer condições de higiene, segurança ou sanitárias. Um turista esclarecido não procura nada disso;
- a Câmara deve reunir com os empresários Lajenses, procurar analisar aquelas que são as suas preocupações e aspirações para o desenvolvimento da Vila;
- neste âmbito, a Rua Direita deverá beneficiar de um ordenamento do trânsito, nomeadamente quanto à orientação da circulação, limitando-se também o período de estacionamento automóvel, já que retirar por completo esse estacionamento é de todo inviável atendendo ao fluxo de trânsito por enquanto gerado;
- a Rua Direita deve ser transformada no centro nevrálgico e comercial do concelho, junto dos proprietários das habitações deve ser incentivado e incutida a ideia de que cada rés-do-chão seja destinado ao comércio ou serviços. O dinamismo que isso podia trazer...
- acredito até que numa fase posterior seria de pensar em destinar parte da Rua Direita à circulação pedestre, como acontece, por exemplo na Praia da Vitória;
- a zona em frente à igreja matriz merece ser repensada e porque não destinar ali a praça central das Lajes, o espaço existe, tem é de ser valorizado, o pequeno jardim e o lago já tiveram a sua época…;
- ao lado dos correios não faz sentido qualquer teatro!!!!! (para quem???????), ali, a par da casa da maricas Tomé, destinava as futuras instalações da Câmara Municipal das Lajes, num espaço nobre da Vila, sendo que o edifício do convento de São Francisco deve ter como destino uma estalagem/hotel… porque não integrada nas pousadas de Portugal do grupo Pestana? Cabe à Câmara encetar negociações com grupos hoteleiros… a construção das novas instalações viriam sempre como contrapartida da cedência e licenciamento da pousada de São Francisco…
- de facto, por mais que a época de verão se concentre na pesqueira, do museu à rua nova, não pode ser esquecido aquele que é a todos os níveis o centro histórico das Lajes e que merece ganhar vida autónoma.

Confesso que de cada vez que passo numa Vila ou Cidade por esse país fora lembro-me das Lajes e daquilo em que o seu centro histórico podia ser transformado. Falta sobretudo vontade e competência na gestão do dinheiro público, cuja afectação não deve ser dirigida exclusivamente em torno de uma utopia cultura sem bases sustentáveis.
Zé da Rua Nova a 23 de Outubro de 2006 às 19:28

Uma nota ao comentário de "Zé da Rua Nova".
Penso que todos os Lajenses têm pena de ver a Rua Direita tão ao abandono. Muitos anos passaram, e muita gente nela moradora morreu. E quer se goste ou não, o centro nevrálgico da Vila passou para a zona junto ao mar. Como seria lógico, se atentarmos que o principal valor das Lajes, aquilo que constitui o seu mais valioso património histórico, são os Baleeiros. A Vila tem aí uma oportunidade fantástica de se valorizar, e tem de a saber aproveitar. É aí que, se calhar, reside o seu futuro. O que não obsta a que a Rua Direita seja palco de algumas das modificações propostas, e com as quais concordo inteiramente.

Concordo com o Zé, inteiramente, embora pense também que o litoral da Vila tem, obviamente, movimento que chegue. mas é preciso valorizar tb a rua direira, devido á riqueza patrimonial e arquitectónica de alguns dos seus imóveis que convivem frente a frente com outros degradadíssimos - maricas tomé e casa das claudianas.
lagoa a 24 de Outubro de 2006 às 10:04

Apenas mais um reparo:

o que eu quis transmitir foi que a Vila é demasiado pequena e está tão limitada geográficamente que só perderá se a frente ribeirinha, a zona marginal, se desenvolver de costas voltadas para aquilo que considero ser a Rua mais nobre do concelho - a Rua Direita.

Aliás, impõe-se aqui distinguir que esse novo centro nevrálgico que hoje se sente em redor do Museu dos Baleeiros está resumidamente ligado aos meses de Julho e Agosto. E então de Setembro a Junho? É passar por lá e ver...

Pense-se naqueles que nos visitam, mas sem descurar o dinamismo daqueles que aqui vivem! Nesse equilíbrio aparece a prosperidade da nossa terra.
Zé da Rua Nova a 24 de Outubro de 2006 às 14:13

Meu caro "Zé da Rua Nova", mais uma nota.
Na última vez que estive nas Lajes num Inverno, já foi há alguns anos. Março.
Não vi ninguém no Cruzeiro. Decidi dar a volta a Vila, a pé, para matar saudades de tudo. Fi-lo tranquilamente, passo lento.
Quando cheguei novamente ao Cruzeiro, terminada a Rua Direita, sabe quantas pessoas tinha encontrado?
Ninguém! Absolutamente ninguém, a Vila parecia deserta.
Passaram uns anos, claro. O que piora a situação, pois a população é agora menor e mais envelhecida, havendo pessoas que nem à rua já vão.
Na minha opinião, que evidentemente pode não estar certa, é algo utópico querer reverter o "centro" para a principal rua. Aproveite-se a naturalidade com que tudo se desviou para o mar, e planeie-se o desenvolvimento dessa zona sem "voltar" as costas à Rua Direita. Os edifícios desta têm de ser, obviamente, cuidados, o trânsito regulado, mas é junto ao mar que as Lajes têm de crescer.
É a opinião de quem só lá está em Agosto, mas creio que essa directriz não poderá sofrer de qualquer sazonalidade.

Senhor José Augusto Soares,

Não pretendo entrar num infindável diálogo, naturalmente pouco atractivo para quem nos lê.

Mas não resisto a dizer-lhe que apenas procurei defender a necessidade urgente de revitalizar o centro histórico das Lajes. E quando falo em centro histórico, refiro-me à Vila no seu todo, enquanto espaço de características arquitectónicas e urbanísticas únicas na ilha. Do cruzeiro à igreja matriz, do largo de São Pedro à pesqueira.

Conhecer essa realidade exige bem mais do que duas semanas em Agosto ou Março. Aliás, não será exigido um esforço intelectual muito elevado para compreender que esse acréscimo de centralidade verificado na zona da pesqueira acontece pela posição geográfica do Museu dos Baleeiros e pelas quatro ou cinco lojas de “souvenires” e esplanadas que gravitam em seu redor, as quais encerram após o verão.

Não pode haver, num espaço notoriamente reduzido, novas centralidades, sem consolidar aquilo que existe e que, infelizmente, é pouco e está mal tratado. Primeiro restaurar, repensar estratégias e só depois o lançamento de novos projectos. De facto, o que oferecemos aos que nos visitam deve ser também pensado para a comodidade daqueles que vivem cá todo o ano. Daqueles que vão às compras, ao banco, ao café, ao médico, aos correios... tudo, curiosamente, na Rua Direita.

Recriar centralidades artificiais quando: há casas em ruínas, há um parque de estacionamento que aguarda pavimentação faz 5 anos, quando o trânsito desespera por reordenamento, quando os privados não recebem qualquer incentivo... Isso nunca nos levará certamente a lugar algum! A não ser que as Lajes passe a constituir um qualquer “resort” turístico.
Zé da Rua Nova a 26 de Outubro de 2006 às 00:16

O Convento não é propriedade da Câmara, mas, segundo creio,da Fazenda Nacional
Anónimo a 1 de Novembro de 2006 às 17:24

Acho que para os proximos 3 anos o que realmente interessa será aumentar a barriga do chefe.
Anónimo a 24 de Outubro de 2006 às 00:51

Afinal ideias não faltam para a nossa terra. E quando se diz que só se critica, é falso. O que aqui está é a prova que há muita gente que, desinteressadamente, pensa num futuro melhor para todos e que por isso são exemplo de que deve ser ouvida e tomada em conta.
O que falta aos senhores dos gabinetes é fecharem os ouvidos às sugestões e reclamações dos munícipes. Afinal, tudo o que aqui foi sugerido custa muito pouco; apenas se pede vontade e querer para fazer e essa parece que FALTA.
boca do caneiro a 24 de Outubro de 2006 às 10:09

quiz dizer que o que falta aos senhores dos gabinetes é ABRIREM os ouvidos....
Desculpem o lapso.
boca do caneiro a 24 de Outubro de 2006 às 10:12

quiz dizer que o que falta aos senhores dos gabinetes é ABRIREM os ouvidos....
Desculpem o lapso.
boca do caneiro a 24 de Outubro de 2006 às 10:12

As ideias aqui explanadas demonstram que as Lajes do Pico, apoiada pelos seus cidadãos, consegue sozinha trilhar um futuro promissor, sem recurso a qualquer gabinete de Mil e uma ideias.
Lajense a 24 de Outubro de 2006 às 15:01

Continuo surpreendido com a péssima gestão informativa da Câmara. Segundo o blogue, cujo título foi plagiado deste, saíu mais um número do Boletim municipal, cuja capa, acintosamente, mostra o esboço antigo do detestado e contestado teatro municipal.
O que se lamenta e repudia é que os seus "encapuçados" autores Manuel e Julieta, tenham acedido aos textos do boletim, sem que os mesmos estejam disponíveis em PDF no sítio do município das Lajes, como deveria forçosamente de acontecer, que mais não fosse para se dignificar os meios de comunicação oficial da Câmara. Mas não. O executivo camarário optou por um blogue anónimo para informar os cidadãos do conteúdo da sua actividade e publicações. Esta situação revela uma nunca vista falta de senso político. É sinal de que a D. Sara perdeu o controle e abriu mão,- sabe-se para quem,- do poder e das responsabilidades que os eleitores, seriamente, lhe confiaram, e que ela nem está a respeitar, nem a corresponder.
Publicitar, isoladamente, a capa e outros artigos do Boletim num blogue privado, sem antes o fazer, OBRIGATORIAMENTE, no "site" da Câmara é um desrespeito para com a instituição e um roubo de informação inqualificável. Só isso constitui motivo para abonar contra a idoneidade ética e política desta Câmara.
Da minha parte, lavro aqui o meu voto de protesto, que sei, será lido pelos destinatários visados e pelo público em geral.
Mouraria a 25 de Outubro de 2006 às 10:54

Mais uma argolada cometida pelo CHEFE. Coitado, tão empenhado que anda no seu bloguezinho, que nem se apercebeu que acabava de publicar informação acessível, até esse momento, a muito poucos...
São ingenuidades do ofício. Pobre Julieta, a quanto te obriga o teu Romeu.
Mas de uma coisa temos todos a certeza: perante as críticas de que o Chefe de Gabinete de Sara Santos raramente aparecia no local de trabalho, a edil Lajense resolveu logo a questão: "vais estar ocupado pela manutenção do blog autárquico, assim, mesmo ausente fisicamente, ninguém te poderá acusar de receber sem trabalhar!"
Viva a tamanho brilhantismo! Paguem Lajenses que o CHEFE quer engordar...
Lajense a 26 de Outubro de 2006 às 19:03

Caro Mouraria,

Acertou em cheio! Aqui ao lado, o chefe produz um Blog anónimo de propaganda utilizando os meios (igualmente de propaganda) suportados pela Câmara das Lajes do Pico, onde se inclui a dispendiosa revistinha impressa pelos amigos do chefe. Com estas tiradas, o chefe perde a cabeça. Padece de um qualquer tipo de sindroma ainda por decifrar e o que mais acho piada é a forma como ele se tem picado e reagido perante os posts deste genuíno Blog das Lajes do Pico. Afinal aqui não só se conspurca; vão-se postando umas verdades que atrapalham as manobras do dito.

Gostaria de lhe apontar uma correcção relativamente à imagem do futuro Auditório que agora se publica no Boletim Municipal. Aquilo não é um esboço! Aquilo pode mesmo a vir ser concretizado! Aquele monstro está patente ao público numa maqueta no corredor do edifício da Câmara. Ah, o projecto também é dos amigos do chefe e custou milhares de contos. Agora some: aquele teatro + a empresa municipal de gestão cultural + os amigos do chefe. E é igual?
Cagarra a 25 de Outubro de 2006 às 12:07

Outubro 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
12
13
14

15
16
18
19
20
21

23
24
25
26
27
28

29
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

pesquisar
 
blogs SAPO