Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Nov 06

Foi lançado a concurso a obra de construção do porto de recreio náutico das Lajes do Pico. O empreendimento que custará cerca de um milhão e 300 mil euros, irá beneficiar em muito o desenvolvimento do Sul do Pico e a Vila Baleeira em particular, pois serão disponibilizados 120 lugares de amarração de embarcações e será beneficiado o equipamento de apoio ao transporte de visitantes do "whale watching".

Não pretendendo colocar o tão revivindicado melhoramento a que o governo se apressou a dar uma resposta satisfatória, importa que os lajenses reflictam sobre o que representará no futuro aquela infra-estrutura náutica.

Essas reflexões "cabem" bem no espaço deste blogue que constitui um óptimo meio de informação.

Venham daí as sugestões.

publicado por sim às 18:38

Para não ser egoísta, vou colocar desde já de lado a tendência natural que tenho de não concordar com nenhuma hipotética alteração que seja(fosse) feita na lagoa das Lajes, por considerar que é(era) um cenário único.
Tendência utópica, que a ser levada à prática, condenaria os lajenses à estagnação. E como o panorama já foi irremediavelmente alterado com a extensão da muralha protectora, avancemos então para novas ideias.
Estou de acordo com a construção de um porto de recreio, com lugares para mais de uma centena de embarcações, e que facilite a vida aos "whale watchers". Fica escrito.
Como o dito porto acarreta a necessidade de outras estruturas, aqui ficam as perguntas:
- Capacidade hoteleira para um movimento muito maior na Vila? Dormem todos nos barcos?
- Capacidade de restauração, pelas mesmas razões. Nem todos farão as suas refeições.
-Actividades em terra quando o tempo não permitir observação de cetáceos?
-porto para barcos de pesca? não ficaria bonito descarregar "bonitos" entre dois iates...

Deixo só estas quatro.
Parecem-me muito importantes.
Sem as equacionar e resolver, parece-me prematuro falar de porto de recreio.
joseaugustosoares a 10 de Novembro de 2006 às 22:19

"Parecem-me" e "parece-me" em duas linhas seguidas...não está correcto.
Perdão pelo lapso.
joseaugustosoares a 10 de Novembro de 2006 às 22:22

Importa fazer um Porto de Recreio Náutico, mas para isso, há que criar uma secção avançada da Guarda Nacional Republicana e um maior reforço da Polícia Marítima que até tem o seu edifício da Delegação Marítima das Lajes, completamente a degradar-se e sem a devida utilização, para que não seja descurada a vertente fiscalizadora e ainda um posto de turismo, que até poderia funcionar no mesmo edifício, -já que tantos protocolos se fazem, seria mais um -, porque o «simulacro de Posto de Turismo» que está a ocupar parte das instalações do Forte de Santo António, vulgo de Santa Catarina, está muito «fora de mão». Sabemos que, se por um lado esta infra-estrutura náutica trará coisas boas, por outro, trará outras que irão colidir com o nosso viver pacato, mas o desenvolvimento tem destas coisas e se o queremos, teremos de arcar com os prós e os contra. Que se comece já com a construção do Porto de Recreio Náutico das Lajes do Pico, para fixar gente que por não ter cá condições nem ofertas de trabalho, vem abandonando paulatinamente esta Vila e este Concelho. Esperamos com confiança. A ver vamos...
Zé das Terras a 10 de Novembro de 2006 às 22:59

Aqui está uma obra que vai trazer desenvolvimento a esta terra!!!
Sem mais palhaçadas ou teatrinhos....
Zé da Rua Nova a 12 de Novembro de 2006 às 20:52

É apenas um aparte, mas tem cabimento: Quando é< que a Câmara termina a obra iniciada há anos de recuperação dos caldeiros de derretimento de toucinho de baleia? Vá lá, já não falta muito... tenham mais um pouco de brio e mostrem que têm alguma competência para levar a cabo uma obra que até se enquadra no porto de recreio!...
(Quando terminei este comentário julguei que estava a falar para criancinhas ou meninos pequeninos, mas, infelizmente, é assim.)
lagoa a 12 de Novembro de 2006 às 22:51

A Julieta do blog "Lajes-do-Pico" está zangada com aqueles que participam na discussão deste blog.
Até já pensa em realizar estudos sobre o perfil tipo do comentarista deste e de outros blogs, os ditos do "contra"...
Mas uma coisa Julieta terá de encaixar na sua cabecinha: a nós nunca nos poderá cortar a internet. Felizmente há muitos computadores para além daqueles que existem na Câmara Municipal das Lajes.
Anónimo a 13 de Novembro de 2006 às 02:36

O corte da Internet a alguns funcionários da Câmara foi uma decisão ilegal. Há legislação emanada do tempo de Cavaco Silva, quando era primeiro ministro, obrigando todos os serviços do Estado a implementarem a inclusão das novas tecnologias. Esta decisão prepotente de D.Sara, é um simbolo de menoridade mental e de ignorância dos efeitos das novas tecnologias da informação. Para que servem as "agendas de Lisboa" e os apoios da Sociedade de Informação se os autarcas têm medo da globalização?
Trate de abrir o site da Câmara aos cidadãos, facilitando o contacto com os serviços da Câmara. Cumpra, Sra Presidente o que diz o seu Plano e Orçamento de 2006 a este respeito e verá que a sociedade da informação aberta e acessível aos seus funcionários, até facilita a vida dos seus conterrâneos.
O papel que gasta nos boletins municipais é caro demais para ser objecto de luxo e exclusivo de uns poucos!...
mouraria a 13 de Novembro de 2006 às 12:39

Estou certo que a construção de um porto nas Lajes vai permitir quebrar o isolamento a que a nossa Vila se enccontra votada há anos e anos, por razões geográficas. Assim possibilitando que na ilha exista mais uma porta de entrada para todos aqueles que nos querem visitar.
Como ouvi dizer uma vez: "um porto funcional vale mais do que 100 km de boas estradas"
Lajense a 13 de Novembro de 2006 às 19:12

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