Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

16
Nov 06

Está a gerar alguma celeuma a remodelação e ampliação da Escola B 2/3+S das Lajes do Pico, aproveitando-se para o efeito os espaços confinantes.

Sempre foi nossa opinião a manutenção daquele estabelecimento de ensino no interior da Vila. Ao contrário, durante anos, alguns deputados, autarcas concelhios e outros fazedores de opinião defenderam, obstinadamente, a construção de uma nova Escola à saída da Ribeira do Meio, em terrenos onde muito se fez sentir o terramoto de 98.

O próprio Lizuarte Machado, deputado do Pico pelo PS, apressou-se a fazer aprovar na Assembleia Regional legislação para acautelar os terrenos na área onde, eventualmente, se iria construir as instalações escolares.

Uma comissão encarregada de estudar a viabilidade de ampliar e reconstruir a Escola Secundária das Lajes do Pico, vem agora confirmar a nossa opinião e, já há alguns defensores do anterior projecto a apressarem-se a arrepiar caminho, dando o dito por não dito e aduzindo argumentos e previsões que, então, só não via quem não queria.

Bem Bom! Penso que os verdadeiros lajenses, há muito anseiam e acreditam na necessidade e urgência de se criar um centro urbano habitado (quantos há que o são apenas durante o dia e à noite reina a insegurança, o silêncio e a escuridão...?!!!), compacto e dinâmico, cujo comércio e serviços gerem empregos e absorvam e fixem a mão de obra jovem disponível. Para isso contribui já a Escola, a NOSSA ESCOLA com os professores, alunos e pessoal auxiliar e administrativo. Oxalá a Câmara olhe também para si própria e tome o mesmo rumo. Há edifícios públicos - a Alfândega é um deles- que poderiam sair do Convento e instalar-se no centro da Vila.

Por aqui passa a reanimação/revitalização do primeiro da Ilha. Oxalá todos o entendam e constribuam para isso. A começar pela autarquia que o Governo já indiciou pretender reconstruir o edifício onde foi construído o antigo Externato General Lacerda Machado, pelos empresários e pelos lajenses. A primeira responsabilidade cabe a nós, lajenses de corpo e alma.

ver foto em: http://lajes.blogspot.com

 

publicado por sim às 18:26

Francamente não sei em que se baseia quando escreve "os verdadeiros lajenses", serão aqueles que se movem pela ânsia dos "bairrismos" que são o ponto obscuro do que escreveu? A escola não tem hipóteses de ampliação, a menos claro, que sejam limpos os terrenos dos demais edifícios que circundam a escola, é pois uma melhor opção repensar a localização da escola, claro está que aqueles que só pensam com a pouca inteligência concedia por Deus, apenas verão a Vila a perder um dos muitos recursos existentes. Esta remodelação é apenas ineficaz, e só trará problemas, só alguém que não perceba o cerne da questão não consegue ver os problemas que acarratará uma remodelação na escola, passando estes pontos por temas como por exemplo: "Para onde irão estudar os alunos aquando a remodelação? Para a Madalena ou para o Cais do Pico?" Francamente não vejo qualquer interesse em sequer remodelar a escola se os alunos mesmo assim tiverem de se movimentarem 60km por dia no período de remodelação (que não deverá ser de maneira nenhuma inferior ao da construção da nova Escola Básica).
Um aluno da escola a 17 de Novembro de 2006 às 22:05

Os verdadeiros lajenses são os que entendem que a vila tem perdido serviços públicos e privados, residentes e que não se tem tido um olhar sério para o seus espaço.
Ao longo dos últimos anos temos assistido à construção de habitações em tudo quanto é espaço disponível, sem qualquer orientação e organização espacial. É vero que se passa na Almagreira, na Silveira, na estrada transversal, e até na Ribeira do Meio.
Só agora é que se estuda um plano de pormenor para as Lajes, quando muitos dos que construiram fora da Vila, provavelmente o gostariam de ter feito onde nasceram e cresceram.
Meu caro aluno: se leu o último número do Boletim Municipal (poderá encontrá-lo na Biblioteca da sua escola, se não, dirija-se à Câmara ou procure-o no castelo) encontrará um estudo detalhado das razões e argumentos que levaram uma comissão constuituida por representantes da Câmara, Governo regional e técnicos urbanistas, a conscluir que a escola onde está pode ser ampliada faseadamente, como aconteceu, aliás, noutras escolas - Roberto Ivens, Antero de Quental, Canto da Maia, Povoação, só para referir algumas.
Os verdadeiros lajenses são os que aceitam que só através dos centros urbanos é possível dinamizar a actividade económica. Não é nos arredores. Veja-se o caso da escola de São Roque do Pico e infira-se os benefícios da sua localização para a criação de um centro.
Meu caro professor, perdão aluno, não seja tão drástico e tão conservador ao ponto de concluir que uma remodelação não resolve o problema. O problema não é remodelar o problema é a redução de alunos que já se faz sentir. Isso sim é grave e em face disso não há nenhum governo que construa de raiz uma escola para depois ser pasto de ratos, aranhas, etc. Pense nisso, consulte os dados demográficos do concelho e verá que, se calhar, a escola das Lajes, ainda responde, satisfatoriamente às necessidades. Quantos alunos não disponhem de boas instalações e suprem essas dificuldades com o estudo e são óptimos alunos! Tantos, tantos!... É assim agora e foi assim no passado. O melhor, portanto é remodelar o que existe e estudar o mais possível para ser alguém um dia.
lajense ferrenho a 18 de Novembro de 2006 às 19:05

Não poderia estar mais de acordo com o seu comentário. No entanto, devo dizer que quando ouvi pela primeira vez a solução da ampliação da escola fiquei renitente...o espaço é pouco e não oferece muitas alternativas. Mais tarde ao pensar em determinados factores tais como, a futura leccionação na Piedade aos alunos do segundo ciclo, a constante baixa na taxa de natalidade, a vitalidade que a escola dá à vila, mudei de opinião. Hoje penso que a escola deve permanecer no centro da vila, para não cairmos no deserto que é a vila ao fim de semana.
Anónimo a 19 de Novembro de 2006 às 00:10

Caro "lajense ferrenho" (salvo seja), não é de todo a minha intenção menosprezar a sua opinião. Sim, com os inconstantes valores demográficos seria de todo impensável a construção de uma nova escola sem que fosse previsível um novo "Baby Boom", no entanto, o seu pensamento falha em certos pontos, um deles é a sua citação à escola de São Roque do Pico, caso lhe falhe a memória, essa escola foi construída nos arredores da vila, agora é que a vila alargou e está a galgar os limites da escola. Para aqueles que falam em "desertificação" aconselho-os a passearem na Silveira, ou mesmo na Piedade durante um dia da semana, e assistam ao mesmo fenómeno que ocorre na vila aos fins-de-semana, relembro aos meus caros "colegas" que não somos de todo superiores em relação às pessoas existentes nos outros lugares que não a vila, logo que direito temos de querer usufruir da escola apenas porque torna as Lajes mais alegre?
Tenho no entanto consciência que os alunos superam as dificuldades impostas pelas instalações com o estudo, mas aconselho-o a dar uma vista de olhos aos laboratórios da escola e a perceber o dilema com que me enfrento todos os dias.
Em jeito de conclusão devo dizer que me sinto honrado por me confundir com um professor, a mim, que afinal de contas não tenho mais de 15 anos, e por conseguinte nem direito ao voto tenho.

Aconselho vossas Excelências a olharem para o seu interior e a absterem-se de opiniões previamente formadas, de modo que como eu consigam perceber o dilema físico e moral com que me debato ao ler os vossos comentários.
Mais uma vez o aluno a 20 de Novembro de 2006 às 20:31

Então a lógica do "lajense ferrenho", é, se a escola é para estar vazia antes no centro da vila?
O objectivo é "construir uma vila para estrangeiro ver" ou atrair os jovens, para que estes venham para o nosso Concelho?
Se tomarmos em consideração a perspectiva da entrada na Vila pela "ladeira" pudemos ver que o espaço ocupado pela actual escola, e pelo pavilhão desportivo, já é muito em relação ao conjunto urbano. Se imaginarmos o espaço que o plano elaborado pela Edilidade Lajense tem publicitado irá ocupar, então é ainda mais desporporcionado.
A questão resume-se a, ou nos conformamos com a perda de população e fazemos um centro urbano muito animado de dia na altura de escola e somente durante a semana ou apostamos em atrair pessoas ao centro e o tornamos dinâmico de dia de noite e também aos fins de semana.
Anónimo a 21 de Novembro de 2006 às 19:37

Reafirmo o que já tenho dito: Escola no local onde está, ampliada, melhorada, mas ali.
Fundamental para a não "desertificação".
É mesmo uma questão "ambiental".
qsoares@gmail.com a 19 de Novembro de 2006 às 09:50

Este último comentário é meu. O Bloguer fez recentemente alterações, e de vez em quando, muda-me o endereço que aparece.
Modernices!
joseaugustosoares a 19 de Novembro de 2006 às 09:51

Tudo o que se relacione com o futuro da nossa escola proponho uma opinião do chefe. E viva o chefe!
Anónimo a 19 de Novembro de 2006 às 15:25

Pela primeira vez tenho de aplaudir a iniciativa da Câmara Municipal das Lajes...

não há dúvidas que a Escola deve ser mantida dentro da malha urbana da Vila.

Aliás, o estudo realizado e a proposta de reconstrução faseada são perfeitamente compativeis com os interesses dos estudantes.

Não se trata aqui de adoptar uma atitude de menosprezo em relação às outras freguesias. A verdade é que a Vila não sobreviveria ao "golpe" de retirada da Escola. E de uma coisa tenhamos certeza: tudo aquilo que prejudicar a sede do concelho terá, mais cedo ou mais tarde, reflexo em todo o concelho... pense-se nisso. Bairrismo inúteis não levam a nada!
Zé da Rua Nova a 20 de Novembro de 2006 às 16:12

Os alunos não podem nem devem servir para satisfazer caprichos. Só um exemplo: é uma pena que se pense que os alunos tem de continuar a ir para as aulas de Educação Física a pé particularmente em dias de chuva passando pelo meio de transito.

PS depois de problemas com o Blog retomei a sua actualização .
JAJ a 21 de Novembro de 2006 às 10:37

"Se bem me lembro", durante quatro anos fui a pé para a escola primária, fazendo diariamente dois quilómetros. Os alunos perfazem aproximadamente, trezentos metros para as aulas de educação física (pavilhão). Alguns desses alunos perfazem ainda outros seiscentos metros quando vão para a pastelaria e para o centro da vila. A solução ideal seria um míni autocarro, à disposição dos mesmos para circular na vila! Deixem-se de "inventar" ..pois "se bem me lembro" o campo municipal era um complemento à escola e uma forma de muitos alunos estarem ocupados com a prática do futebol e do atletismo.
Digam-me em que situação está o nosso Lajense? Será que o problema tem sido somente de mera gestão? "se bem me lembro", os alunos da escola, permaneciam, após o términos das aulas, no dito campo de futebol. O lajense "perdeu" a sua alma com a extinção do campo e a escola de certa forma foi lesada, devido a actividade desportiva que a maior parte do ano era realizada no dito campo.
Um ex-aluno a 21 de Novembro de 2006 às 11:13

"criar um centro urbano habitado"!!!!!
Como é que isso é possível se com o plano apresentado pela Câmara Municipal em vez de ganhar-mos vamos perder mais habitações?
Se for construída uma nova escola na mesma localização da anterior vamos ficar com um centro urbano habitado "apenas durante o dia e à noite reina a insegurança, o silêncio e a escuridão"
Anónimo a 21 de Novembro de 2006 às 17:52

Deixo aqui o comentário que fiz acerca deste assunto num outro blog sobre as Lajes do Pico, com a data, de 3 de Novembro.
"A escola deve ser um espaço aberto à comunidade, mas no entanto cada vez mais se colocam questões de segurança nas escolas. Será que este aspecto foi tido em consideração em relação ao futuro? Neste momento qualquer pessoa entra e sai da escola sem controlo por parte desta. No entanto se forem colocados meios de protecção contra intrusos, estes deixaram a escola com um aspecto, que certamente não se enquandra na arquitectura desta vila. Ora, se uma nova escola fosse construida num espaço amplo, que mais tarde pode ser urbanizado(como é do conhecimento geral as escolas geram a fixação de pessoas), então poderiamos gerar um polo de desenvolvimento.
Quanto ao espaço da actual escola, e após a demolição do edificio, este poderia ser utilizado para construção de um empreendimento turístico, de um bloco de habitações tipo condominio ou ser loteado para construção de habitações.
O velho edificio da escola serviu muito bem o seu propósito até aos nossos dias, mas não é nenhuma obra de arquitectura excepcional, pelo que não valoriza em nada a sede do concelho. Nem este edificio nem o pavilhão desportivo que faz parte deste conjunto escolar.

Sex Nov 03, 07:21:50 PM "

Muito mais haveria a dizer, se este assunto fosse discutido por todos de cara "destapada".

Márcia Rodrigues a 21 de Novembro de 2006 às 17:59

A Márcia tem razão em tudo o que escreve neste comentário mas a última frase é excelente.

Quem verborreia sobre o que não sabe diz muitos disparates. Por acaso sabem que a EB2,3 S das Lajes tem ensino artístico correspondente a um conservatório de 2º grau? que só existem duas escolas nos Açores com esta categoria? que os alunos aprendem no refeitório? Por acaso sabem que a escola tem vários cursos profissionalizantes e que necessita de amplos espaços para os desenvolver? que pela primeira vez se abriu um curso do Secundário Tecnológico? que a aposta nestes ensinos diversificados é o caminho a trilhar no futuro, para mais, quando já não se abrirão mais escolas profissionais? que quer o artístico quer o profissional são uma forma de captar alunos de fora do concelho?

Boa noite
JAJ a 21 de Novembro de 2006 às 22:07

Pelo que diz Jorge Jorge, parece que a escola tem mil alunos. mas a verdade é que essas valências de música, tecnologia, etc, são ministradas a poucas dezenas de alunos, infelizmente. Na Graciosa foi criada uma escola de formação profissional de Música. Julgava-se que iriam alunos de todas as ilhas. Foram de algumas, mas, depois, a escola não aguentou com a diminuição da frequência.
JAJ conhece a Escola Antero de Quental de Ponta Delgada? Tem mais de mil alunos, mas padece, infelizmente da falta de instalações e equipamentos modernos, mas nem por isso deixa de ser a mais procurada e afamada daquela cidade. E os conservatórios? Conhece a precaridade das suas instalações?
Não retendo com isto dizer que tudo deve ficar como está e que nada deve ser remodelado, ampliado e modernizado. Mas há um factor que não devemos esquecer-nos: os professores e alunos com a sua dedicação á profissão e ao estudo, conseguem suplantar muitas deficiências que até existem nos EUA. E eu conheço algumas escolas e universidades de lá.
Portanto, haja realismo nas análises e nas soluções. Vila só temos esta, com os defeitos, virtudes e dimensão que conhecemos. É aqui que pretendemos viver, dando-lhe a vitalidade que ao longo dos anos e por motivos vários, se perdeu. E a escola é um elementos fundamental para a vitalidade das Lajes.
mouraria a 21 de Novembro de 2006 às 22:32

O exemplo da Graciosa serve para demonstrar a importância que essas valências integradas numa escola representam. Aliás, as escolas tem potencialidades pouco exploradas em Portugal. O desenvolvimento do concelho deve ser a prioridade, e este não passa pela mera localização de uma escola mas sim por uma escola que sirva os alunos do concelho da Ribeirinha a São João.
JAJ a 21 de Novembro de 2006 às 23:01

Concordo consigo. A Escola é do Concelho e o Concelho que eu saiba não é só as Lajes do Pico. Até "o aluno da escola" que diz ter apenas 15 anos consegue ver isso. Quem não quererá ver? O que estará por detrás deste "bater o pé" para ter a Escola dentro do centro Urbano da Vila? Será o desenvolvimento da Vila, como afirmam em comentários? Acredito firmemente que não.
Teresa Proença a 22 de Novembro de 2006 às 10:07

Em 1º lugar quero salientar que concordo com a Márcia Rodrigues em tudo o que diz, mais acrescentaria que em termos arquitectónicos a actual escola é um autêntico armazém.
A Escola, antes de outros interesses deve servir os alunos. É ali que se formam os adultos de amanhã. Digam o que disserem, arranjem os planos de pormenor muito bem elaborados pelo Sr. Arquitecto Nuno Ribeiro Lopes, a realidade concreta é que a Escola no sítio actual nunca será uma escola do século XXI. Nunca terá as polivalências necessárias, tais como, laboratórios em condições, salas de aulas condignas, espaços de lazer para os alunos, um espaço integrado para a prática desportiva. Concordo com o "ex-aluno" quando diz que o espaço que se percorre para o pavilhão ou para o centro da Vila é mínimo, mas o que está em causa não é os km percorridos é olhar a Escola com uma visão de futuro, por isso como o "ex-aluno" caminhava 2 km para ir para a escola primária, também os Lajenses (residentes nas Lajes) os podem caminhar para ir até à nova Escola que se localizaria nos Biscoitos. O cerne da questão está em ter ou não ter a Escola no centro urbano da Vila, eu defendo que ela seja implantada noutro local. As Lajes deverá dinamizar-se através de bom comércio (evitariam que as pessoas fossem comprar para a Madalena), de boa restauração, de bons locais de convívio e espaços de lazer. Assim dinamizarão a Vila.
A Escola, o saber, é muito mais importante que politiquices de conveniência ou de interesses meramente monetários.
Estou certa que com as pressões que os ditos Lajenses estão a fazer, o Governo gastará a verba para a nova Escola, num outro lugar onde até poderá do ponto de vista político obter maiores dividendos. O futuro passa irremediavelmente pelo presente, do que construires hoje, colherás amanhã os frutos.
E como em tudo o que faço na vida, vou assumir o meu nome neste comentário.
Teresa Proença a 21 de Novembro de 2006 às 22:58

É engraçado esta divisão entre "os corajosos anónimos", e aqueles que se identificam.
JAJ a 21 de Novembro de 2006 às 23:05

É engraçado que o Senhor JAJ seja tão corajoso aqui e quando chamdo a exercer o mandato de deputado municipal se remeta ao silêncio em todas as questões que realmente importam ao concelho.
A ver vamos se quando esta matéria for descutida na Assembleia Municipal vai ter a coragem de ir contra àquilo que é a posição oficial da Câmara Municipal de Sara Santos ou se vai abandonar a sala por ocasião de votações em que não se quer comprometer...
BFLNA a 22 de Novembro de 2006 às 16:16

Ai militância a quanto obrigas!...Ai moção a quanto me impeles!... Ai JAJ a frontalidade é muito mais do que uma sigla postada num comentário. É defender nos lugares para onde se foi eleito e onde se exerce a profissão uma posição que tenha em vista O BEM COMUM e não o nosso pensar...
lagoa a 22 de Novembro de 2006 às 17:06

"É engraçado que o Senhor JAJ seja tão corajoso aqui e quando chamado a exercer o mandato de deputado municipal se remeta ao silêncio em todas as questões que realmente importam ao concelho".

Quando em que questões? Não se esqueça que os eleitores votaram num programa eleitoral e outro foi derrotado.
Anónimo a 22 de Novembro de 2006 às 22:32

Que visão tão redutora e simplória da Democracia: os que vencem as eleições saem legitimados para decidir tudo, sem falar com ninguém, sem se justificarem perante ninguém... acredita mesmo nisso? Essa mentalidade roça tiques ditatoriais...

Anónimo a 22 de Novembro de 2006 às 23:23

1º O comentário das 22:32 é meu, pelos vistos publiquei antes de por a identificação.

2º Não espere que vá defender o programa político de outros partidos. Faz um ano que um partido ganhou as eleições em que no seu manifesto está de forma bem clara todas as obras que se estão a fazer bem como as projectadas e as prioridades para o concelho para o período de 4 anos. Ainda nada foi decidido que contrariasse o que consta do programa que foi sufragado pela população.
JAJ a 22 de Novembro de 2006 às 23:46

Desculpem-me a intromissão, Sr. JAJ:

Mas será que constava do programa eleitoral que a Presidente da Câmara, Sara Santos, ia dar trabalho a um tal de Carlos Alberto Machado como seu Chefe de Gabinete? Que para além de marido, reside fora das Lajes e sem sujeição a qualquer horário de trabalho?

O PSD e os deputados municipais do PSD assinam por baixo nesta atitude?

Um reparo final: os deputados municipais do PSD devem de uma vez por todas deixar de ser meros prolongamentos da Câmara Municipal, quais seres inanimados sem vontade própria. Ao menos que dignifiquem o cargo em que estão investidos. Câmara e Assembleia são órgãos diferentes!
Zé da Rua Nova a 23 de Novembro de 2006 às 01:18

E reina o silêncio do Senhor JAJ.
Anónimo a 24 de Novembro de 2006 às 00:34

and going and going....
Anónimo a 29 de Novembro de 2006 às 00:49

É bom sonhar, D.Teresa, mas é preciso sermos realistas. O concelho são 6 freguesias, mas a maior é as Lajes e logo a seguir vem a Piedade e estes são os dois principais centros. A Vila será centro comercial e de serviços, pelo menos nos próximos anos. O pior é que a evolução demográfica não nos é favorável. Estamos em declínio. Há mais gente a morrer que bebés a nascer e o saldo fisiológico é negativo e assim será, infelizmente nos próximos anos. As Lajes, serão, no futuro, quer se queira quer não um dos dois centros urbanos do concelho. O outro será a Piedade e lá está prevista uma escola para o ensino básico.
Não pensar assim, é andar nas nuvens, à espera que uma corrente migratória oriental ou africana venha para cá. Mas pelos vistos, não há disso indícios no horizonte...
boca do caneiro a 22 de Novembro de 2006 às 15:19

O Governo Regional tem no plano e orçamento para 2007, 300.000 euros destinados a Grande Reparação da Escola. É sinal que já decidiu por recuperar e remodelar a antiga escola, como o irá fazer na Escola Antero de Quental, Domingos Rebelo, Velas e outras. É ver o que está destinado na proposta do Governo em www.alra.pt e daí retirar as coinclusões que estão expressas no post inicial. Fazer uma nova escola, é atirar para as calendas gregas um investimento que novo, custa cerca de 10 milhões de euros.
Lagoa a 22 de Novembro de 2006 às 15:11

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