Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Dez 06

(com foto: http://lajes.blogspot.com

Todos esperávamos, nesta época natalícia, pela abertura do Hiper das Lajes. Trata-se de um projecto alicerçado no espírito empreendedor e no risco empresarial de uns poucos comerciantes que acreditam que o concelho tem capacidade para ter uma superfície de média dimensão.

A derrocada da estrutura do tecto, ainda não explicada à opinião pública, e, graças a Deus!, sem consequências nem para trabalhadores nem para pessoas estranhas à obra, atrasou a conclusão dos trabalhos. Quando e como serão retomados os trabalhos? Para quando se prevê a abertura do Hiper? Será que os empresários já desistiram do projecto? Que tem a dizer sobre isto as entidades públicas que, certamente, avalizaram o empreendimento?

Questões que merecem um pronunciamento das entidades envolvidas e que tarda em ser dado, apesar de os lajenses aguardarem por explicações.

E já agora outra questão relacionada com esta:

Não será do interesse dos consumidores e das leis da concorrência que surja um ou mais comércios alternativos? Antigamente, existia várias mercearias. Hoje as Lajes tem apenas um mini-mercado na Vila e outro na Ribeira do Meio, pertença da mesma empresa. Isto não favorece a concorrência, a baixa de preços e a diversidade de produtos e de marcas. É por isso que muitos vão à Madalena. Aí há concorrência e facilidade de escolha.

Aqui ficam estas reflexões que pretendem, apenas, reflectir a necessidade de surgirem novos agentes económicos em sectores tão vitais como o comércio da alimentação, das bebidas e de outros productos bastante vendáveis. 

publicado por sim às 17:02

A ideia de um hipermercado com estas dimensões tem por base uma grande dose de megalomania e dejasuste da realidade sócio-cultural da vila das Lajes.

Uma verdadeira lição de modernidade e visão futura podia ter passado pela implementação de um Mercado Municipal sobre o actual parque de estacionamento com peixaria (inexistente!), talho, legumes, florista e mercearia.

O futuro do mundo, e num lugar como as Lajes, está nas micro-economias e na promoção dos produtos e da economia local. Não em mega-stores saloios, americanos e sem cultura.

Em todo o caso, as rápidas melhoras do shoping...
Anónimo a 11 de Dezembro de 2006 às 18:16

Não deixa de haver uma certa razão neste seu comentário, mas uma coisa não invalida a outra.
O mercado municipal faz falta e deveria ser da responsabilidade da Camara. O espaço comercila, super, Hiper, faz tambem muita falta. Não vão as pessoas do concelho das Lajes fazer as suas compras para a Madalena que tem dois? Estes negocios são validados por estudo do mercado.
Creio que o assunto foi devidamente estudado para que a obra fosse projectada com tal dimensão.
anonimo a 11 de Dezembro de 2006 às 22:48

Explicação ? Concorrência ? Sera que os "ditos" lajenses estão mais interessados na conclusão deste empreendimento do que aqueles que o estão fazendo? Tenham vergonha! Vê-se logo que este "post "e os comentários aqui escritos são de pessoas que nunca investiram e não fazem ideia do que isso implica. Pelo que sei o investimento vai avançar , apesar da corrente de negatividade de uns poucos, que nunca fizeram, nem fazem nada senão criticar e comentar sem conhecimento de causa. E interessante como este "post" surgiu na altura em que nenhum dos investidores se encontra na ilha. Será covardia? Com certeza que sim, mais não se pode esperar de um blog que continua órfão de pai e de mãe !
Forca para quem tem a coragem de ir contra mentalidades mesquinhas e "tacanhas" de uns poucos que se julgam donos da verdade, e da sabedoria nas Lajes.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2006 às 16:50

Quem tem medo de explicar o que se passa? E se tivesse morrido alguém, não estava agora a justiça a investigar o porquê do desastre? que tem a ver o investir ou não investir? Acaso não foi deficiência de construção da empresa? É negativo falar-se no assunto?Porquê?
É pena que os responsáveis não aceitem as questões do post, pois, ao fim e ao9 cabo, eles jogam também na concorrência comercial e no poder de compra dos consumidores.
Mouraria a 13 de Dezembro de 2006 às 16:29

Realmente que comentário infeliz... querem esconder o quê?????

Como lajenses temos o direito de exigir explicações. Uma obra que em pleno acto de construção vem ao chão não é um assunto banal do esclusivo interesse de quem dirige o projecto, nem é coisa que aconteça todos os dias.

Houve certamente muita incompetência e negligência grave na sua execução. Como consumidor tenho de saber se o futuro hiper das Lajes é seguro ou não... claro que para variar da CÂMARA nem uma palavra... cede-se o terreno, fica-se anos e anos à espera que a construção avance, cai o telhado e fica tudo como se as preocupações não fossem de ninguém.

O que andam a fazer os fiscais da Câmara, engenheiro, arquitecto... òu a obra não foi licenciada?
Ribeirinha a 13 de Dezembro de 2006 às 20:34

Pese embora todo o respeito que devemos ter por quem, de há muitos anos, investiu nas Lajes e na Ribeira do Meio, a verdade é que, para as grandes compras, muitos vão à Madalena. Inquestionável.
Tudo o que possa obstar a isso, para maior comodidade e possivelmente melhores preços para os lajenses, é salutar.
E conhecendo alguns dos que vão investir, parece-me que previamente devem ter estudado o mercado e analisado a viabilidade do negócio.
Para além dos postos de trabalho que naturalmente se criarão.
joseaugustosoares a 12 de Dezembro de 2006 às 17:04

Subscrevo algumas das afirmações do autor do post. Acho que não vem nenhum mal ao mundo por se perguntar: vamos algum dia ter um hiper nas Lajes?

Aos anos que ouço falar na data de abertura. Passou muito tempo até que as obras se iniciassem e agora o tecto cai... alguma coisa falhou!!!! Empreiteiro, projectista, fiscalização????

Estamos a falar de um investimento que é do interesse de todos os Lajenses e não apenas dos proprietários da obra. Todos anseiam por um espaço condigno para as compras do dia-a-dia. Além disso, se bem me recordo, aquele terreno era público, ali estavam as garagens da Câmara... daí que todos tenhamos o direito de acompanhar o desenvolvimento de uma estrutura que virá colmatar uma falha grave que neste momento muito atrasa as Lajes em relação à Madalena.
Manel da Vila a 13 de Dezembro de 2006 às 02:22

FALEMOS SEM MEDO!
Quem é inteligente, sabe muito bem que neste imbróglio, alguém quer tapar o sol com a peneira. A (s) firma (s) põe-se ao fresco. Ainda não vimos ninguém a ver com olhos de ver o que lá se passou. O que se sabe é que os Madalenas , esfregam as mãos de contentes porque vêem os Lajenses a continuarem a ir «beijar-lhes a santa» e isso por mais um ano na melhor das hipóteses. O que aqui afirmo é que houve «negligência propositada» e nestas coisas e quando há vidas pelo meio alguém tem de pagar e não é só nos ferros duma cadeia. Foram muitas as famílias que esperavam por mais este pólo empresarial de desenvolvimento do concelho e dum momento para o outro estão pensando em abandonar a sua terra o que quer dizer que mais uma sangria na desertificação do sul do Pico irá acontecer para breve. Os donos estão recebendo ou receberam indemnizações, mas isso não obsta a que venham esclarecer as populações do que se está a passar, ou é melhor ignorar?! Antigamente era mais conveniente esconder o que se passava para que o povo não comentasse. Será que queremos voltar ao antigamente? Os factos não o negam!
Toninha a 14 de Dezembro de 2006 às 15:21

Da Presidente da Câmara nem uma palavra séria quando ao que aconteceu com o hiper das Lajes!!!!!!
É muito o tempo perdido com teatros e cinemas que não sobra para mais nada... enfim!!!!!
Anónimo a 15 de Dezembro de 2006 às 17:55

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