Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

15
Jan 07

          Não é a primeira vez que tocamos neste assunto, mas de nada valeu.    Os lajenses continuam a questionar-se:

         Será que não há um dinheirinho para acabar as obras no Caneiro, a primeira fábrica da baleia pois ali se derreteram durante anos e anos centenas de baleias? Ou ficará para depois da recuperação da antiga Fábrica da Baleia da SIBIL?
           É tempo de preparar a Vila para a chegada de milhares de turistas que nos visitam para conhecer o nosso património e dali partirem para observar cetáceos no Sul do Pico, uma actividade económica com muito interesse para a Vila Baleeira dos Açores.

com foto: http://lajes.blogspot.com


publicado por sim às 21:32

O que aconteceu ao blog do chef? está parado será que faltou luz em Èvora ou acabaram-se as mil ideias?
ermo-lindo a 16 de Janeiro de 2007 às 12:05

Não acredito que seja por falta de luz em Évora até porque a barragem do Alqueva não fica longe mas se faltar a luz a Câmara paga o gerador.
Anónimo a 16 de Janeiro de 2007 às 14:22

O Chefe deve ter chegado à conclusão que o feed-back do seu bloguezinho era ZERO! Ninguém está disposto a ler ou comentar as tonterias que aquele personagem escreve. Além do que a Câmara não lhe paga para isso... E não lhe cheirando a dinheiro, não há nada para ninguém, nem que venham mil pedidos..
Anónimo a 19 de Janeiro de 2007 às 12:49

O Chefe já começa a pensar é em que amigos vai trazer às Lajes na próxima Semana dos Baleeiros!!!
Lajense a 19 de Janeiro de 2007 às 12:52

Mas onde anda o Sr. Leonildo? É que tudo isto é obra do sr. Leonildo. O Sr. Leonildo não merece este desprezo da actual camara. O Sr. Leonildo é que lhe dava a "mama" teórica, depois de o Eng. Cláudio ter abandonado. Onde anda o Sr. Leonildo? Não tem voz activa na Assembleia Municipal? Não tem um porto seguro onde se arrimar? Já não põe os interesses da vila, da sua vila, acima dos interesses do PPD, que não é o seu partido, mas que diz respeitar, apenas porque o convidou... Sr. Leonildo arranje um Bom PORTO e dê mais garantias de que a "sua obra do Caneiro" chegará ao fim. Até porque você não é um qualquer, é só o Sr. Leonildo, o GRANDE ENGENHOCAS DE TUDO O QUE SE FEZ DENTRO DO BURGO LAJENSE HÀ DEZ ANOS A ESTA PARTE. É VERDADE, É SIM SENHOR...........
Anónimo a 19 de Janeiro de 2007 às 19:52

Já agora vem a talho de foice: por que não se repara, com a dignidade que merecem os passeios da entrada da vila, até à canada do José da Emília? É necessário fazer um a plataforma ou platibanda sobre as casas dos botes que permitam um passeio aos transeuntes, fora do alcance das viaturas.
Quem dá uma palavrinha ao Dr Miguel da SRHE para que faça um arranjo digno na entrada da Vila, que é também da sua responsabilidade?
Mouraria a 19 de Janeiro de 2007 às 23:44

O mal é que quem manda na delegação da SRHE do pico é o Eng Ferreira. Faz o que quer e ninguém tem mão nele. E faz pouco, pelo que se vê. Nem na Madalena que é a terra dele se nota a sua obra.
Mas afinal, para que serve uma delegação da SRHE se um técnico de Ponta Delgada, resolvesse melhor os problemas e se interessasse mais pela nossa terra?
É de lamentar a ineficácia e inoperância de algumas entidades. Na verdade não nos podemos queixar dos outros. Os nossos são piores que os de fora.
boca do caneiro a 19 de Janeiro de 2007 às 23:48

O certo e que a obra está parada. Há uns tempos dizia-se que era por falta de projecto; depois, porque não se sabia bem com fazer a reconstrução do antigo: agora nem uma coisa nem outra. Parece que não se quer concluir a obra, talvez porque foi iniciada pela gestºai anterior. Mas a D.Sara também não fez parte da Câmara antiga? Ou não faz parte da Câmara actual? Ai tanta conversa, tanta "coltura" para nada. Quando nem para as simples coisas há vontade de fazer, quanto mais para as outras. É o que se vê... Tudi uma questão de teatro e de representação do poder...
do lagoa a 19 de Janeiro de 2007 às 23:53

Estou ansioso por saber quando é que a fábrica da baleia abre ao público. Fazer a reconstrução do edifício é fácil. Chama-se um empreiteiro, cobre-se as paredes de cimento e o tecto de telha. Mas quando toca ao interior do edifício...aí é que se quer ver. E pelos visto não havia projecto para fazer andar o tão badalado centro de??????
Esperemos que a Universidade faça alguma coisa para bem da terra. Mas quanto irá custar? Compensará o dispendio?
castelete a 19 de Janeiro de 2007 às 23:58

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