Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

29
Mar 07

O célebre jornal norte-americano Washington Post, na sua edição de 18 de Março, dedica algumas páginas ao arquipélago dos Açores.

Quanto ao Pico e às Lajes em particular diz o seguinte:

 

We adored the Aldeia da Fonte (011-351-292 -679-500, http://www.aldeiadafonte.com/; from about $109), a cluster of stone buildings clinging to a Pico cliffside. Our two-room suite had a full kitchen, large sitting area and an ocean view.

WHERE TO EAT: Anything from the sea or a cow is good in the Azores. Order a bottle (or two -- it's cheap) of regional wine with meals; two that came recommended were Terras de Lava (a Pico white) and Basalto (a Pico red).

We stopped at markets for local cheeses, sausages and bread; besides providing picnic fixin's, it was a great way to mingle with Azoreans. All three islands we visited have numerous cafes; Peter Cafe Sport, in Horta's harbor, is famous among yachtsman and has a scrimshaw museum to boot.

Dinners were usually long affairs with multiple courses, including cheeses and bread, seafood entrees such as grilled squid or salted cod and dessert, often a giant slab of pineapple. Our favorites were Hocus Pocus (at Aldeia da Fonte, see above) and its greenhouse-like dining room; (...) Meals with wine were all $50 or less for two, with tip.

WHAT TO DO: Though some activities are shuttered during the off-season, including whale-watching, there's plenty to do. Most islands have numerous gardens, churches, parks and natural wonders worth tracking down.

On Pico, you can check out the history of whaling at an excellent museum (admission about $2.50) in Lajes do Pico.

(ver: http://www.washingtonpost.com )

 

Será que já percebemos que quem nos visita, não mostra a sua carteira profissional nem o seu curriculum vitae, mas constitui um agente fundamental para dar a conhecer a nossa terra? Uma postura diferente no acolhimento e no saber receber é o melhor cartão de visita.

 

http://lajes.blogspot.com

 

publicado por sim às 23:37

Na condição de responsável pela Aldeia da Fonte achei, naturalmente, muito gratificante o artigo do Washington Post . Gostaria de apoiar, também, o comentário de quem colocou a informação no blogue. De facto o serviço ao cliente é fundamental para a consequente promoção de boca a boca. Nunca sabemos quem nos visita e todos os clientes devem ser tratados como VIP's - esse é o nosso papel e será essa filosofia que nos irá assegurar sustentabilidade. Sendo uma Região pequena e perdida no Oceano Atlântico temos que saber encontrar argumentos para que as pessoas nos visitem e que terão que ser muito mais que a nossa beleza natural ou as baleias. E uma delas é certamente a qualidade do serviço que prestamos tanto mais que nunca poderemos - ainda bem - aspirar a um turismo de massas. Temos que oferecer qualidade e personalização se quisermos sobreviver num sector em que a concorrência é feroz.
Antonio Simas Santos a 1 de Abril de 2007 às 13:26

Seria possível ao autor do blog fazer o favor de traduzir o texto para a língua de Camões?! ... Ou, talvez, o próprio Dr. Simas Santos!? Ficaríamos, todos, a ganhar com isso!
Votos de bom Domingo.
artur xavier a 1 de Abril de 2007 às 14:16

Não tenhamos duvidas que assim é e assim deverá continuar a ser.
No entanto, ficamos a pensar que todos estes serviços prestados e de qualidade, não recebem nada pela propaganda que, ao fim e ao cabo, acabam fazendo. Mas, se aparecer um qualquer operador a dizer que vem fotografar ou filmar, nem que seja para o "boneco", são-lhe disponibilizadas verbas de compensação.É isto, tenham santa paciencia, que eu não aceito.
Ajudem e colaborem com os que cá estão e que são os maiores embaixadores, atraves das suas acções,
na promoção da nossa terra.
Esses, pela sua precistencia, é que merecem os louros. Mas todos...
Anónimo a 1 de Abril de 2007 às 20:03

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