Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

10
Abr 07

novo post em: http://lepratecoma.blogspot.com

 

A Câmara Municipal das Lajes do Pico, continua a senda de pretender convencer os munícipes  da pertinência e necessidade da construção do designado Teatro Muncipal, de muito duvidosa oportunidade, aliás já contestada por lajenses residentes e não residentes, certamente, gente que pretende o melhor para a sua terra.

O jornal O DEVER da passada semana, publica uma notícia do município, nada ingénua, com destacada imagem de capa cantando lôas ao dito projecto afirmando que se trata de "o primeiro teatro feito de raiz na ilha", "infra-estrutura artística"(...)"com equipamentos profissionais de alta qualidade", que se "enquadra no contexto de oferta turística", orçada em dois milhões de contos. Acrescenta-se ainda no comunicado da Camara Municipal - assumido como texto da redacção do jornal pois não existem aspas - que "a CMLP já encetou contactos para parcerias de programação com outros Teatros, festivais, agentes turísticos e diversas instituições públicas e privadas".

Conclusão: Será que a Câmara está já a firmar contratos e programar eventos antes de o teatro estar construído? Ou será que essas parcerias se destinam a co-financiar o empreendimento?

Seria de todo o interesse que os responsáveis municipais esclarecessem, preto no branco, o que pensam fazer pois, voltamos a repetir, esta obra não é prioritária pois não faltam salões dignos onde ocorrem eventos culturais e o turismo de congressos ainda não tem expressão que justifique AGORA, o dispêndio de tão grandes verbas do erário público, quando outras prioridades se metem pelos olhos da cara.   

 com imagem em: http://lajes.blogspot.com

publicado por sim às 00:17

O mais interessante é o edifício ter capacidade para pouco mais de centena e meia de pessoas na plateia. Para isso temos o Auditório.
Que grande teatro. Será para ver espetáculos de marionetas...
Monumento ao Baleeiro a 10 de Abril de 2007 às 00:58

A minha preferida foi "enquadra no contexto de oferta turística".. Tanta vez que fui eu as Bahamas e a primeira coisa que fiz quando lá cheguei foi correr para o primeiro teatro que encontrei...

Tenham juizo..
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 01:24

Ou muito me engano ou esta equipa de Sara Santos não vai ter oportunidade de ver esse TEATRO nascer. Deixem chegar as próximas eleições e dêem voz aos verdadeiros lajenses que vão ter a resposta, já que não deixaram que eles se pronunciassem antes... Acho que a ideia é tão desajustada que só pode ser vista como manobra de diversão, querer esconder os verdadeiros problemas de um concelho que perde população a cada ano que passa. Não vamos lá com TEATRINHOS.
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 09:46

O problema é que a Presidente da Câmara e os seus fieis colaboradores, aqueles em quem deposita confiança pessoal, estão mesmo convencidos e acreditam que têm uma visão futurista, muito acima daqueles que não conseguem ver a importância de um teatro para este nosso concelho, própria de cidadãos incultos e culturalmente ignorantes que precisam de alguém que os guie, pobres desgraçados de nós Lajenses. Cultura a quanto obrigas!!!!!

Quando é que estes maus actores vão de vez representar para outros palcos, para bem longe do Pico?????
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 09:58

Nunca percebi por que é que o site da Câmara não publica estes comunicados, mas opta pelos anúncios dos filmes do Auditório. Por que será???
Ou o site da internet é só para constar e o "governo eléctrónico é uma utopia que só chegará aqui em 2009?
Tenham dó e façam alguma coisa de novo. Não transformem a Câmara numa empresa tipo "magano".
Merecemos mais e melhor!!!
José Brum a 10 de Abril de 2007 às 13:26

Só o Auditório da Escola Secundária de S. Roque tem lugar para mais de duzentas pessoas. Um teatro só com cento e noventa lugares para que servirá?
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 15:19

A finalidade da construção do Teatro Municipal é a de poder oferecer uma programação variada e de qualidade, procurando responder às diferentes expectativas locais, à sazonalidade de públicos e a uma vertente pedagógica. O único edifício teatral de raiz que em breve passará a existir na ilha do Pico, com todas as condições para se tornar o seu pólo das artes do espectáculo. Além de receber espectáculos de vocação nacional e internacional, funciona como um importante espaço de mostra das criações locais, em particular aquelas que se fundam na tradição. O Teatro Municipal é também por isso uma peça essencial no modelo integrado de turismo, como o que a Câmara Municipal das Lajes do Pico tem em desenvolvimento.

Previsão de início de funcionamento: Verão de 2009

MEUS CAROS "BLOGUISTAS", AFINAL O TEATRO CONSTA DO PLANO MUNICIPAL PARA 2007, APROVADO NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL, CONFORME SE PODERÁ VER NO RESPECTIVO SÍTIO DA CÂMARA. BASTA PROCURAR. NÃO QUERO COM ISTO DIZER QUE ESTOU DE ACORDO, NÃO, ISSO É OUTRA COISA, SÓ QUERO AFIRMAR QUE A IDEIA FOI ACEITE PELOS DOUTOS E EXCELENTES POLÍTICOS QUE A COMPÕE: LEONILDO MACHADO, MANUEL HERBERTO FERREIRA E OUTROS MAIS. AFINAL ANDAM PARA AQUI A FALAR DE QUÊ? FALEM ANTES COM ESTES DEPUTADOS MUNICIPAIS, OU, TAMBÉM É POSSÍVEL, DÊEM A CARA NAS PRÓPRIAS ASSEMBLEIAS ONDE EXISTE NO FIM UMA HORA RESERVADA A INTERVENÇÕES DOS MUNÍCIPES QUE QUASE NUNCA NINGUÉM "PREENCHE". PORQUE NÃO VÃO LÁ OS GESTORES DOS BLOGUES?
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 15:36

Sem desprimor, esses Senhores deputados municipais de que falou, na maior parte dos casos, nem sabem ao certo aquilo que estão a votar. Se é proposto pela Câmara votam a favor, senão: votam contra. Tenho a certeza que basta um pôr o braço no ar para os outros irem atrás...

Mas também me recordo que muitos outros deputados municipais votaram contra e até um houve que veio propor a realização de um REFERENDO, proposta que saiu no DEVER e que veio a ser chumbada na Assembleia Municipal.

Afinal qual é o medo de dar voz aos Lajenses? Uma obra que vai custar cerca de 2 milhões de Euros não merece ser consensual? Porque têm de ser meia duzia de iluminados pelo mundo da cultura a decidir por todo um concelho??????
Manel da Vila a 10 de Abril de 2007 às 16:50

Esta explicação para-oficial da Câmara, poderia ter a cara descoberta, pois só um parôlo é que não reconhece, após uma análise sinóptica do texto que há muitas coincidências entre o comunicado da CMLP e o comentário acima. Ao menos utilize-se aspas já que o Gabinete da Presidente, que lê, e muito bem!, este e outros blogues, não sabe dar a cara e encobre-se por detrás do anonimato, quando deveria ser uma instituição transparente pois é paga por todos nós.
Esta do " único edifício teatral de raiz que em breve passará a existir na ilha do Pico", se é para gerar auto-estima nos lajenses, é de uma superficialidade atroz, cheira a publicidade comercial, a megafone de feirante, a anúncio sem conteúdo, como aqueles que se publica na imprensa do Pico e no sítio da CMLP, para anunciar as fitas no Auditório.
Um pouco mais de senso comum, seria bem melhor.
Boca do Caneiro a 11 de Abril de 2007 às 00:30

Afinal o Teatro fazia parte do manifesto eleitoral. Muito bem. E acho bem que a Câmara o faço, mas não dentro da vila, na zona histórica , assim chamada.
O ambiente e a Câmara /entidade, mandou reconstruir os Correios, que ficam ao lado, de acordo com a casa que lá existia.Lembram-se ? e agora o Ambiente e a Entidade Câmara , pretendem construir ali um mamarracho que só vem conspurcar " aquele conjunto, histórico que ali existe?
Não posso acreditar. Querem construir um Teatro que o faço, mas não ali.
Para que servem as "providencias cautelares"?

anonimo a 11 de Abril de 2007 às 01:04

Perfeitamente de acordo. Cabe aos lajenses dizer que aquele projecto além de extemporâneo não se enquadra naquele local. E disso não abrir mão, seja a que preço fôr. Não foi o que aconteceu com a casa do F.Pinchão que levou anos e anos, só porque queriam levantá-la? Então? Não é aquela uma zona classificada?
Vamos todos organizar um abaixo-assinado para protestar contra aquele mamaracho e exigir que a CMLP reveja a sua posição pois estamos em democracia. O poder é do povo não de um qualquer autarca ou arquitecto. Se fôr preciso, vamos colocar uma faixa negra para protestar contra!!!
As Lajes não são da Sara nem do Manel, são dos lajenses e estes não permitirão esses desmandos...
do Lagoa a 11 de Abril de 2007 às 01:39

Já que não encontram espaço para implantar o Teatro, sugiro que o coloquem no terreno, em frente ao antigo campo de futebol, e ao lado da Escola Basica.Assim, já não conspurca a zona da vila, classificada de Histórica.
Se o querem na vila, ali fica muito bem, e irá ,sem duvida, embelezar aquele espaço

Deve ser a Julieta, essa falsa dama que roubou o título a este blog e que agora está a copiar os artigos do Público sobre o caso Sócrates...
Melhor seria que falasse das Lajes...mas falta-lhe conhecimento de causa, amor à terra e, sobretudo, viver e sentir as Lajes AQUI.
Julieta é assim: apaixonou-se pelo caso e vai daí, transformou-se em fotocópia do Público, takvez pensando que um bloger é jornalista algum dia...
O melhor que faz é arranjar outro título para as suas prosas e dos outros que as Lajes merecem mais respeito que o que Julieta (sua filha de...!)tem por ela.
Cruzeiro a 11 de Abril de 2007 às 02:10

Logo se vê que esta Julieta está muito afastada das Lajes, dos Lajenses e da ilha do Pico. Provavelmente à ensinar coisas bonitas sobre como copiar artigos de Jornais Continentais...
Será que está sentada no Nicola de portátil na mão?
No Pico não está, de certeza!
Anónimo a 11 de Abril de 2007 às 17:53

Sara Santos faz muito bem em ir com o teatro para a frente porque apenas esta a realizar uma proposta que constava no seu manifesto eleitoral que foi sufragada pelo povo,aliás todos os projectos que pretende realizar e tem vindo a fazer estavam bem escarapachados em maquetes antes das eleições na galeria municipal e em varias revistas por isso parem de bater em ferro frio porque nada disto é novidade para ninguem e o mais interessante é que de certeza absoluta que todos o que aqui vem criticar inclusive o autor o blog será um dos primeiros a sentar o cú no teatro e é capaz até de comprar cadeira de residente para estar escarapachado mais toda familia na bancada da frente como a representantes da velha nobreza lajense que nunca fez nada pela terra senão criticar.
Manuel de Cima a 10 de Abril de 2007 às 21:53

E que Sara Santos ia dar um tacho ao dito. Isso também fazia parte do manifesto eleitoral? Estava em exposição nas revistas e maquetas da Galeria Municipal?
Com argumentações como as deste Manuel de Cima não vamos longe. Está-se aqui a discutir uma obra capaz de hipotecar por largos anos o futuro do concelho e este vem dizer que as pessoas quando votaram legitimaram tudo o que a Presidente fizesse no futuro... então e as pessoas não são livres de mudar de opinião? Não são livres de ser cabalmente esclarecidas acerca desta obra megalómana? Não podem elas próprias ter uma palavra a dizer? Não podem ter votado em Sara Santos por umas razões e não por outras? Votando uma vez têm de comer e calar!!!! Não obrigado. Repito. Com argumentações como as deste Manuel de Cima não vamos a lado nenhum.
Anónimo a 10 de Abril de 2007 às 22:07

Olhe, Manel, só os burros é que não mudam... e há para aí cada manezinho e cada mariazinha que pensa pela cabeça dos outros, pela cabeça do dono cujo emblema traz na lapela e não encherga nem tem dois dedos de testa para pensar pela sua tola. E se o projecto está nas revistas e em maquetes foi, precisamente, para, de uma forma acintosa dizer aos muitos críticos que "quem manda somos nós".
Quanto aos outros comentários que o manezinho faz ao autor do blog e sua família, digo-lhe apenas que não há necessidade de esperar pela inauguração. Já estamos a assistir a uma autêntica peça teatral, com actores de péssimo "engenho" e arte nenhuma. São os auto-intitulados detentores do poder quais reizinhos num palácio de intrigas, cujo séquito é constituído por "yes-men and women", esses sim representantes de uma política anquilosada e sem perspectivas novas de mudança para este concelho.
E so para terminar manezinho: não critique quem lhe proporciona a possibilidade de vir aqui, neste espaço, escrever o que entende. Sabe: a liberdade é um direito de todos, mesmo dos que nunca fizeram por merecê-la nem promovê-la.
E estamos conversados pois quem sustenta burro a pão de ló perde... (exactamente!)


Mouraria a 11 de Abril de 2007 às 00:49

As pessoas podem mudar de opinião e podem discordar. Estamos em democracia por isso todos tem a liberdade de dizer o que pensam e foi o que o povo fez nas eleições agora o que não se pode é governar sem um plano quer se concorde ou não com ele,senão governava-se ao saber do vento e das vontades da época.Como alguém disse e muito bem nas proximas eleições o povo mais uma vez dirá da sua justiça e aplicara a sua sentença.
Manuel de Cima a 10 de Abril de 2007 às 23:47

Já não tenho tantas certezas se Sara e o seu chefe chegam às próximas eleições, pelo menos em conjunto. Para quando o resultado da inspecção à Câmara? É que as férias da Páscoa ja acabaram e a Universidade já reabriu...
Anónimo a 11 de Abril de 2007 às 10:00

O problema das Lajes é o clima de medo que se instalou. As pessoas têm receio de falar, de se manifestar abertamente sem serem enxovalhadas na praça pública. Sobre esta questão ainda só vi uma ou duas posições públicas. Uma das quais por um deputado municipal que de forma estruturada veio apresentar as suas razões (várias) para discordar da proposta, apresentou uma alternativa para o local e até sugeriu que fosse feita uma consulta à população (referendo)... tudo recusado!!!! Como é possível a Presidente dizer que já anda a fazer contactos com entidades públicas e privadas de uma obra que nem a primeira pedra viu?
Esta Câmara está em completo contra-ciclo, basta dar uma volta pelo concelho e falar com as pessoas, os verdadeiros titulares do poder!!!
Como já aqui disse se houver um abaixo assinado não tenho dúvidas em subscrevê-lo!!!! Que venha...
Anónimo a 11 de Abril de 2007 às 10:14

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