Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Mai 07

A recente nota da Presidência publicada na Página Autárquica de O DEVER (por que não publicá-la também no site oficial do Município?) dá a entender que aquilo que os lajenses há muito reclamam - um novo ordenamento do trânsito - afinal não vai acontecer. A Sra Presidente anuncia a substituição de sinalização existente e  a colocação de nova...em locais onde aquela é deficiente ou até inexistente.

Oxalá não inundem as esquinas das casas da vila com demasiada sinalética, e não conspurquem a imagem urbana com sinais verticais, e optem por sinalização horizontal (pintada no chão) que surte o mesmo efeito e não polui a paisagem urbana.

Quando todos esperávamos (e alguns lajenses haviam sugerido) um novo ordenamento com a mudança de sentido de algumas ruas e até o encerramento ao trânsito de outras, parece não acontecer assim, antes irá ficar tudo na mesma!... Na nossa opinião, a Câmara deveria ter informado os cidadãos sobre o que vai mudar e não sobre quem mudou, para que, antecipadamente, os lajenses pudessem ajuizar se a iniciativa contribui para um melhor ordenamento e segurança da nossa Vila.

Esta forma de governar, constitui um paradigma de que a democracia participativa ainda não chegou até nós. Quando tal acontecer, os cidadãos serão muito mais responsáveis e actuantes na busca do bem comum e do seu futuro. 

ver novo post em: http://lajes.blogspot.com

 

publicado por sim às 13:24

É óbvio que compete à Câmara mandar proceder à sinalização. Não é isso que está em causa. O que se contesta é não ouvir a opinião das pessoas que reclamam um novo ordenamento de trânsito e isso deve ser feito em consonância com a população e não impondo as incumbências do poder municipal. Esta é a diferença entre governar com senso, gerindo consensos e governar pela cabeça de uns quantos "iluminados".
A sinalização adquire-se no mercado, o ordenamento do trânsito tem a ver com a gestão do espaço urbano que engloba a vivência humana passada e presente, a arquitectura, a economia, nomeadamente as opções turísticas, a cultura e a própria natureza e paisagem envolvente. Ter como única preocupação as viaturas, é uma visão muito redutora e atrofiante. O ordenamento do trânsito nas Lajes é, pois, uma questão de qualidade de vida e de promoção das potencialidades do primeiro e mais antigo povoado picoense.
lajense a 30 de Maio de 2007 às 23:58

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