Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

10
Jun 07

ver: http://lajes.blogspot.com

http://lepratecoma.blogspot.com

 

Ei-los que chegam de todos os lados. O seu destino é as Lajes, a observação de cetáceos e o Museu dos Baleeiros. A Vila Baleeira, porém, tem ainda muito mais para oferecer. Não basta ter botes e lanchas recuperados e apetrechados para as regatas de remos e vela. Há tantos visitantes que teriam imenso interesse em poderem andar dentro de um bote ou de uma lancha, pegar num remo ou numa pá, tocar na palamenta e nos apetrechos que outrora serviram para matar cachalotes, num pequeno circuito dentro ou nas imediações da Lagoa, acompanhados de um antigo baleeiro que ainda os há, explicando como era e contando as suas vivências de outrora.

A observação de cetáceos já existe noutro locais: Ponta Delgada, Horta, Madalena, e outras, agora o que nenhuma delas tem e pode proporcionar, é esse contacto com a actividade baleeira cujos actores andam por aí com grandes estórias para contar.

Este é que é um produto turístico diferente que, a par da encenação de antigas arriadas à baleia, pode atrair ainda mais visitantes, proporcionando novos postos de trabalho sobretudo para os jovens e mais valias económicas.

Afinal o que nos falta é espírito empreendedor, porque condições e potencialidades temos de sobra.

publicado por sim às 00:11

novo post em http://lepratecoma.blogspot.com
lepratecoma a 10 de Junho de 2007 às 01:07

Concordo com tudo o que está escrito. No entanto, se conversarmos com os operadores de observação de cetáceos das Lajes, facilmente chegaremos à conclusão que estão a operar a meio gás enquanto os da Horta estão cheios. O mesmo se passa se falarmos com os empresários turísticos da restauração e similares. O que falta é acessibilidade à ilha e coragem para tratar os picarotos de igual para igual com os faialenses. Quando este governo tomou posse pensámos que era o fim da tripolaridade como dizia o então deputado eleito pelo Pico, no entanto, tirando essa declaração de intenções continuamos sempre a ficar dependentes do que acontece na ilha vizinha.
JAJ a 11 de Junho de 2007 às 11:15

Pelo que acaba de dizer JAJ faz cada vez mais sentido encontrar outras singularidades que constituam ofertas típicas do negócio do whale-watching. E não temos vantagens comparativas melhores e com mais-valias maiores? De certeza. Por isso é que há muito aqui escrevi que os operadores tinham de sentar-se à mesa e, com outros agentes do desenvolvimento, repensar a actividade. Agora não estariam a deitar as mãos á cabeça. Mas não há mal que sempre dure...por que não experimentar viagens com botes, ou efectuar regatas mais amiúde? Não são elas um grande cartaz? Então, por que esperam? Que o negócio bata no fundo? Investir e gastar hoje, para colher amanhã!!!...
lajense a 11 de Junho de 2007 às 15:59

Deveria ser assim mas não é, estão todos de costas voltadas uns para os outros. É verdade que as lajes foi pioneira, mas os agentes acomodaram-se ainda para mais quando no Faial "o Peter " entrou no negócio.
Hoje alguns estão mais preocupados em não deixar fazer, não deixar crescer para manterem o seu pequeno feudo, do que a construir algo novo. Nunca aprendem com a história...
JAJ a 11 de Junho de 2007 às 22:25

Concordo com o autor do post,muitas potencialidades tem a nossa terra que tem de ser aproveitadas,mas também concordo com o JAJ os operadores e empresários turísticos tem de se unir e não fazer guerrilha como hoje se passa, por exemplo temos dois empresários que ficam porta a porta um do outro e um deles por sinal de fora da ilha tudo faz para prejudicar o vizinho quando deveriam e podiam trabalhar em conjunto espeçialmente na época alta em que muitas vezes não existe mão a medir e os turistas acabam por não ficar por cá pois não existe lugar.
almalajense a 11 de Junho de 2007 às 23:59

ESTOU PLENAMENTE DE ACORDO CONSIGO JAJ . FALTA NO ENTANTO CORAGEM POLÍTICA DOS NOSSOS AUTARCAS, DEPUTADOS E GOVERNANTES, PARA SE FALAR E EXIGIR , -BATENDO O PÉ SE FOR PRECISO-, SOBRE AS ACESSIBILIDADES E ESSAS, PASSAM PELO AUMENTO DOS VOOS DA TAP NO NOSSO AEROPORTO E COM TODAS AS INFRA-ESTRUTURAS NECESSÁRIAS À OPERAÇÃO EM PLENO FUNCIONAMENTO.
OBSERVADOR a 12 de Junho de 2007 às 23:15

Pico, 3ª Feira, 05 de Junho de 2007. A TAP, por más condições atmosféricas, não consegur operar na Ilha. Sabem qual a alternativa proposta aos passageiros? Era assim (Para os que não se "desenrascaram", como puderam): Viagem, no dia seguinte, HORTA-PONTA DELGADA, às 14H30M, num voo Sata, para, naquela cidade, tomar a Sata Internacional, rumo a Lisboa, pelas 21H20M... Não podendo alongar-me em mais comentários, sempre digo que, assim, não há turismo que resista!
artur xavier a 14 de Junho de 2007 às 00:18

CARO «CAMARADA» ARTUR!
OS PIORES INFORMADORES NÃO SÃO OS DO FAIAL, MAS DO PICO. JÁ TIVE MENINOS NO AEROPORTO QUE ME PROPUSERAM A IDA PELA HORTA, QUANDO NUM DIA DUVIDOSO, NÃO DE MAU TEMPO, O AVIÃO PARA O PICO PODERIA NÃO FAZER ESCALA, MAS FOI TAL A CARA QUE FIZ, QUE LOGO ARREPIARAM CAMINHO E DISSERAM AMAVELMENTE ...« TALVEZ DESSE UMA ABERTA PARA O AVIÃO ATERRAR»... E CLARO...ATERROU MESMO. MAS NESTE CASO NÃO COLOCAVAM À DISPOSIÇÃO NEM TAXI, OU AUTOCARRO, NEM LANCHA COMO FIZERAM COM OS COITADINHOS DOS «SENHORES» DO FAIAL. DUAS ILHAS «IRMANADAS» MAS AS PESSOAS QUE NELAS HABITAM NÃO POSSUEM OS MESMOS DIREITOS «DEMOCRÁTICOS». O TERMO «DESENVOLVIMENTO HARMÓNICO » É UMA BAITA DUMA MENTIRA.
Anónimo a 14 de Junho de 2007 às 14:44

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