Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Out 07

O próximo campo de golf a construir pela Azores Golf Island, será no Pico, no concelho das Lajes. O anúncio foi feito pelo administrador da SIRAM, na apresentação do projecto de um grande hotel para as imediações do Campo de Golf da Batalha, São Miguel.

Costa Martins acrescentou que a empresa pretende duplicar de 3 para 6 o número de campos existentes nos Açores. No primeiro semestre de 2008 arrancará o campo de golf do Faial.

"Para concretizar a estratégia do Azores Golf Islands não é suficiente ter bons campos, é preciso ter dimensão – e é por isso que necessitamos de mais campos"-disse Costa Martins.

Se bem que, como já aqui defendemos, preferíamos outra empresa do sector, ( e há várias em Portugal com dimensão internacional que poderiam gerar mais concorrência) a levar por diante o campo de golf do Pico  o que importa é que ele se faça e, quanto antes.

publicado por sim às 18:13

Era bom...
Anónimo a 2 de Outubro de 2007 às 18:38

Será um chamariz importante para um turismo diferente do habitual, até agora, no Pico. Os turistas que visitam as Ilhas apreciam o Ambiente, a Natureza, a sua preservação. Os golfistas...gostam dos campos para praticar a modalidade.

No entanto, talvez fosse importante, diria mesmo fulcral, antes de ter campo de golfe, assegurar que o Pico terá mais e melhores ligações aéreas...
Não estou a ver nenhum praticante de golf a esperar por um barco para o levar ao Pico.
Não basta ter salão de baile...é preciso quem dance.
jose augusto soares a 3 de Outubro de 2007 às 01:12

Não é certo que esse campo de golfe se faça aqui nas Lajes pelo menos no terreno que pertence ao Municipio pois ainda decorre o processo de desvinculação da Planipico no tribunal além disso a autarqui já afirmou que depois disso iria levar a concurso publico a sua entrega e que já existia vários interessados no mesmo. De qualquer forma era bom que se realiza-se essa importante obra cá seje qual for o grupo desde o momento que apresenta-se garantias e qualidade.
Carlos Silva a 3 de Outubro de 2007 às 11:15

Acho piada que os Blogers, ainda por cima anónimos, tenham preferências por empresas ou grupos económicos...
JAJ a 4 de Outubro de 2007 às 14:26

tenho preferência por empresas que não sirvam apenas para embolsar subsídios e depois entrarem em insolvência.
Anónimo a 5 de Outubro de 2007 às 00:03

Isso é uma acusação a este grupo?
JAJ a 5 de Outubro de 2007 às 16:18

Congratulo-me com a Empresa Azores Golf pela decisão tomada em assumir o Campo
de Golfe do Pico.
Está provado que sem uma estrutura desta natureza nenhuma ilha pode desenvolver-se sobre o aspecto turístico.
É preciso as Entidades locais colaborarem com decisão e prontidão neste empreendimento, pois sem ele o Pico deixa de se desenvolver eonomicamente e
passa a ser uma terra esquecida.
Anónimo a 4 de Outubro de 2007 às 15:55

Afinal o Campo de golfe vem para o Pico ou para o Faial? O Faial é primeiro a arrancar ou será o do Pico e nas Lajes. Tenho conhecimento duma entidade interessada com sócios a residir no Pico e no estrangeiro, mas que embatucaram com um grave problema jurídico que não é o Sr. Costa Martins que o vai resolver. Estamos fartos de sermos governados por gente que não é de cá e que tem outros interesses que não os nossos. De certo que para se ter um campo de golfe é necessário que haja outras infra-estruturas e corroboro as palavras deixadas já em comentário acima inserto. O projecto dos Picoenses tem à partida viabilidade, porque está devidamente dimensionado e tem todos os requisitos necessários para que tudo dê certo. O Sr. Costa Martins falou em «bons campos» e «dimensão». Foi subjectivo quanto baste. Afirmar que vai arrancar em tal data é mais complicado porque à partida compromete. Sejamos duma vez por todas honestos e capazes. Isso por cá já não existe há muitos anos...
OBSERVADOR a 5 de Outubro de 2007 às 00:56

Para grandes males, grandes remédios.
Para grandes problemas juridicos, grandes...
Não estou a ver algum grande problema jurídico que não possa ser ultrapassado pelo empenhamento político. Não são os políticos que fazem as leis?
Anónimo a 5 de Outubro de 2007 às 03:30

A autarquia não pode deixar passar esta oportunidade pois trata-se de um grande grupo economico com ligações internacionais ao turismo o que é uma mais valia para a sua viabilidade. A autarquia não pode embarcar em mais situações como foi o caso da Planipico pois quem fica a perder somos.
Manel de Cima a 6 de Outubro de 2007 às 17:02

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