Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Dez 07

2007 está no fim e 2008 já se afana para encimar os 12 meses dos novos calendários.

Rei-morto rei-posto! É a lei da vida e das sociedades que tudo fazem para que a novidade demova os ânimos mais esperançosos, tendo em vista um futuro diferente e mais promissor.

Este ano que passou as Lajes, acompanhou dia-após-dia, com interesse, o novo cenário da orla marítima que, certamente, perspectiva novas oportunidades à actividade marítima. Para tal valeu a reivindicação de manter a ligação entre o muro do caneiro e a nova muralha. E, num futuro muito próximo, concluir-se-á que a nova baía, servirá para ancoradouro de embarcações de maior porte, já que o útil e necessário porto de recreio, em construção na Lagoa, irá tornar-se pequeno.

Concluída a primeira fase da protecção da orla marítima, terá de proceder-se, mais cedo do que se julga, ao enrocamento do Calhau Grosso, que os homens e a erosão foram desempedrando.

As Lajes, após o termo da actividade baleeira, ganha assim, novas perspectivas para encontrar no mar o parceiro ideal para o crescimento económico de que tanto necessitamos. É ele que vai permitir a fixação da população e a criação de novos postos de trabalho. Digo novos porque disso mesmo se trata: nas áreas do turismo e na prestação de serviços. Algo tem sido feito, mas muito mais há a fazer no sector turístico, hoteleiro e similares, bem como no sector das novas tecnologias que lhes estão intimamente associados.

Empresários e responsáveis municipais e regionais têm de envolver-se num projecto comum, concentrando recursos financeiros para o desenvolvimento de acções e de apoios que os empreendedores locais e externos necessitam para levar a cabo as suas iniciativas.

Ou todos nos unimos em projectos válidos e adequados à fase de crescimento em que nos encontramos, ou desbaratamos dinheiros públicos e energias. De nada servem, nesta fase, projectos desadequados, que podem, eventualmente, valer votos mas não servem o desenvolvimento colectivo e a fixação dos novos à sua terra.

Este é o repto que 2008 nos lança, caso contrário, perdemos tempo, dinheiro e adiámos o crescimento desta terra.

http://lajes.blogspot.com

 

publicado por sim às 15:54

Desejo um Feliz e Próspero Ano Novo para todos. Espero por outro lado que as Lajes e os Lajenses se unam num mesmo esforço para pugnarem pelo desenvolvimento cultural, turístico e social desta nossa primeira Vila Picoense e que os projectos camarários se concretizem ou iniciem no ano que hoje começou.
Grande Abraço
Paulo Luís Ávila
Feliz Ano de 2008 a 1 de Janeiro de 2008 às 22:41

O manifesto de apoio a Carlos César é subscrito no Pico com os nomes de Arlindo Rodrigues, Hélder Bettencourt, Genuína Sousa, Gilberto Ribeiro, Ivo Soares, Jorge Marques, José António Fernandes, Manuel Garcia Goulart , Manuel Simas, Maria Manuela Silva, Manuel da Costa Júnior, Maria Feliciano Oliveira, Maria do Carmo Bronze, Nascimento Caetano das Neves, Paulo Alexandre Rosa, Paulo Jorge Nunes, Paulo Machado, Pedro Amaral, Roberto Silva, Rui Veríssimo e Vasco Paulos. - In Ilha Maior
Outras listas se seguirão, resta-me dizer que nesta, todos estes picoenses merecem a minha consideração. César teve o cuidado de escolher apoiantes que são:
desinteressados, pois põem a tónica no bem comum, nunca revelando algum interesse no seu favorecimento pessoal, profissional ou empresarial;
independentes do aparelho governamental, podendo mesmo darem-se ao luxo de recusarem a sua assinatura, sem receio de retaliações, ou de serem preteridos por alguém de menor ou igual valor.
No entanto, dada a importância do acto eleitoral que se avizinha, interrogo-me:
Esta assinatura foi negociada, ou seja, César comprometeu-se a desenvolver determinadas políticas para o Pico? Quais? Ou foi, simplesmente, passado um cheque em branco, sob pena de a meio do novo mandato, haver arrependimento?
Assinou-se pela positiva, por aquilo que César faz pelo Pico, ou pretendeu-se sancionar Costa Neves e escolher o candidato que se julga ser o menos mau? Um pouco como os detentores do poder da era Mota Amaral se referiam aos seus opositores.
César veio, humildemente, como homem livre, pedir o apoio de ilustres notáveis do Pico, ou, foi o contrário, os humildes picoenses colocaram o seu nome na lista, amparando-se no candidato que supostamente pedia apoio?
Confesso que gostaria de acreditar nas primeiras afirmações. E de ter uma resposta positiva às questões colocadas. Sei, contudo, que estas me serão facultadas ao longo do ano que se segue, culminando no escrutínio regional. Onde todos os candidatos procurarão convencer os eleitores que defendem os mais altos valores da nossa ilha. E é isso mesmo que nós esperamos deles.
Paulo Pereira a 2 de Janeiro de 2008 às 02:56

Falar do Roberto Silva e dizer que é desinteressada, é a anedota do ano.

Há quem tem o hábito de ver a ramela no olho do vizinho e não repara no seu argueiro...
José Brum a 3 de Janeiro de 2008 às 11:17

Eu tambem tenho as minhas duvidas. Nos tempos que correm é mais fácil apoiar do que comprometer-se.
Pode o diabo tecê-las e se ficar com o menino nos braços.
Assim,tudo bem.
anonimo a 3 de Janeiro de 2008 às 13:08

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