Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

30
Jan 08

O Governo Regional vai apresentar, durante a sua visita anual à ilha de São Jorge o projecto da nova gare Marítima a construir na calheta de São Jorge. Não discutimos a necessidade dessa infraestrutura, porquanto naquele porto foram movimentados, em 2005, apenas 2.063 passageiros nos barcos da Transmaçor.

Pelo porto das Lajes do Pico, passam, anualmente, mais de 8.000 pessoas, na actividade de whale-watching. Um número que justificou a construção do porto de recreio e que justifica também a construção de uma infraestrutura que responda, com dignidade, aos que procuram as Lajes para observarem a riqueza de mamíferos que frequentam o mar do sul da Ilha do Pico.

Quando várias obras de mar estão em curso, importa que se inclua mais esta estrutura em terra. 

Dignificará a actividade, dará o necessário conforto aos visitantes, e proporcionará uma melhor informação se o espaço disponibilizar equipamentos de acesso às novas tecnologias da informação.

Vamos reivindicar do Governo mais este benefício?

publicado por sim às 09:13

Este blogueiro é um espectaculo, normalmente tem post aqui que duram 1 semana, em especial quando é para cascar na Sara, como o post anterior foi vergonhoso e lhe correu mal vem para a qui falar de gambozinhos.
Beiçoca a 30 de Janeiro de 2008 às 09:52

O Post anterior só durou umas horas.
Beiçoca a 30 de Janeiro de 2008 às 09:54

Este post é mais importante do que as apreciações do beiçoca que deveria aplaudir ou discordar da proposta. Isso é que vale a pena e não contestar quem nos vai propondo ideias para discussão.
Mas o que interessa é que este é um espaço aberto a todos, mesmo aos que não têm espírito crítico.
Boca do caneiro a 30 de Janeiro de 2008 às 10:29

O futuro de uma ilha pode passar pela orientação que todos nós possamos dar aos nossos futuros deputados.
Convido todos os picoenses a passarem no meu blog e a responderem a uma simples sondagem.

http://basaltonegro.blogspot.com/
Paulo Pereira a 30 de Janeiro de 2008 às 22:24

A IDEIA É INTERESSANTE MAS, PARA ESSA ACTIVIDADE ESPECÍFICA, A EMPRESA É OBRIGADA POR LEI A MANTER UMA PRÉVIA "EXPLANAÇÃO EXPLICATIVA" SOBRE O QUE OS UTENTES IRÃO OBSERVAR, SÓ DEPOIS É QUE OS DEVE ENCAMINHAR PARA O EMBARQUE E VIAGEM. NÃO SEI SE SEMPRE ASSIM SERÁ FEITO... MAS DEVERIA SÊ-LO E SE ASSIM FOR, ENTÃO O PRIMEIRO RECINTO DE RECEPÇÃO DOS PASSAGEIROS SERÁ OBRIGATORIAMENTE NAS INSTALAÇÕES DO OPERADOR TURISTICO E NÃO NUMA GARE MARITIMA COMO ACONTECE COM OS OUTROS PASSAGEIROS NORMAIS QUANDO COMPRAM O SEU BILHETE (CASO DA MADALENA). ASSIM , A GARE TEM UMA JUSTIFICAÇÃO PARA OUTROS CASOS E NÃO PARA ESTES, MAS REPITO A IDEIA É DE AMADURECER E DE IR AVANTE , MAS COM OUTROS CONTORNOS. NÃO ESQUECER QUE A "OBSERVAÇÃO DE CETÁCEOS" É SAZONAL, NO VERÃO, DAÍ QUE, UMA GARE DEVERIA SER PENSADA PARA QUE LOCAL? NO CANEIRO? NA RAMPA? MAS REPITO QUE CONCORDO COM A IDEIA E QUE TALVEZ SEJA O MOMENTO DE SOBRE ELA SE PONDERAR COM SERENIDADE E OBJECTIVIDADE.
RUI PEDRO AVILA a 31 de Janeiro de 2008 às 08:56

Ao falar-se de uma Gare marítima estamos a falar de estrutura que sirva aos passageiros da observação de cetáceos, por enquanto. Neste caso, e porque a actividade é sazonal, convinha que a estrutura fosse amovível, mas dotrada das condições suficientes para responder a pedidos de informação, venda de bilhetes, sanitários, e o mais que os operadores desta actividade entendessem necessário. Criar uma estrutura definitiva não se justifica em espaços tão reduzidos. Assim é nos Estados Unidos nos portos com whale-watching e noutros locais. O importante é a qualidade do serviço que se presta à partida e chegada do mar e não um edifício em betão, desproporcionado... Nesta perspectiva estou de acordo com o post e com a construção de uma estrutura amovível, já este ano. É possível e desejável.
Boca do caneiro a 31 de Janeiro de 2008 às 13:01

Concordo com o Rui Pedro.
Não basta reivindicar porque o "vizinho" do lado também tem...mas vale a pena "amadurecer" a questão e apresentá-la então com viabilidade.
jose augusto soares a 31 de Janeiro de 2008 às 13:27

Não se trata de reivindicar porque o vizinho do lado tem. Trata-se, isso sim, de reivindicar porque as Lajes, por um acrescido conjunto de razões, nomeadamente pelo facto de os turistas que por cá passam precisarem de um ponto de apoio em terra, pois estão deslocados, a mior parte deles, dos seus alojamentos.
Amadurecer a questão, significa discutí-la em público, dando achegas e sugestões. Não dizendo que ainda é cedo, como JAS parece pretender. A viabilidade não se coloca, coloca-se isso sim a necessidade imperiosa de uma estrutura adequada a uma actividade sazonal.
Ou será que a gare marítima da Calheta de São Jorge, que só recebe os barcos da Transmaçor, foi um projecto amadurecido e cuja falta se fazia sentir! Pois nem as Velas tem estrutura semelhante para os passageiros que lá passam em maior número?!...Não se pretende uma gare como a do porto do Cais do Pico, que só serve de bilheteira e de casa de banho e o resto do tempo está fechada.
Lagoa a 31 de Janeiro de 2008 às 15:26

onde é que ficagare?
Peleve a 31 de Janeiro de 2008 às 17:19

Para que conste:
Notícia do GACS
Porto das Velas de S. Jorge alvo de melhoramentos que orçam em mais de 10 milhões de euros

O secretário regional da Economia, Duarte Ponte, e o subsecretário das Pescas, Marcelo Pamplona, visitaram esta manhã as obras em curso no porto das Velas.



As referidas obras – de construção da gare marítima, do sector de recreio náutico, do edifício de controlo e de apoio à marina, da sede do clube naval local e, ainda, de alargamento do parque de contentores – orçam em mais de 10 milhões de euros e vão transformar a fisionomia e a operacionalidade do mais importante porto da ilha de S. Jorge.



O edifício da gare marítima, a implantar no extremo da antiga muralha, terá uma área de 130 metros quadrados, oferecendo melhores condições a passageiros e funcionários, enquanto o sector de recreio náutico ficará localizado na zona delimitada pelo antigo cais dos cruzeiros e a orla costeira que define, a nascente, o plano de água abrigado do porto das Velas, permitindo a permanência, em simultâneo, de 76 embarcações.



Os edifícios de apoio, a implantar a curta distância dos pontões, terão área de atendimento, gabinetes, secretaria, arquivo e instalações sanitárias de apoio, ficando a sede do Clube Naval, com dois pisos e todas as funcionalidades adequadas, localizada à entrada do porto.



A área adjacente, onde se situa o parque de contentores, está a ser ampliada em mais 1.360 metros quadrados, o que irá permitir criar mais 102 lugares para contentores de 20 pés.



Para Duarte Ponte, todos estes melhoramentos se inserem no objectivo de dotar a ilha de S. Jorge de infra-estruturas capazes de potenciar o seu desenvolvimento económico e social."
lajense a 31 de Janeiro de 2008 às 19:44

A ideia enquanto ideia, é uma ideai. Como tantas outras. O Rui Pedro Ávila já disse o essencial desta questão: cabe aos operadores privados dotarem-se das instalações suficientes. É completamente descabida a ideai de reivindicar uma gare só porque as Velas também passarão a ter uma. As realidades são outras , os fluxos de passageiros, também . E, as necessidades de quem utiliza os respectivos portos. Com um Museu, um Posto de Turismo , Um Centro do Mar, que diabo o turista não tem apoio? Ou não será isto tudo uma atitude de alguém a sacudir a água do capote e despachar para outros as suas responsabilidades? As Lajes, enquanto porto de passageiros já era. E o tempo não volta... Os investimentos na Vila devem ser reflectidos e sobretudo úteis, com funcionalidade prática. E depois, convenhamos: as Lajes colocam no mar, como aqui é dito, 8 mil pessoas...muito pouco quando comparado com outras localidades, o Faial por exemplo.
Anónimo a 31 de Janeiro de 2008 às 22:34

Caro,

Não consigo perceber o que tem o investimento a ser efectuado em S Jorge a ver com o resto do seu comentário relativo às Lajes.

Seria interessante perceber o que o levou a elaborar esta exposição.

Cumprimentos,
Fernando Almeida
Anónimo a 3 de Fevereiro de 2008 às 17:49

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