Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

07
Fev 08

O Governo Regional apresta-se a visitar esta Ilha, dentro de dias.

 Vai encontrar obra quase feita nas Lajes - a muralha de defesa e o porto de recreio. Impõe-se que lhe seja colocada a necessidade de uma estrutura amovível que sirva, na época alta, de gare marítima.

Há, no entanto, um projecto antigo que deve avançar - a construção de uma central hidro-eléctrica aproveitando a bacia da Lagoa do Paúl. O projecto está elaborado pela EDA, tem viabilidade económica e, como em tempos foi entendido, a água pode também ser aproveitada para abastecimento público. No Pico, os recursos hídricos são escassos e torna-se cada vez mais necessário encontrar fontes energéticas alternativas, limpas e renováveis.

Aqui fica esta sugestão às forças políticas, para que a levem às instâncias governamentais.

Venham daí outras sugestões em jeito de planeamento participativo, forma saudável de exercitar e de promover a democracia. 

publicado por sim às 20:35

Com o preço do petróleo a testar a fasquia dos 100 dollars o barril, torna-se rentável explorar outras fontes energéticas, nomeadamente as mini hidricas.
Outra fonte, da qual o Pico tem recursos abundantes, é a Geotermia.
É de pensar em explorar a geotermia e através de um cabo submarino alimentar o Faial e S. Jorge.
A energia está a ficar tão cara que temos de nos deixar de preconceitos e lutas fracticidas Faial-Pico.
Basalto Negro a 8 de Fevereiro de 2008 às 13:13

Tenho uma duvida!?!
A lagoa do Paul nao e aquela que perde a agua toda no verao?
Ja existe tecnologia para produzir energia apartir de agua virtual???
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2008 às 17:25

AQUANDO DA INAUGURAÇÃO DA LOJA DA EDA " NAS LAJES , O PRESIDENTE DA EDA " Prof. . MONTEIRO DA SILVA , DISSE-ME QUE IRIA AO FIM DA TARDE VISITAR A LAGOA DO PAUL - E FOI - TENDO DEPOIS ME DITO QUE TECNICAMENTE E MUITO MAIS PELO CAUDAL QUE ARMAZENAVA ERA INVIÁVEL. AVANÇOU DEPOIS PARA O PARQUE EÓLICO QUE TAMBÉM É ENERGIA RENOVÁVEL E ESTE SIM PODERIA SER AUMENTADO. OUTRA SITUAÇÃO, NUNCA ESTUDADA COM PROFUNDIDADE É A QUE SE PASSA COM A LAGOA DO CAIADO. ERA VEREADOR NA ALTURA E AQUELE PROJECTO SERIA PARA SER IMPLEMENTADO POR UMA ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DA ILHA, QUE NA ALTURA, POR DESISTÊNCIA DA CÂMARA DA MADALENA (MANUEL FURTADO) NÃO AVANÇOU. ENTÃO A CÂMARA DE SÃO ROQUE AVANÇOU SOZINHA MAS APENAS PARA O ABASTECIMENTO DE ÁGUA. VEDOU A LAGOA E FEZ A CANALIZAÇÃO DA AGUA, POR DECLIVE, COM AS RESPECTIVAS CAIXAS DE QUEBRA DE PRESSÃO, PARA OS DEPÓSITOS ONDE AINDA HOJE SE DESPOLUI A AGUA PARA CONSUMO PÚBLICO. ERA INTENÇÃO DO AUTOR DO PROJECTO ESTUDAR POSTERIORMENTE O APROVEITAMENTO DESSA AGUA PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA MAS, MAIS UMA VEZ, ATENDENDO AOS ELEVADOS CUSTOS DESSES ESTUDOS E DO PROJECTO CONJUNTO (ÁGUA E ELECTRICIDADE) NÃO SE AVANÇOU. PASSARAM 14 ANOS. QUANTO À "HIDRO" DA LAGOA DO PAUL, IDEIA QUE VEM DO TEMPO DA DIRECÇÃO GERAL DE RECURSOS HÍDRICOS , ENG. CAVACO (?) QUANDO SE LANÇOU A ELECTRIFICAÇÃO DE TODA A ILHA PARA ALÉM DAS VILAS, JULGO QUE É UM CASO PERMANENTE ADIADO E SEM INTERESSE ECONÓMICO... TALVEZ POLÍTICO MAS COM ALGUM SAUDOSISMO, POIS ATÉ A CENTRAL ELÉCTRICA DA ILHA ESTÁ EM SÃO ROQUE E TODO O CONJUNTO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA QUE, NA DÉCADA DE SETENTA SE IDEALIZOU NAS LAJES, HOJE NEM TEM "SAÍDA" POR INVIABILIZADO COM A CONSTRUÇÃO DO CENTRO COMERCIAL E DO CAMPO DE JOGOS NA ZONA DA RIBEIRA ONDE SE DÁ A TÃO ^"BADALADA" QUEDA DE ÁGUA QUE PODERIA SER APROVEITADA PARA ENERGIA... É A MINHA MODESTA OPINIÃO E ADIANTO O SIMPLES RELATAR FACTUAL DE ALGUMAS DECISÕES AUTÁRQUICAS TOMADAS E OUTRAS ESQUECIDAS.
RUI PEDRO AVILA a 10 de Fevereiro de 2008 às 19:44

Por informação directamente transmitida pelo próprio Monteiro da Silva no passado ano, foi afirmado que o projecto da hidro-eléctrica do Paúl foi executado pela EDA, é viável e que aguardava execução. Falta vontade política e empresarial para o executar?
lajense a 10 de Fevereiro de 2008 às 23:16

Meu caro Rui Pedro a Ribeira a que o estudo se refere e que tem uma queda de água é a Ribeira da Burra ou Ribeira Fernão Alvares Evangelho (nome historico) e não a Ribeira ou Grota do Rossio essa sim fica junto ao futuro Hiper e Campo Municipal.
almalajense a 10 de Fevereiro de 2008 às 22:24

Mantenho o que disse. Nunca vi nenhuma declaração pública da EDA a tratar este assunto na era Monteiro da Silva nem depois, mas, claro que posso estar equivocado. Quanto à Ribeira, não me referi a nenhuma em especial por uma razão simples, já não existe espaço naquela zona da Ribeira do Meio, insisto, depois das infra-estruturas comerciais, da protecção civil, sociais e desportivas criadas naquela zona adjacente à antiga central , não será para os lados da fábrica da baleia ou para montante da estrada regional que se poderão construir-implantar os necessários equipamentos. Já vi algumas "hidro's" , umas maiores que outras e por isso assim raciocino. Mal? Talvez. Prefiro um investimento mais arrojado na "eólica"... Já agora, pelo menos dou a cara.
Rui Pedro Avila a 12 de Fevereiro de 2008 às 18:50

A questão do "dar a cara" tem muitas vezes surgido neste blog. Será assim tão importante dar a cara? Estão-se a discutir ideias e as pessoas são livres de se manter no anonimato se for mais confortável para si. Qual o mal?
Dar a cara a 14 de Fevereiro de 2008 às 14:37

"Dar ou não dar a Cara" é questionável? É. "Juca " (Dr. José Augusto Soares), Artur Manuel (Xavier Soares), (José Manuel) Medina, Paulo (Dionísio) Pereira, Teresa Proença, P. Paulo Areias e alguns poucos mais, sujeitam-se a "isso". E, esses "não anónimos", por "isso", "sujeitam-se" a ser interpelados (legitimamente) pela sua própria actividade pública e opinativa - só por essa e não por outra - não nos movendo nada nem contra ninguém que se pretende "esconder" sob o anonimato (Beiçocas -já falecido- Boca do Muro, e tantos, tantos mais), mas, já agora, quem "dá a cara" como pode responder, em "pé de igualdade " opinativa e sociológica com um "escondido anónimo", perante todos aqueles outros não se querem identificar... É igual?... Infelizmente para quem quis vir "a terreiro" defender só "ideias e opiniões" não é a mesma coisa. Mais, conheço opinião respeitável identificada e conheço outra "não identificada"... o valor de uma e de outra não pode ser comparável, ou até poderá?... Quem sou eu, simples mortal, para tal avaliar? Quedo-me pela minha simples vontade de contribuir, modestamente, de modo opinativo e da maneira mais frontal que me foi transmitida por muitos que me moldaram o "meu direito a uma opinião livre" começando pela minha falecida MÃE... O RESTO... são meras "poeiras", embora legítimas, por parte de quem as assume.
RUI PEDRO AVILA a 14 de Fevereiro de 2008 às 15:58

Parece-me claro que a discussão saudável de ideias possa ser feita com base nas mesmas, sem necessidade de nomes. Tem é de ser feita de forma leal. Os nomes são supérfluos para o efeito.

Não tenho a mínima dúvida que seria menos sumarenta a blogosfera se todos assinassem com o nome. Mas também tenho a certeza que teria mais efeito sobre o mundo não-virtual se as máscaras fossem substituídas por nomes.

O "dar a cara" não é simplesmente assinar um nome.
"Dar a Cara" a 18 de Fevereiro de 2008 às 12:54

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