Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Abr 08
Estamos em inícios de Primavera, mas já há quem tenha antecipadamente e a tempo, as chamadas Festas de Verão.

Aqui pelo Triângulo, já foram divulgados, por quese todas as Comissões de Festas, os artistas convidados.

A rapaziada começa a programar as deslocações para as festas e a fazer as suas economias para andar de ilha em ilha.

Aqui nas Lajes, ainda não foram anunciados nem o programa nem, pelo menos, os artistas e agrupamentos musicais.

Nestas coisas, quem joga na antecipação e na promoção dos festivais de verão, ganha adeptos e atrai visitantes.

Este ano, as Lajes tem uma vantagem: o seu porto, que também é de passageiros, pode receber os barcos de passageiros que operam no canal Faial-Pico. Em viagens rápidas e com excursões que que constribuem para dinamizar o comércio e dar a conhecer a nova face marítima da Vila mais antiga do Pico.

Será que os responsáveis locais: autárquicos, empresários e/ou outros já pensaram nisto?

NÃO BASTA PENSAR, IMPORTA AGIR E PLANIFICAR QUANTO ANTES PARA QUE A ÉPOCA ESTIVAL E A SEMANA DOS BALEEIROS TOMEM NOVOS RUMOS.

Fica o alvitre.
publicado por sim às 14:01

Parabens às Lajes do Pico pela suas obras, que muito dignificam a vila mais bonita do Pico.Contudo queria que me informassem se o porto naútico em contrução é uma obra com grande interesse para as Lajes do Pico e ilha, ou é mais um brinquedo dado por Carlins Cesarino à população Lajense e Picoense e que nada traz de novo?
É que segundo entendidos na matéria ( das Lajes)esta obra não permite a entrada de iates, como tambem é muito apertado, que dificulta as manobras dos smi-rigidos das empresas locais.Mais neste momento os lugares já estão todos preenchidos.
Se isto é verdade pois os projectos náuticos que se vangloriam de fazer são no meu entender uma feira de vaidades não do Goberno PS mas sim de Carlins Cesarino
Passem bem

Ana Clara a 13 de Abril de 2008 às 18:22

Ainda não foi inaugurada a obra e já há aves agoirentas e insatisfeitas a deitar abaixo o que as Lajes nunca teve.
O que está a ser feito vai servir e muito não só os locais, como a actividade de whale watching , que até agora passava por entre baixas e baixios, para entrar e sair.
Além disso, há muito mais espaço junto ao caneiro e a Lagoa está mais funda, o que permite uma nova vida àquela actividade.
Deixe-se de desconsiderar quem tem feito muito por esta terra e se quiser, olhe para trás e veja o que outros fizeram, ou prometeram fazer. É demais! Lepratecoma !!!
sim a 13 de Abril de 2008 às 19:21

A obra ai está do Porto de Recreio,vamos ter calma isto é apenas o inicio.Tudo se faz por fases,e se já está todos os espaços reservados é bom sinal,quer dizer que é necessario fazer algo mais.Certo?
O novo Parque de Estacionamento em: http://almalajense.blogspot.com
almalajense a 13 de Abril de 2008 às 22:40

Eu não diria tanto, mas experimentar alguns fretamentos maritimos? TALVEZ, Porque não? No entanto eu penso que hoje as distâncias a percorrer - QUANTO MENOS TEMPO NO MAR MELHOR - devem ser equacionadas pelos agentes turísticos. Porque não circuitos bem elaborados com autocarros a esperar pelos passageiros dos Ferrys em S. Roque, para o Pessoal jovem que vem de S. Jorge ou Terceira, ou de outras ilhas, chegar rapidamente ao sul do Pico?
Rui Pedro a 15 de Abril de 2008 às 02:38

...o seu porto, que também é de passageiros, pode receber barcos de passageiros...
poderia se aquele quebra mar tivesse sido pensado para isso e penso que não alteria o custo.
MAS ISSO, TALVEZ OBRIGARIA A PELO MENOS, UMA VEZ OU OUTRA, QUE OS "NOVOS BARCOS" ESCALASSEM AQUELE PORTO, NOMEADAMENTE, NA SEMANA DOS BALEEIROS E NÃO SÓ.
ASSIM NÃO. É CHORAR NO MOLHADO.
ÃGORA É "TARDE E INES É MORTA".
é PENA...
Lajense longe a 15 de Abril de 2008 às 12:34

Estive a semana passada nas Lajes
Ao ver os trabalhos do porto nautico(e não marina)fiquei a pensar onde anda a critica Lajense.
É que com aqueles pontões tão apertados e pequenos,vão ter iates só na baia da Ribeira do Meio porque neste porto nautico pelo que vi e constatei só cabem lá lanchas de 4 metros.Mesmo assim os semi-rigidos da baleia já sõ grandes para os pontões que lá puseram.
Bem me parecia que alem do porto nautico de Santa Maria,Velas,possivelmente Flores e este das Lajes eram brinquedos de Carlins Cesarino.
Pelo andar da carroça espero que alguem na Madalena não caia neste conto do vigário.
Ana Clara a 16 de Abril de 2008 às 13:52

Decreto Legislativo Regional n.o 19/98/A
Altera o Decreto Legislativo Regional n.o 17/94/A, de 18 de Maio
(rede de portos da Região)
A iniciativa do Governo Regional de realizar a 1.a Bienal de Baleias dos Açores na vila das Lajes do Pico, entre 15 e 17 de Outubro último, veio relevar sobremaneira a actividade do ecoturismo de observação de
cetáceos, conhecida internacionalmente pela designação Whale Watching. É aceite já internacionalmente pelos especialistas desta área que os Açores e, mais concretamente, a zona sul da ilha do Pico são um dos maiores santuários de baleias do mundo, procurados ano a ano por um número de turistas sempre em crescendo, e que, em 1998, só as duas empresas a operar a partir do porto das Lajes do Pico movimentaram cerca de 7000 passageiros/turistas. Considerando que, perante um tão elevado número de turistas, a administração regional portuária não pode nem deve ficar indiferente ao necessário e indispensável apoio que lhes deve ser prestado; Considerando que está em fase de apreciação, para posterior aprovação desta Assembleia, a legislação que irá regular, pela primeira vez na nossa Região, essa importante faceta do ecoturismo, a observação de baleias (Whale Watching); Considerando que o porto das Lajes do Pico, com a publicação do diploma regional que criou a rede de portos da Região, foi classificado, segundo o artigo 2.o daquele decreto legislativo, na classe D, a qual apenas abrange os «portos cuja função exclusiva é serem destinados à pesca», o que, como acima se refere, já não é o caso; Considerando que, ainda segundo o n.o 1 do artigo 4.o
(administração) daquele diploma, só «os portos das classes A, B e C existentes na Região são administrados pela entidade portuária regional territorialmente competente, que definirá, através de regulamentos, as respectivas áreas portuárias», inviabilizando-se assim qualquer intervenção e regulamentação para o porto das Lajes do Pico, enquanto continuar classificado como porto da classe D:
Assim, a Assembleia Legislativa Regional dos Açores decreta, nos termos da alínea a) do n.o 1 do artigo 227.o da Constituição da República Portuguesa e da alínea c) do n.o 1 do artigo 31.o do Estatuto Político-Administrativo da Região, o seguinte: Artigo 1.o
Objecto
É alterado o anexo I a que se refere o n.o 2 do artigo 2.o do Decreto Legislativo Regional n.o 17/94/A, de 18 de Maio, pela reclassificação do porto das Lajes, na ilha
do Pico, que deixa de estar incluído na classe D, passando a integrar a classe C, «portos com funções mistas de pequeno comércio, transporte de passageiros e pescas », conforme prescreve a alínea c) do n.o 1 do artigo 2.o do referido diploma.
Artigo 2.o
Entrada em vigor
O presente diploma entra em vigor à data da sua publicação.
Aprovado pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores, na Horta, em 21 de Outubro de 1998.
O Presidente da Assembleia Legislativa Regional,
Dionísio Mendes de Sousa.
Assinado em 17 de Novembro de 1998.
Publique-se.
O Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores,
Alberto Manuel de Sequeira Leal Sampaio
da Nóvoa.

(PROPOSTA DA AUTORIA de RUI PEDRO ÁVILA
EM 19 DE OUTUBRO DE 1998)

lajense a 16 de Abril de 2008 às 18:02

Estes decretos não fazem com que a obra em curso nas Lajes, permita a entrada de iates muito menos barco de passageiros.Estão a ser enganados como foram as outras ilhas.S.Jorge padece do mesmo problema.Os iates tem que continuar a fundear fora da dita marina
Abram os olhos Lajenses
Ana Clara a 16 de Abril de 2008 às 18:36

Lá está a critica, mas será que nestas Lajes não se faz mais nada que não seja criticar, é que em vez de se criticar que não entra iates porque motivo não se pede para aproveitarem o espaço que fica entre o molhe e o cais antigo e aí se fazer uma zona acostável, sempre ouvi dizer que era uma zona muito mais funda e aí já dava para os iates.
Anónimo a 17 de Abril de 2008 às 22:30

Devia ter-se começado por aí. Primeiro do lado de fora do Caneiro, se deveria ter planeado atempadamente tudo e depois pensar na Lagoa interior. Nas Velas não há espaço para entrarem iates com alguma envergadura e nas Lajes, nem pensar nisso e é bom, porque alguém que para aqui veio quiz fazer e ditar leis e, elas aí estão. Não mais de 12 lugares nos semi-rígidos e não mais se poude levantar a orla de protecção costeira, porque "tirava a vista do mar". Agora e para cúmulo coloca no meio da entrada do acesso ao porto um sinal indicativo de que ali há uma baixa. O que andaram a fazer durante todo aquele tempo? Safaram-se depois para a Graciosa (?) e os fiscais da obra só ali estiveram a ganhar dinheiro e não a fazer o que lhes competia? Ou será que o Governo do Carlinhos Cerarini com a conivência de um ou mais Lajenses com poder a nível "portuário" disse que assim estava muito bem e que como os Lajenses são quase todos, senão a maioria "rosa", não fariam mossa nas próximas eleições. E o que está é o que se vê e ninguém abriu a boca, ninguém com autoriadade para o fazer.......
Anónimo a 18 de Abril de 2008 às 00:18

PONDERANDO

O excelente espaço conquistado/recuperado (?) …

Há anos (40 e tal), por este tempo, quase verão, um “aventureiro” com dois tripulantes exaustos, ao cair da noite, tentando entrar na Lagoa, ficou quase irremediavelmente “varado” numa das baixas (salvo erro a sul) da entrada da Carreira.
Tal acontecimento que mexeu com toda a vila, durante alguns dias, não me lembro quantos, já que esses iatistas, como agora se chamam, (aventureiros naquele tempo) receberam a hospitalidade da nossa terra. Ficaram no Hospital, então da Misericórdia, jantaram na esplanada do Restaurante 1º de Maio, ali ao lado, receberam roupas de anónimos e dias depois, a “Cigana” do Sr. Vieira, voltou a rebocá-los para alto mar e lá seguiram viagem. Na altura, recordo-me bem, minha mãe era a intérprete e meu tio Edmundo mais uma vez, franqueou toda a sua simpatia, solidariedade e bem receber, como só ele sabia, em nome do prestígio da sua terra…
A semana passada, passei pelo caneiro, tirei algumas fotos às obras que ali se vão concretizando. Espraiei o olhar sobre o excelente espelho de água – quase uma nova baía – resultado da conquista de novas águas tranquilas, que o molhe de defesa/protecção da vila que ali foi construído, veio a proporcionar. Não sei se ali será o futuro porto de recreio náutico, mas muitos esperam que assim aconteça. Foi aí que me recordei desses náufragos de há 40 anos e como apreciariam hoje uma entrada calma, segura e também, então como hoje, serem acolhidos já não por “carolas” e solidários lajenses da velha cepa, mas por competentes empresários de hotelaria e restauração, nos diversos estabelecimentos que hoje existem, já com relativa qualidade, na vila das Lajes e arredores até à Silveira.
Lembrei-me também daquela carta que o primo de meu pai, Francisco Faria, que conheci quando às Lajes voltou no ano do centenário da Festa de Nª. Sª. de Lurdes, carta essa que relatava a existência de laranjeiras (seu pai ainda teria visto esses troncos agarrados ao fundo da Lagoa) e que serviriam de amarração de pequenas embarcações, sinal inequívoco de que o mar é que tinha conquistado esse espaço e não o contrário, pelo que se comprovava que a protecção da orla costeira da vila deveria ser feita, como está acontecendo agora, por fora da zona de rebentação…
Essa defesa/protecção deverá continuar com outro molhe para sul, como já esteve programado? O futuro o dirá, certo é que os tais aventureiros, hoje, já poderiam entrar, não pela carreira, mas a norte, por outra entrada mais segura, na Lagoa das Lajes…

Engrade, Ilha do Pico,
2007.Maio.14
Rui Pedro Ávila
Rui Pedro a 18 de Abril de 2008 às 11:07

Ora, sr Pedro sabe animar a discussão quando esta está a ficar morta. Bem, na verdade, por altura do centenário de Lurdes, não só a Lagoa como todos os Açores eram um grande laranjal, isso é que era.
Já agora, vossemecê nunca ouviu falar das laranjas da baía? Pois claro, eram da baía das Lajes.
Até o poeta afirmou: “Fui ao mar buscar laranjas”.
Sr Pedro, num futuro próximo, presumo que irão amarrar as embarcações em roseiras.
E assim, de laranjal, as Lajes evoluiu para um roseiral. Claro que dizer o contrário: antigamente o mar vinha até a arriba fóssil da Ladeira, não convém.
Modernices...
Patriota d'uns actos a 21 de Abril de 2008 às 00:53

A CARTA PODE NÃO LHE TER "SABIDO BEM". FALAR OU OPINAR COM FRANQUEZA NÃO É DEFEITO É VIRTUDE...
Rui Pedro Avila a 21 de Abril de 2008 às 23:34

É verdade que o molhe foi algo de bom que foi feito nas Lajes, mas vendo bem ficamos com a impressão que estas obras são feitas ao acaso ou seja consoante algumas reclamações que vão sendo feitas no decorrer da obra, porque de facto não lembra ao diabo que no final da obra apareça uma bóia a indicar que existe uma baixa na entrada do porto, então tivemos a obra a decorrer deu-se fogo naquela zona, etc. etc. e no final fica aquela baixa ainda por resolver, também já ouvi falar que agora se vai consolidar o acesso ao molhe (pois inicialmente era para retirar), mas será que nessa consolidação se fará um cais acostavel?
São estas pequenas coisas que nos faz pensar que esta obra não foi devidamente pensada, sabemos que a obra começa mas nunca se sabe qual o resultado final e é pena que assim seja.
Anónimo a 18 de Abril de 2008 às 21:38

Plenamente de acordo.
É um comentário ponderado e muito correcto.
Realmente é pena que depois da obra concluida se verifiquem situações de dificil compreensão.
Vamos ter esperança porque da cartola sairá, neste ano de eleições, alguma promessa favoravel.


Será que você ao comentar sobre essa baixa sabe do que está a falar?A boia está realmente a sinalizar uma baixa sim senhor,mas essa baixa que parece estar no meio do canal de acesso,na verdade fica fora dele.Claro que á nossa vista,está mal e nisso dou-lhe razão,mas não pode culpar as pessoas que trabalharam lá uma vez que limitaram-se a fazer o que estava no projecto.
p@ulo a 1 de Junho de 2008 às 17:38

Continuocom a minha e se houver alguem mais entendido que o diga e confirme
Esta obra é um brinquedo que não serve
Tem oitenta lugares mas para barquinhos
É uma vergonha
Mas como alguem disse nas lajes é tudo rosa (e com medo de perda de tacho) nada dizem
A terra é boa mas quem nela habita não a merece
Ana Clara a 18 de Abril de 2008 às 22:56

"A TERRA É BOA MAS QUEM A HABITA NÃO A MERECE"... SINCERAMENTE, NUNCA JULGUEI ENCONTRAR TÃO TRISTE AFIRMAÇÃO SOBRE OS LAJENSES. GOSTE-SE OU NÃO DO QUE MUITOS FAZEM, PENSAM, OU OPINAM. GOSTE-SE OU NÃO DO QUE DIZEM OU NÃO DIZEM, DO MODO COMO ACTUAM OU DE COMO O NÃO FAZEM, ISSO É TUDO LEGÍTIMO, AGORA AFIRMAR QUE NÃO MERECEM VIVER NA SUA TERRA, NAQUELA QUE OS SEUS PAIS LHES LEGARAM? FRANCAMENTE NUNCA TAL PENSEI OUVIR...
Rui Pedro Avila a 21 de Abril de 2008 às 23:39

Nunca pensei que alguém que diz não ser de cá, tenha tanto interesse em impôr a sua visão sobre a dimensão do porto de recreio náutico. O sectarismo , normalmente, tem vistas muito curtas, e adormece inteligências. Tentar impôr uma visão, parcelar, partidária, com a recorrente referência ao partido do poder, desmerece a lógica de um argumento.
Pense por si, Ana, e seja mais Clara nas suas visões de futuro. Assim com essa visão distorcida, sectária, racista (a terra é boa mas quem nela habita não a merece) padece de uma miopia que há muito não via.
Retire o cartão de militante da sua análise e verá que há mais mundos que as setas à direita desconhecem.

cruzeiro a 23 de Abril de 2008 às 19:01

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