Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

10
Jul 08

Já vai sendo normal a imagem degradada do edifício da Igreja Matriz.

Quem por ali passa, não deixa de interrogar-se:- O que se espera para, pelo menos lavar a cara do imóvel, enquanto não se procede às anunciadas obras de reconstrução, cujo início e projecto a população desconhece?

Em tempos idos, O DEVER abriu uma subscrição para angariação de fundos.

Não se sabe quanto se arrecadou. Também não foi dada explicação sobre o início dos trabalhos.

Que há necessidade de se fazer alguma coisa, ninguém o contesta. Mas, como em tudo, é preciso explicar à população o que se pretende fazer e em que pé estão os projectos e apoios. Só assim haverá a correspondência dos fiéis e lajenses.

Como em 1954, quando uma Comissão ombreou a angariação de materiais: pedra, cimento e madeiras e encetou a recolha de fundos para a conclusão das obras da Matriz, importa que agora, se proceda de igual forma para envolver todos. 

A Matriz é o rosto da nossa Fé.

Precisamos de todos!

Mãos à obra!  

(Propositadamente,não publicamos imagem do edifício da Matriz!)

publicado por sim às 15:32

Sem duvida que a nossa Matriz está carecida de beneficiações.
Este blog é um alerta.
Não seria interessante o seu autor. tambem, fazer a sua doação?
É que apelar à fé quem a abandodou não será um de hipocresia?
Nestes novos tempos tudo se faz ao sabor da consciencia de cada um.
A mensagem de há dois mil anos, hoje navega ao sabor da conveniencia de cada um.Ou não será?
sim a 10 de Julho de 2008 às 23:08

A mensagem é para ser recebida e colocada em prática. Falar por falar dizendo que este fez isto e aquele fez aquilo é muito comum entre os mortais. Mas a fé sem obras é morta. A Igreja é o símbolo da freguesia. Por isso é que as suas torres altaneiras se distinguem à distância em sinal de poder. Quanto ao poder religioso, apesar de uma centena de fiéis irem à missa todos os Domingos, um terço dos residentes nesta Fajâ, - como lhe chamava o Dr. Francisco Carmo de saudosa memória e ,não o sito por despeito, mas porque ele à distância que proferiu tal afirmação antevia já o que hoje está a acontecer. A saída das pessoas para outros locais e por isso falta gente para ombrear com certas responsabilidades. No entanto também se nota uma certa ditadura interna, para controlar o templo ou os templos religiosos de que a Vila dispõe. Sabemos que um pároco residente para a Vila das Lajes era uma mais valia, mas com moradia fixa em Santa Cruz das Ribeiras, esqueçam. Hoje há falta de padres e há falta também de boas vontades. Vemos a enfeitar a igreja pessoas já duma certa idade...onde estão os jovens e as jovens? Viraram-se para outro lado? É pena. Por um lado as pessoas vão ao encontro de valores, um tanto ou quanto dúbios e por outro, os católicos, porque também aqueles que abandonaram o redil, também o eram, não foram no tempo certo solicitados para fazerem parte dos organismos paroquiais. Foi pena. Agora é ver o que se passa e levar as mãos à cabeça e enfiar a cabeça na areia já não leva a nada. Há 46 anos havia gente resoponsável e dinâmica nas Lajes, hoje há gente apática e mesmo aqueles que querem colaborar, são «afugentados». Assim não vamos a lado nenhum. É clamar no deserto...
Anónimo a 14 de Julho de 2008 às 19:20

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