Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jul 08

Já vai sendo normal a imagem degradada do edifício da Igreja Matriz.

Quem por ali passa, não deixa de interrogar-se:- O que se espera para, pelo menos lavar a cara do imóvel, enquanto não se procede às anunciadas obras de reconstrução, cujo início e projecto a população desconhece?

Em tempos idos, O DEVER abriu uma subscrição para angariação de fundos.

Não se sabe quanto se arrecadou. Também não foi dada explicação sobre o início dos trabalhos.

Que há necessidade de se fazer alguma coisa, ninguém o contesta. Mas, como em tudo, é preciso explicar à população o que se pretende fazer e em que pé estão os projectos e apoios. Só assim haverá a correspondência dos fiéis e lajenses.

Como em 1954, quando uma Comissão ombreou a angariação de materiais: pedra, cimento e madeiras e encetou a recolha de fundos para a conclusão das obras da Matriz, importa que agora, se proceda de igual forma para envolver todos. 

A Matriz é o rosto da nossa Fé.

Precisamos de todos!

Mãos à obra!  

(Propositadamente,não publicamos imagem do edifício da Matriz!)

publicado por sim às 15:32

A Matriz, para além do natural valor simbólico que representa para as últimas gerações, não passa de uma obra desproporcionada desenhada por um leigo em arquitectura; um padre megalómano sonhador. E sobre esta, como muito bem dizia Raul Brandão: “Os sonhos não cabem no mundo”.

Como muitas das igrejas do Pico (veja-se a aberração de S.ta Bárbara), trata-se de um templo desproporcionado. Um neogótico de sétima categoria, sem grande valor conceptual ou patrimonial. Mas temos que levar com ele – e por isso, recupere-se e dignifique-se. Mas desta vez, sem megalomanias…
Anónimo a 14 de Julho de 2008 às 16:20

A concepção do risco da Matriz, foi feita por um Padre Lajense que tinha a ideia de que as Lajes seria um lugar desenvolvido e que não estagnaria como aconteceu. O seu desenho foi feito no século XIX. Hoje outro desenho seria feito talvez, como a aberração da Ermida da Almagreira que até foi premiado... Hoje qulquer indivíduo que tem o canudo de arquitecto é considerado uma sumidade e pode fazer o que bem quer que ninguém vai contra, porque é o Sr. Arquitecto a quem todos devemos fazer uma reverência. Eu recuso-me, porque também tenho olhos na cara e sei apreciar o que é bem feito e depreciar o que é mal feito. Hoje os projectos não são megalómanos... hoje o que os projectos são é sonhadores e principescamente bem pagos, veja-se a escultura que custopu metade da obra que foi feita na Casa da Montanha. Mas era o Sr. Arquitecto tal e tal e nada se pode dizer, porque eles sim, eles são os menos megalómanos em questão de arquitectura. Opiniões qualquer um pode dar. Deixei a minha e contra isso...batatas!
Anónimo a 17 de Julho de 2008 às 17:43

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