Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jan 06
A situação de O DEVER tem de ser de imediato alterada. Como assinante, exijo que a paróquia das Lajes, proprietária do semanário, enverede por uma linhga editorial isenta e plural.
Não é admissível que uma vereadora da Câmara, seja a redactora principal do Jornal. Eticamente é reprovável, pois o exercício autárquico a tempo inteiro não se compadece com o exercício do jornalismo. São duas missões distintas, que não se deve nunca associar.
Além disso, a referida autarca não traz nenhuma mais valia ao jornal: O DEVER não tem uma única notícia sobre a actividade do município ou das autarquias, não insere uma única informação sobre a vida e as obras que ali decorrem: orla marítima, campo de futebol, reparações do castelo e da fábrica da baleia. Não há informação do que aqui se faz e acontece. E o que sai sobre a autarquia, épublicado no Jonal do pico, por incrível que aparece. E os assinantes, sobretudo os do exterior, querem saber o que se passa na sua terra, com imagens cuja dimensão dê para ver o que se faz. Uma imagem vale mais que mil palavras, mas esta norma, é desconhecida pelos responsáveis pelo jornal.
No último número foi publicada uma longa informação sobre obituário e nascimentos, e estes, pasme-se!, nasceram todos nas Lajes. A informação tem de ser credível e este é um erro que a história se encarregará de ridicularizar. É que os jornais são fontes históricas e O DEVER deixou de ser testemunha fidedigna do processo evolutivo do concelho e da Ilha. Desconhece o que se passa em seu redor e reserva aos colaboradores o papel que compete á redacção.
No último número, uma foto com uma imagem sem sentido, preenchia a quase totalidade da primeira página, que como se sabe é o melhor espaço do jornal, onde se dá ao leitor a notícia "fresquinha e apelativa que pode ser desenvolvida nas segunda e terceira páginas, que em ordem de importância se seguem à capa.
Mas neste jornal é tudo tão estático há meses e meses. Passam anos e não se descobre qualquer dinamismo ou novidade, num meio de comunicação que só subsiste e se justifica pela novidade e pelas notícias que oferece aos leitores e assinantes.
Assim não! Há que repensar o jornal, mas com gente que saiba o que está a fazer e que tenha capacidade de aprender. Não com amadores e muito menos com curiosos e militantes partidários pouco cultos que pretendem apenas usar o jornal para servir os seus interesses e causas particulares.
E nesta crítica envolvo também os responsáveis principais do jornal. A Igreja católica e a paróquia não pode continuar a assistir à publicação semanal de mais uma edição de um Jornal, o mais antigo da ilha e um dos mais antigos dos Açores, sem o mínimo de qualidade. Assim não. E não se reclame subsídios para suprir a má qualidade das edições, essas sim, razão da falta de leitores e de assinantes. E se muitos ainda recebem O DEVER, é porque fora da sua terra, anseiam, em vão, que o seu jornal lhes traga a notícia a imagem, o comentário do dia-a-dia dos que ficaram na Ilha-mãe.
Este é um texto que não gostaria de escrever, não fosse a insensibilidade e falta de conhecimentos jornalísticos dos responsáveis do jornal.
Daqui lanço um apelo ao novo pároco das Lajes - Pe Hermínio. Tome o jornal nas suas mãos e dê-lhe um novo rumo, o rumo que os assinantes há muito aguardam e exigem! Reuna-se de colaboradores, que os há nas Lajes e dê uma volta ao texto. Não é preciso ter curso de jornalismo. Basta saber fazer uma notícia (isso já se aprende no terceiro ciclo), e ter o sentido, o gosto de informar o que o povo e seus responsáveis fazem. Esta é a razão fundamental de um jornal. Mas se ainda persistir alguma dificuldade, pode recorrer-se a alguém formado em comunicação social que, ganhando embora pouco, se dedica de alma e coração á causa que abraçou.
Antes o jornalismo também era um sacerdócio. Agora há sacerdotes que abandonam o púlpito e, sem estarem conscientes do papel dos meios de comunicação social, tratam-nos como se fossem pasquins do período da primeira república.
Espero que o Pe Hermínio agarre O DEVER e lhe dê uma grande volta, para prestigiar um título da imprensa que muito mal tem sido tratado nos últimos anos.
publicado por sim às 00:14

Este Lopes 117 é um autêntico camaleão, um troca-tintas.Desde o primeiro comentário ao último é um tal mudar de opinião. A não ser que o e-mail seja aberto ao povo e à garotagem. Então toda a paróquia escreve no PC do Lopes 117. É a demagogia total, a irresponsabilidade, a falta de coluna vertebral, a desonestidade intelectual e mais não digo ao Sr Lopes. Cuide-se homem se não acaba na casa de saúde ou transforma-se num sem abrigo.
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(mailto:)
Anónimo a 7 de Março de 2006 às 23:11

Trata-se de Lopes 116, até alterei o número, tantas foram as alterações do seu discurso
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(mailto:)
Anónimo a 7 de Março de 2006 às 22:31

ó lopes116 tem calma que sabemos que és sempre tume
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(mailto:)
Anónimo a 7 de Março de 2006 às 18:20

Nâo vou afirmar quem escre neste blogo, mas é ividente de quem se trata, pois talvez ele gostasse de pôr ordem, tomar as redeas de o DEVER, mas como assinante e leitor que eu sou acho que o Jornal está de parabéns desde que mudou de direção, o seu coteúdo melhorou bastante e com qualidade (mas não esquecendo que é um Jornal católico)à excessão de umas crónicas que aparecem lá de vez em quando que são feitas no estrangeiro e que pouco nos dizem alguma coisa,é pena que o Dever por vezes preencha uma página inteira com essas crónicas, há muitos sobrenomes Ávilas há muitos e muitos nem são parentes, mas há muitos Ávilas que gostam de dar nas vistas e apreoveitam-se ao máximo por ter esse sobrenome, aproveitam-se para aparecer e dar na vistas e para quem não os conheçe lá vem: sou....Ávila, apenas o Sr. Ermelindo é que merecedor desse sobrenome, esse sim um grande Senhor e historiador.
Também não se esqueçam que não é o sobrenome da pessoa que faz a pessoa, só que uns fazem por não se esquecerem desse sobrenome...Ruan
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(mailto:lopes116@yahoo.com)
Anónimo a 6 de Março de 2006 às 19:02

Ó Paulo Ávila tu querias que os de O Dever te contratassem para ir para lá escrever as crónicas do Tio Sam que costumas lá fazer e que a nós os assinantes não interessa para nada. Dá uma curva mais os teus amigos da Rua DireitaMaré
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(mailto:Lopes116@iol.pt)
Anónimo a 23 de Fevereiro de 2006 às 17:43

Acabei de ler esta crónica e só me apetece dizer ao Paulo Luís que vá pró canadá levar no cu e deixe o pessoal de O Dever trabalhar que eles até aqui tem feito muito bem o seu trabalho só é pena eles deixarem os Àvilas o invádiram...metem-nos fora porque pessoas dessas os Lajenses estão fartosAlguém
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(mailto:Lopes116@iol.pt)
Anónimo a 23 de Fevereiro de 2006 às 17:37

O DEVER É UM CASO PERDIDO. FALTA DE ISENÇÃO E RIGOR PARECE SEREM O ESTATUTO REDACTORIAL. SENÃO VEJAMOS:
1 PÁGINA SÓ PALHAÇADA;
2 PÁGINA PERTENÇA DO SR. DEPUTADO EX-PRESIDENTE QUE NÃO PAGAVA EM TEMPOS A PÁGINA AUTARQUICA POR DESAVENÇAS COM O ENTÃO DIRECTOR.
3 PÁGINA VOZES QUE CLAMAM NO DESERTO
4 PÁGINA DA ARTARQUIA (NÃO SEI SE PAGA OU NÃO?)
5 E 6 PÁGINAS DA IGREJA
7, 8 E 9 DESABAFOS E PUBLICIDADE
10 PÁGINA AUTÁRQUICA DA RESPONSABILIDADE DO CRONISTA DO JP ( ESCRITOR, PROF. OU ASSESSOR?)
11 PÁGINA DE UM FUTURO? POLITICO, ASSESSOR,LIDER, SEI LÁ O QUÊ, MAS QUE JÁ OPINA E APRESENTA MOÇÕES PARA TALVEZ TER VISIBILIDADE!!!
12 PÁGINA FINAL COM PENSAMENTOS TÃO DELIRANTES QUE POR ESTAREM NO FIM TALVEZ NINGUEM LIGUE, MAS QUE IMPORTA SE ESTÁ A TEMPO INTEIRO NO LOCAL INDICADO PELAS HOSTES SEMPRE SÉRIAS, BEATAS, QUE NUNCA SE ENGANAM E RARAMENTE TÊM DÚVIDAS...ENFIM
JÁ NOTARAM O QUE É O JORNAL DAS LAJES? COM TANTOS PADRES NO CABEÇALHO AINDA O PRIMEIRO SE FAZ NOTAR.
lisboeta
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(mailto:lopes_116@iol.pt)
Anónimo a 13 de Janeiro de 2006 às 20:27

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