Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

15
Fev 09

O antigo Secretário de Estado do Turismo veio às Lajes defender que o Pico não deve embarcar no turismo de massas, antes no turismo de natureza. Foi numa conferência, ontem no Centro de Artes e Ciências do Mar (Antiga fábrica da Baleia).

Nada que já não soubessemos, mas muitos não querem admitir.

Neste sentido importa repensar o tipo de infraestruturas turísticas e hoteleiras e enveredar por aquilo que em vários países já vai sendo norma: o turismo rural, o eco-turismo e o turismo cultural.

E, segundo disse Carlos Martins, não há que descobrir nada, pois mar, natureza e ambiente, já temos na sua forma original e primitiva.

Importa que se aposte em iniciativas empresariais capazes de atrair grupos de visitantes, amantes destas motivações. Basta que olhemos, com atenção para os estrangeiros que nos visitam, que conheçamos a sua origem, habilitações literárias, actividade profissional, interesses, para aferirmos os potenciais visitantes existentes na Europa e nas Américas.

Neste tempo de crise, há que optar por promover a nossa Ilha como destino de Natureza e esquecermo-nos que não somos nem pretendemos ser: a Madeira, as Canárias, ou as Caraíbas.

Somos uma reserva natural insular que vale muito mais pela sua biosfera, que uns milhares de turistas que vêm ao Pico de manhã e voltam à noite, comem, bebem, compram umas lembranças e nunca mais aqui aparecem.

Para esses o Pico só é bonito e ponto final. É como o vento que passa...

publicado por sim às 15:55

http://www.freeetv.com/tk/modules.php?name=Video_Stream&page=watch&id=2331
Site na internet onde se pode ver gratis a RTP-Acores em directo.
Marcia Rodrigues a 15 de Fevereiro de 2009 às 23:07

Por muito repetitiva que pareça ser a opinião expressa pelo antigo governante, nunca o é.
Os exemplos catastróficos do que aconteceu por outras paragens são evidentes, amiúde fruto do pseudo-desenvolvimento que não olha a meios para atingir fins, de lucro, e pouco mais.
Julgo que sabemos qual o turismo que nos interessa.
E o que não queremos.
O chamado turismo "excursionista" pode deslocar-se para o cosmopolitismo que os costuma receber de braços abertos...
Importa criar, para os outros, as condições necessárias, isto é, as estruturas funcionais a que estão habituados.
Que o investimento privado (se ainda existir...) perceba isto.
jose augusto soares a 16 de Fevereiro de 2009 às 21:53

Sobre este assunto, dar um saltinho a:

www.defenderopico.blogs.sapo.pt
defenderopico a 24 de Fevereiro de 2009 às 12:55

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