Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

08
Mai 09

Foram hoje conhecidas as zonas balneares que este ano vão hastear a bandeira azul.

No Pico e no nosso concelho, este conhecido e importante galardão, considerado em todo o mundo civilizado, símbolo de qualidade das águas e da existência de instalações adequadas ao bem-estar dos utentes é simplesmente IGNORADO.

Não há nenhuma zona balnear picoense classificada, entre as 28 de cinco ilhas do arquipélago.  

Numa ilha e num concelho, em que as actividades económicas ligadas aos recursos marinhos são, e sempre foram emblemáticas, não se admite que não haja, mais uma vez, a BANDEIRA AZUL EM NENHUMA ZONA BALNEAR.

Nem na nova piscina das Ribeiras!?...

O desleixo e a incompetência pagam-se caro.

Se não aproveitarmos estes galardões internacionais, não somos conhecidos e ficamos para trás.

E depois não nos queixemos dos outros porque aqui não se faz nada!...

publicado por sim às 16:46

Aqui há anos também houve bandeiras azuis por tudo o que era sítio, mas não cumpriram nem metade das exigências. Além disso, julgo que quem primeiro deveria opugnar por essa atribuição deveriam ser os agentes turísticos, juntamente com a comunidade local que se sentisse desperta para tal e o Município viria no fim. Já tive uma experiência e não é muito agradável saber-se que não vamos cumprir minimamente as regras da atribuição... E aqui deixo algumas notas: "A Região Autónoma dos Açores tem, na corrente época, mais cinco praias galardoadas, com um total de 28 Bandeiras Azuis, Não se registaram saídas, tendo obtido pela primeira vez o galardão duas praias (Poças Sul dos Mosteiros e Poços de S. Vicente Ferreira) e tendo três praias reentrado no programa (Porto da Caloura, Preguiça e Anjos)" O Município ou a comunidade local devem implementar cinco acções de educação ambiental e deve existir um centro de interpretação ambiental ou estrutura similar. O acesso à zona balnear deverá ser seguro e adequado (sem comentários) e deve existir uma gestão dos diferentes usos e utentes da zona balnear, de modo a prevenir conflitos e acidentes. Se existirem áreas sensíveis na zona envolvente da zona balnear dever-se-ão implementar medidas que previnam impactes negativos sobre as mesmas, resultantes da sua utilização pelos utentes ou do tráfego para a zona balnear.
Tudo é possível mas não só com funcionários camarários. É a minha modesta opinião.
Rui Pedro Avila a 11 de Maio de 2009 às 19:41

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