Vila Primeira da Ilha do Pico. Vila baleeira dos Açores. Mar e Terra cruzam-se numa História de 500 anos.

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Jul 05
Tive acesso à revista do Município e fiquei sem saber se estava com uma versão lajense do Jornal de Letras se com uma revista concelhia. Crítica literária sobre "A mulher do Porto Pim" para quê se o livro já saíu há alguns anos e vai na segunda edição" e outras recensões literárias, como se se tratasse de uma revista da faculdade de letras de uma qualquer universidade: Aquilo é que cultura estranha, que a nossa, a do concelho dos seus escritores, historiadores e do povo, nem vê-la nem conhecê-la. Pudera, quem dirige a revista não conhece o concelho!... nem investiga o que por aqui se faz!...
Por que não são os professores da Escola convidados a colaborarem com a revista?
Assim não. É gastar dinheiro por gastar (e não é tãopouco assim se contabilizarmos as estadias, passagens e o mais que só a Sra Presidente paga).

Mau demais para divulgar um concelho tão rico.
E já agora, Sra Presidente: não tem outros projectos para apresentar? É que os que vem anunciados foram já publicados no nº anterior.
Apresente ideias novas, novos projectos de desenvolvimento do concelho, que não se cinjam apenas às pequenas obras de passeios e muros, WC eoutras que mais.
A continuar assim, sem ideias e projectos, os lajenses escolherão outro candidato.
Do PS e porque não?
A mudança é saudável. Vamos a isso.
publicado por sim às 23:59

Gostaria que o autor do comentário 1, acima referido, pare um pouco para reflectir.
É impressionante como alguém escreve algo sobre uma pessoa que não conhece, porque se conhecesse nunca escreveria esse tipo de coisas. A última grande conquista de Portugal foi a Liberdade; talvez não lhe tenham ensinado o significado dessa palavra; não existe liberdade sem uma regra fundamental: a nossa liberdade acaba quando começa a do outro. Por isso, não abuse do direito de poder exprimir a sua opinião, quando nem sequer sabe do que está a falar.
flor
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(mailto:)
Anónimo a 25 de Fevereiro de 2006 às 17:54

De novo, apenas a muralha de protecção</b>
Sim que dentro da vila nada mudou, nem sequer a vontade de mudar. E é pena que, mais uma vez o PS não apresente um candidato credível. Preferiu um robot, articulado por outros, que nem com a cor rosa do rosto bem carregada, lhe dá a credibilidade que um lider concelhio deve ter. Não tem projecto nem ideias sobre o futuro do concelho, apesar de ser jovem e parece que competente geólogo.
Sei que o nosso concelho está a definhar a olhos vistos. Não tem dinãmica, nem apresenta perspectivas de futuro.
Só os residentes o podem salvar. Passar mais quatro anos a navegar á vista, é mau, porque o tempo urge e o desenvolvimento tem de se fazer cada dia.
Este é o drama de um povo que se desinteressou pela sua sorte, porque depositou na vontade de um qualquer cacique o seu futuro. E quando assim é, alguem se governa com tamanha benesse.
Pobre gente. Quando acordar, verá que perdeu o combóio do desenvolvimento e será tarde para o retomar. Oxalá me engane!
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(mailto:)
Anónimo a 24 de Setembro de 2005 às 01:09

Confirmei os meus receios e a minha oposição à revista. S´ó para literatos "estranjeirados". Para os de cá, não.
É pena que a sra presidente se deixe levar por um qualquer de fora que lhe caíu em graça. É pena não haver quem pense pela sua cabeça.
O futuro das lajes passa pela fixação de gente que trabalhe e não por poetas que mais cedo ou mais tarde dão nos copos.picaroto
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(mailto:lajespico@sapo.pt)
Anónimo a 24 de Setembro de 2005 às 00:42

Para se falar em liberdade de espressao e openiao tem que se limpar o fascismo de portugal em especial nos acores, porque agora a mais fascistas e socalistas do que nunca. facao um governo do povo para povo sem totarilismo onde nehum tem poder sobre o outro ,nao mais partidos, porque todos eles sao organizacoes criminosas legais. E por isso que a politica sheira mal.
filipe neves a 23 de Julho de 2009 às 05:41

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